A Guerra Israelo-Árabe de 1973, também conhecida como Guerra do Yom Kipur, ocorreu de 6 de Outubro, sendo este ironicamente o dia do Yom Kipur, o feriado judaico conhecido como o Dia do Perdão, a 22 de Outubro de 1973, entre Israel e uma coligação entre o Egipto e a Síria.

Esta guerra travou-se devido a uma alteração do poder político radical no Médio Oriente. O Presidente Gamal Abdel Nasser do Egipto morreu em Setembro de 1970, sendo sucedido por Anwar Sadat, considerado mais moderado e pragmático que Nasser. Contudo, para neutralizar as ameaças internas do seu governo e assegurar a sua posição no mundo árabe, Sadat resolveu atacar Israel. O plano para o ataque surpresa a Israel, em conjunto com a Síria, recebeu o nome de código Operação Badr.

As forças sírias atacaram os baluartes dos Montes Golã enquanto o Egipto atacava as posições israelitas em volta do Canal de Suez e da Península do Sinai. As tropas infligiram graves perdas no exército inimigo. Depois de três semanas de luta, contudo, as FDI obrigaram as tropas árabes a retrocederem às fronteiras iniciais, tendo Damasco, a capital da Síria, sido bombardeada.

Uma das consequências desta guerra foi a Crise do Petróleo, já que os estados árabes membros da OPEP, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, decidiram parar a exportação deste produto para os Estados Unidos da América e para os países europeus que apoiavam a sobrevivência de Israel.

Guerra do Yom Kipur