No dia 10 de Setembro de 1977, há 30 anos atrás, aconteceu a última execução mundial pela guilhotina, a de Hamida Djandoubi pela tortura seguida do assassinato de uma menina.

Este aparelho foi então banido e destruido, servindo hoje apenas como instrumento dos nossos pesadelos e “delírios terroríficos”. A guilhotina foi uma espécie de homenagem ao médico e deputado Joseph-Ignace Guillotin, que considerava este método de execução mais humano do que o enforcamento ou a decapitação com um machado. Na realidade, a agonia do enforcado podia ser longa, e certas decapitações a machado não cumpriam o seu papel ao primeiro golpe, o que aumentava consideravelmente o sofrimento da vítima. Guillotin estimava que a instantaneidade da punição era a condição necessária e absoluta de uma morte decente.

Porém Guilhotin não inventou a guilhotina, tendo sido apenas um grande impulsionador do seu regresso, durante a Revolução Francesa. O aparelho serviu para decapitar 2794  inimigos da Revolução, em Paris.

A Guilhotina