A lâmpada é um dispositivo eléctrico que transforma energia eléctrica em energia luminosa e térmica, patenteada pela primeira vez neste dia, em 1879.

Thomas Edison, em 1880, construiu a primeira lâmpada utilizando uma haste de carvão muito fina que, aquecendo até próximo ao ponto de fusão, passa a emitir luz.

Como o filamento de carvão tinha pouca durabilidade, Edison começou a fazer experiências com ligas metálicas, pois a durabilidade das lâmpadas de carvão não passava de algumas horas de uso.

A lâmpada de filamento de bambu carbonizado foi a que teve melhor rendimento e durabilidade, sendo em seguida substituída pela de celulose, e finalmente a conhecida até hoje com filamento de tungsténio, cuja temperatura de trabalho chega a três mil graus Celsius.

A Construção

A maior dificuldade encontrada por Swan e Edison, quando tentavam fazer lâmpadas deste tipo, era encontrar um material apropriado para o filamento, que não devia derreter ou queimar.

Hoje em dia os filamentos são, geralmente, feitos de tungsténio, um metal que só derrete quando submetido a temperaturas altíssimas.

Para evitar que os filamentos entrem em combustão e se queimem rapidamente, remove-se todo o ar da lâmpada, enchendo-a com a mistura de gases inertes, como nitrogénio e argónio ou criptónio.

As lâmpadas funcionam a baixas pressões, fazendo com que o ar funcione como uma fonte de ionização, gerando a corrente eléctrica.

Funcionamento

Quando se liga um interruptor, a corrente eléctrica passa pela lâmpada através de duas gotas de solda de prata que se encontram na parte inferior, passando ao longo de fios de cobre que estão firmemente fixados dentro de uma coluna de vidro. Entre as duas extremidades dos fios de cobre estende-se um outro fio muito fino chamado filamento. Quando a corrente passa por este último, torna-o incandescente, produzindo luz.

A Lâmpada