
Porque a Revolução foi de todos, para todos, o 25 de Abril, no seu 35º aniversário, deve ser uma celebração de todos os cidadãos, não apenas dos Partidos Políticos e demais movimentos e forças.

Porque a Revolução foi de todos, para todos, o 25 de Abril, no seu 35º aniversário, deve ser uma celebração de todos os cidadãos, não apenas dos Partidos Políticos e demais movimentos e forças.
Aconteceu no dia 18 de Abril de 1506 a colocação da primeira pedra da Basílica de São Pedro, no Vaticano.
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A cerimónia foi presidida e benzida pelo Papa Júlio II, grande impulsionador da obra. Porém da teoria à prática, a realidade foi diferente: de um projecto inicial de uma Igreja com uma cúpula central, a ser construída numa década, a real construção da Basília abrangeu um vasto complexo de edifícios e capelas, tendo demorado cerca de século e meio a estar terminado.
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Os primeiros Judeus, estes provenientes de Atenas, chegam ao célebre e horrendo campo de Auschwitz. Na sua “inauguração”, estiveram presentes as mais altas patentes do Reich.
Como referiu uma estimada Senhora de Idade que Passou por Aqui, comentando uma publicação recente sobre a história do Lápis, em Portugal o seu fabrico é mais recente, mas não menos importante:
Como referido no site da VIARCO, a origem do fabrico dos lápis de carvão em Portugal teve início em 1907, quando o Conselheiro Figueiredo Faria juntamente e o Engenheiro francês Jules Cacheux constroem uma fábrica em Vila do Conde, a Faria, Cacheux & Companhia, também apelidada de Portugália.
No entanto, como tantas indústrias da altura, a entrada de Portugal na Grande Guerra e as subsequentes crises nacionais, e mais tarde a crise mundial (a Grande Depressão), contribuiram para um considerável abrandamento da produção. Porém, em 1931, Manoel Vieira Araújo, um industrial de Aveiro, compra a fábrica e expande a comercialização e o negócio, criando a marca que ainda hoje existe: a VIARCO.
Em 1941, durante bons anos para a empresa, a VIARCO desloca-se para as actuais instalações em São João da Madeira, Aveiro, levando vários funcionários de Vila do Conde até à nova localização. Só mais tarde, devido ao sucesso do negócio durante os anos 70 é que a fábrica torna-se uma unidade independente e é formalizada a VIARCO – Indústria de Lápis, Lda.
Também segundo informações do site oficial, “actualmente a Viarco pretende recuperar o edifício que alberga um grande espólio de arqueologia industrial, adaptando-o para receber as muitas visitas que lhe são solicitadas, construir o Museu do Lápis e diversos ateliers para jovens artistas em início de carreira. A prática e o estabelecimento de parcerias com instituições ligadas à educação, cultura e solidariedade que criem dinâmicas de benefício social é outra das prioridades da empresa.”
Apesar do grande sucesso e da comercialização, nos dias de hoje a Viarco continua a ser a única fábrica de Lápis em Portugal.
Neste dia, em 1730, o Cardeal Lorenzo Corsini é eleito Santo Papa, escolhendo o nome de Clemente XII.

O reinado de Clemente XII ficou marcado pelas obras culturais e grandes incentivos às artes eclesiásticas.
Celebra-se hoje a invenção de algo tão simples (nos dias de hoje), mas presente no dia-a-dia de cada um de nós. O protótipo do lápis poderá ter surgido, numa versão rudimentar, durante o Império Romano, o qual consistia de um pedaço de metal fino utilizado para escrever nos papiros, habitualmente feito a partir de chumbo.
No entanto, só em 1564, aquando da descoberta de um enorme depósito de grafite perto de Borrowdale, em Inglaterra, é que se deu uso a esta tecnologia, sendo bastante útil para marcar ovelhas. Este depósito particular de grafite era extremamente puro e sólido, sendo facilmente cozido numa colher de pau, uma versão primitiva dos lápis.
A Inglaterra manteve o monopólio sobre a indústria de lápis por muito tempo, até que outras fontes de grafite foram descobertas. Porém nenhuma era tão pura quanto a de Borrowdale, contendo muitas impurezas, sendo necessário parti-las para para retirá-las, resultando num pó, que poderia ser reconstituído e transformar-se em lápis.
Com esta pequena publicação, o Diário Universal reescreve-se e presta homenagem pelos 445 anos do lápis.