Arquivo de Abril, 2009

Porque a Revolução é de Todos

Porque a Revolução foi de todos, para todos, o 25 de Abril, no seu 35º aniversário, deve ser uma celebração de todos os cidadãos, não apenas dos Partidos Políticos e demais movimentos e forças.

A Primeira Pedra

Aconteceu no dia 18 de Abril de 1506 a colocação da primeira pedra da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

A cerimónia foi presidida e benzida pelo Papa Júlio II, grande impulsionador da obra. Porém da teoria à prática, a realidade foi diferente: de um projecto inicial de uma Igreja com uma cúpula central, a ser construída numa década, a real construção da Basília abrangeu um vasto complexo de edifícios e capelas, tendo demorado cerca de século e meio a estar terminado.

A Solução Final

Os primeiros Judeus, estes provenientes de Atenas, chegam ao célebre e horrendo campo de Auschwitz. Na sua “inauguração”, estiveram presentes as mais altas patentes do Reich.

A História Nacional do Lápis

Como referiu uma estimada Senhora de Idade que Passou por Aqui, comentando uma publicação recente sobre a história do Lápis, em Portugal o seu fabrico é mais recente, mas não menos importante:

Como referido no site da VIARCO, a origem do fabrico dos lápis de carvão em Portugal teve início em 1907, quando o Conselheiro Figueiredo Faria juntamente e o Engenheiro francês Jules Cacheux constroem uma fábrica em Vila do Conde, a Faria, Cacheux & Companhia, também apelidada de Portugália.

No entanto, como tantas indústrias da altura, a entrada de Portugal na Grande Guerra e as subsequentes crises nacionais, e mais tarde a crise mundial (a Grande Depressão), contribuiram para um considerável abrandamento da produção. Porém, em 1931, Manoel Vieira Araújo, um industrial de Aveiro, compra a fábrica e expande a comercialização e o negócio, criando a marca que ainda hoje existe: a VIARCO.

Em 1941, durante bons anos para a empresa, a VIARCO desloca-se para as actuais instalações em São João da Madeira, Aveiro, levando vários funcionários de Vila do Conde até à nova localização. Só mais tarde, devido ao sucesso do negócio durante os anos 70 é que a fábrica torna-se uma unidade independente e é formalizada a VIARCO – Indústria de Lápis, Lda.

Também segundo informações do site oficial, “actualmente a Viarco pretende recuperar o edifício que alberga um grande espólio de arqueologia industrial, adaptando-o para receber as muitas visitas que lhe são solicitadas, construir o Museu do Lápis e diversos ateliers para jovens artistas em início de carreira. A prática e o estabelecimento de parcerias com instituições ligadas à educação, cultura e solidariedade que criem dinâmicas de benefício social é outra das prioridades da empresa.”

Apesar do grande sucesso e da comercialização, nos dias de hoje a Viarco continua a ser a única fábrica de Lápis em Portugal.

Cardeal Lorenzo Corsini

Neste dia, em 1730, o Cardeal Lorenzo Corsini é eleito Santo Papa, escolhendo o nome de Clemente XII.

O reinado de Clemente XII ficou marcado pelas obras culturais e grandes incentivos às artes eclesiásticas.

445 Anos do Lápis

Celebra-se hoje a invenção de algo tão simples (nos dias de hoje), mas presente no dia-a-dia de cada um de nós. O protótipo do lápis poderá ter surgido, numa versão rudimentar, durante o Império Romano, o qual consistia de um pedaço de metal fino utilizado para escrever nos papiros, habitualmente feito a partir de chumbo.

No entanto, só em 1564, aquando da descoberta de um enorme depósito de grafite perto de Borrowdale, em Inglaterra, é que se deu uso a esta tecnologia, sendo bastante útil para marcar ovelhas. Este depósito particular de grafite era extremamente puro e sólido, sendo facilmente cozido numa colher de pau, uma versão primitiva dos lápis.

A Inglaterra manteve o monopólio sobre a indústria de lápis por muito tempo, até que outras fontes de grafite foram descobertas. Porém nenhuma era tão pura quanto a de Borrowdale, contendo muitas impurezas, sendo necessário parti-las para para retirá-las, resultando num pó, que poderia ser reconstituído e transformar-se em lápis.

Com esta pequena publicação, o Diário Universal reescreve-se e presta homenagem pelos 445 anos do lápis.

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