O Pacto de Varsóvia, assinado nessa cidade a 14 de Maio de 1955, foi uma resposta Soviética, em junção com os países do Leste, à recém-formada NATO.

Os fundadores deste pacto estavam sob a influência directa da URSS. Porém, as principais acções do Pacto foram dentro dos países-membros para a repressão de revoltas internas. Em 1956, tropas reprimiram manifestações populares na Hungria e na Polónia, e em 1968, na antiga Checoslováquia, na chamada Primavera de Praga. As mudanças no cenário geopolítico da Europa Oriental no final da década de 80, com a queda dos governos socialistas, o fim do Muro de Berlim, o fim da Guerra Fria e a crise na URSS levaram à extinção do Pacto no dia 31 de Março de 1991. O fim do Pacto de Varsóvia representou, também, o fim da Guerra Fria.

Seis anos depois, a NATO convida a então República Checa, Hungria e Polónia a ingressarem na organização, demonstrando uma nova configuração das forças militares na Europa pós-Guerra Fria.

O Pacto de Varsóvia