A fim de resolver a crise financeira da França, o ministro da finanças, Necker, resolveu convocar a Assembleia dos Estados Gerais. Nela, cada Estado, isto é, classe social, tinha direito a um voto e, sendo os interesses do Clero e da Nobreza comuns, estas Ordens, de saída, já teriam os seus direitos assegurados.

Ao iniciar-se a reunião, o terceiro Estado exigiu que o voto fosse realizado por cabeça, esperando contar com os votos do Baixo Clero e da Nobreza de toga. Perante tal situação, o rei Luís XVI de França determinou o encerramento da reunião.

O terceiro Estado reuniu-se então na chamada Sala do Jogo da Pela, declarando-se em Assembleia Nacional, posteriormente Assembleia Nacional Constituinte, sob juramento de não sair de lá até que fosse redigida uma Constituição para a França.

Luís XVI tentou reunir as tropas para derrubar a medida dos deputados. Porém, os populares organizaram a chamada milícia de Paris, grupos paramilitares dispostos a enfrentar as forças do rei. Em busca de armas, numa das manifestações, no dia 14 de Julho, ocorreu o cerco e a invasão da Bastilha, que viria a tornar-se a data oficial, símbolo do início da revolução.

 

Celebra-se também neste dia, o Dia Mundial da Liberdade.

A Queda da Bastilha e o Dia Mundial da Liberdade