Papa Lúcio I

Lúcio I foi papa durante 8 meses. Em apenas um ano de pontificado, o governo de São Lúcio foi marcado por um período de fortes perseguições. Injustiçado pelo Imperador Romano Valeriano, Lúcio fugiu para o exílio, onde permaneceu durante uns meses. Ao voltar ao trono de São Pedro, Lúcio I encontrou grande resistência por parte dos romanos, mais precisamente um grupo de hereges denominados de Novacianos. Graças à sua grande determinação, conseguiu erradicar este grupo, voltando a ser Papa, mas por breves dias, pois acabou por ser um mártir.

Data desta época, a morte de Nereu de Chipre, um perigoso agitador que ambicionava o trono Pontifício, e que elaborou inúmeros estratagemas para conquistar seguidores. Documentos apócrifos ditam a sua morte por envenenamento com recurso de Cicuta, um poderoso veneno. Neste mesmo local e época, foram martirizados outros novecentos santos mártires, cujos corpos foram depositados nas catacumbas de Santa Cecília, vítimas da intolerância romana.

Sabe-se apenas que Lúcio I foi mártir no dia de Março de 254, sendo desconhecida a sua data e local de nascimento, pois na época, os Cristão eram todos clandestinos, perseguídos pelo Império Romano.

Papa Pelágio I

O Papa Pelágio I foi o 60º papa. Foi eleito a 16 de Abril de 556 e morreu no dia 4 de Março de 561. Nascido em Roma, cerca do ano 500, era filho do governador de um distrito Romano. Foi designado Papa por imposição do imperador Justiniano I, pois nesta época, a Itália tinha visto o Império Romano colapsar, sendo na altura uma mera província do Império Bizantino, após aceitar a condenação dos Três Capítulos, que havia defendido nos tempos do Papa Vigílio.

Por este motivo teve de superar uma forte oposição do clero romano, que duvidava da sua ortodoxia. Mandou construir a Igreja dos Santos Apóstolos em Roma. Distribuiu os seus bens entre os pobres, quando Roma foi assolada pela fome.

Papas Lúcio I e Pelágio I