Arquivo de Dezembro, 2006
Papa Calisto III
Nascido Afonso de Bórgia a 31 de Dezembro de 1378, faleceu 6 de Agosto de 1458.
Foi papa de 8 de Abril de 1455 ate à data da sua morte, perto de Xàtiva, Valência, hoje Espanha, mas naquele tempo Reino de Valência do Reinado de Aragão. Foi o Papa que reviu a condenação de Joana D’arc e reconheceu sua inocência em 1456.
São Silvestre I
São Silvestre I foi Papa de Janeiro de 314 a 31 de Dezembro de 335, durante o reinado do imperador romano Constantino I, que instaurou o cristianismo como religião do Estado.
A sua autoridade foi eclipsada pela de Constantino, não tendo assistido ao sínodo de Arles nem ao Concílio de Niceia, convocados pelo imperador. Não obstante foi durante o seu pontificado que a autoridade da Igreja foi estabelecida e se construíram os primeiros monumentos cristãos, como a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém, e as primitivas basílicas de Roma, São João de Latrão e São Pedro, bem como das igrejas dos Santos Apóstolos e de Santa Sofia em Constantinopla.
Atribui-se em geral a conversão de Constantino a uma visão que terá tido antes da batalha da ponte de Milvius. Mas a tradição medieval, deu-nos outra interpretação, sendo esta que o imperador teria lepra incurável, e logo que Silvestre o baptizou por imersão numa piscina ficou imediatamente curado. Esta versão não tem fundamento, pois sabe-se que Constantino foi baptizado por Eusébio, bispo de Nicodemia.
Silvestre I foi um dos primeiros santos canonizados sem ter sofrido o martírio.
O seu dia é a 31 de Dezembro.
O famoso Rasputin
Grigori Yefimovich Rasputin nasceu dia 23 de Janeiro de 1864 em Pokrovskoie e faleceu dia 30 de Dezembro de 1916, aos 52 anos, em Petrogrado, actual São Petersburgo. Foi uma figura influente no final do período czarista da Rússia.
Por volta de 1905, a sua já conhecida reputação de místico levou-o ao círculo restrito da Corte imperial russa, onde diz-se que Rasputin chega mesmo a salvar Alexis, o filho do czar, de hemofilia.
Perante este acontecimento, a czarina Alexandra Fedorovna dedicar-lhe-á uma atenção cega e uma confiança desmedida, denominando-o mesmo de mensageiro de Deus. Com esta protecção, rapidamente Rasputin, influenciando ocultamente a Corte e principalmente a família imperial russa, colocará homens como ele no topo da hierarquia da poderosa Igreja Nacional Russa.
Todavia, o seu comportamento dissoluto, licencioso e devasso levou a várias denúncias por parte de políticos atentos, entre os quais se destacam Stolypine e Kokovtsov. O czar Nicolau II afasta então Rasputin, mas a czarina Alexandra mantém a sua confiança absoluta no decadente monge.
A Primeira Guerra Mundial trará novos contornos à actuação de Rasputin, já odiado pelo povo, que o acusa de espionagem ao serviço da Alemanha. Escapa a várias tentativas de assassinato, mas acaba por ser morto.
Rasputin também é conhecido pela sua curiosa morte: primeiro ele foi envenenado no jantar, porém a sua úlcera crónica fê-lo expelir todo o veneno, depois ele foi fuzilado, levando no total 11 tiros, mas sobreviveu. Então ele foi castrado, mas continuou vivo. Somente quando o espancaram e o atiraram ao rio Neva é que finalmente morreu. Mas atenção, morreu afogado e de frio!
Estranhamente, também é conhecido mundialmente por ter um pénis de 27cm, guardado até hoje num vidro no Museu Erótico Russo.
Rasputin foi um homem muito disputado pelas mulheres mas segundo estudos do historiador Pedro Maia ele mantinha relações sexuais com o czar então vigente , Nicolau II.







