Pancho Villa, pseudônimo de José Doroteo Arango, nasceu em San Juan del Rio, no México, durante o ano de 1887, e morreu em Parral, no dia 20 de Junho de 1923. Pancho foi um dos mais conhecidos generais da Revolução Mexicana.

 

Aos 16 anos, teria supostamente morto um rico fazendeiro, e para fugir das perseguições judiciais, alistou-se no exército mexicano, como chefe de guarnição. No ano de 1910, apoia Francisco Madero no combate à ditadura controlada por Porfirio Díaz. Um ano após, no mês de Maio, Pancho é exilado e Madero assume o governo.

 

Em 1912, o general Victoriano Huerta, que deporia e substituiria Francisco Madero, condena Pancho Villa à morte por insubordinação. No entanto, Villa foge para os Estados Unidos, com a ajuda de Madero. Após a morte de Madero e a instauração de uma ditadura no México por Huerta, Pancho Villa volta ao México para integrar as forças de Venustiano Carranza, opositor do ditador.

Com o seu grupo espalhado por todo o México, Pancho Villa, Venustiano Carranza, Álvaro Obregón e Emiliano Zapata unem-se num exército que combatia a ditadura numa violenta guerra civil. Pancho recebe o comando da cavalaria com mais de 40 mil homens, que foi decisivo para derrubar o regime de Huerta. Carranza assume o poder, mas Pancho retorna à luta armada, após um desentendimento com o novo governante.

 

Assim, Pancho controla o norte do país. O governo mexicano convoca uma força expedicionária norte-americana para capturar o revolucionário, mas Pancho escapa. Com a deposição de Venustiano Carranza, Pancho torna-se fazendeiro no interior do país. Casa várias vezes, tendo filhos com oito mulheres. Em 1923, é assassinado numa emboscada.

El Pancho Villa