Arquivo de 05 Abril 2007

Vi e não Resisti

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Colin Luther Powell

Colin Luther Powell nasceu no Bronx, em Nova Iorque, a 5 de Abril de 1937. Powell é um militar da reserva norte-americana e foi o 65º Secretário de Estado dos Estados Unidos da América durante o governo do presidente George W. Bush, entre 20 de Janeiro de 2001 até 26 de Janeiro de 2005.

Filho de uma família de imigrantes jamaicanos, cumpriu duas comissões de serviço na Guerra do Vietname, em 1962-1963 e em 1968-1969. E em reconhecimento pelos serviços prestados foram-lhe atribuídas várias medalhas e condecorações.

Em 1972 assumiu o seu primeiro cargo de natureza política, fazendo parte da equipa de funcionários da Casa Branca, e tornou-se depois assistente de Frank Carlucci. Posteriormente, desempenhou diversas funções de comando no Pentágono.

Em 1987 passou a fazer parte do Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos e tornou-se assessor do presidente para os assuntos de segurança nacional. No fim desse ano, Ronald Reagan nomeou-o sucessor de Carlucci.

Em 1990, o presidente George Bush nomeou Powell para o cargo de chefe do Estado-Maior Conjunto, o mais alto posto militar do País. Foi, até agora, o único cidadão de raça negra a atingir um posto tão elevado.

Powell planeou a invasão norte-americana do Panamá em Dezembro de 1989, destinada a derrubar e capturar o ditador Manuel Noriega, e a operação Tempestade no deserto durante a Guerra do Golfo.

Retirou-se da vida militar em 1993. Depois disso, tem-se dedicado a escrever, a fazer conferências e a contactos políticos. É frequentemente apontado como futuro candidato à Presidência, seja como independente, seja com o apoio do Partido Republicano, no qual, em todo o caso, não se encontra filiado.

Depois de retirar-se do Exército, o secretário Powell escreveu a sua autobiografia My American Journey, livro que se publicou em 1995 e que teve um grande êxito de vendas.

A 20 de Janeiro de 2001, torna-se Secretário de Estado dos Estados Unidos da América e um elemento chave no governo de George W. Bush na luta contra o terrorismo, especialmente após os atentados de 11 de Setembro de 2001.

Ilha da Páscoa

Páscoa é uma ilha da Polinésia oriental, localizada no sul do Oceano Pacífico. Está situada a 3.700 quilómetros de distância da costa oeste do Chile e a sua população é de 3.791 habitantes, 3.304 dos quais vivem na capital Hanga Roa. Famosa pelas suas enormes estátuas de pedra, faz parte da V Região de Valparaíso, pertencente ao Chile.

Em rapanui, o idioma local é denominada Rapa Nui (ilha grande), Te pito o te henúa (umbigo do mundo) e Mata ki te rangi (olhos fixados no céu).

A Ilha antes dos Europeus

Na pré-história, até 1.200 a.C, a expansão polinésia é contada como uma das explorações marítimas mais dramáticas. Povos vindos do continente asiático, como agricultores e navegadores, aparentemente originários do arquipélago de Bismark, a noroeste da Nova Guiné, atravessaram quase dois mil quilómetros de mar aberto, a bordo de canoas, para atingir as ilhas da Polinésia Ocidental de Fiji, Samoa e Tonga. Os polinésios, apesar da ausência de bússolas, instrumentos de metal e escrita, eram mestres da arte da navegação e da tecnologia de canoas a vela. Os seus ancestrais produziam uma cerâmica conhecida como estilo lapita.

Historiadores acreditavam que as ilhas polinésias foram descobertas ao acaso. Hoje, porém, há fortes indícios de que, tanto as descobertas quanto a colonização foram planeadas por viajantes que numa incursão predeterminada, navegavam rumo ao desconhecido. A rota mais provável para a colonização de Páscoa deve ter sido a partir das ilhas de Mangareva, Pitcairn e Henderson. A transferência de muitas espécies de plantas e animais não deixam dúvidas sobre o planeamento da ocupação da Páscoa pelos seus colonizadores.

Há provas de que os insulares de Páscoa eram típicos polinésios, vindos da Ásia em vez da América. A sua cultura tem características dominantes da cultura Polinésia. Falavam um dialecto polinésio oriental relacionado ao das ilhas do Hawaii e das Marquesas. Os seus instrumentos eram polinésios e assemelhavam-se a antigos modelos das ilhas Marquesas. Muitos dos seus crânios apresentavam uma característica da Polinésia conhecida como mandíbula oscilante.

A História

A 5 de Abril de 1722, o explorador neerlandês Jacob Roggeveen atravessou o Pacífico partindo do Chile em três grandes navios europeus, e após 17 dias de viagem desembarca na ilha num domingo de Páscoa, daí o seu nome, que permanece até hoje.

A primeira e mais adequada descrição da ilha foi feita pelo Capitão Cook, em 1774, na sua breve visita de apenas quatro dias, com o seu destacamento, quando realizou o reconhecimento do território pascoense. Cook tinha a vantagem de estar acompanhado por um taitiano, cujo polinésio era similar ao dos insulares, possibilitando o entendimento entre eles.

Em 1870, comerciantes europeus tomaram posse das terras e introduziram ovinos na ilha. Em 1888, o governo chileno anexou Páscoa, que se tornou uma fazenda de ovelhas administrada por uma empresa escocesa estabelecida no Chile. Os insulares, todos eles, foram obrigados a trabalhar para a empresa contra o pagamento de bens e víveres. Em 1914, os insulares revoltaram-se contra a exploração escrava, porém foram dominados com a chegada de um navio de guerra chileno. Somente em 1966 os nativos se tornaram cidadãos chilenos.

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