Celebra-se hoje a invenção de algo tão simples (nos dias de hoje), mas presente no dia-a-dia de cada um de nós. O protótipo do lápis poderá ter surgido, numa versão rudimentar, durante o Império Romano, o qual consistia de um pedaço de metal fino utilizado para escrever nos papiros, habitualmente feito a partir de chumbo.

No entanto, só em 1564, aquando da descoberta de um enorme depósito de grafite perto de Borrowdale, em Inglaterra, é que se deu uso a esta tecnologia, sendo bastante útil para marcar ovelhas. Este depósito particular de grafite era extremamente puro e sólido, sendo facilmente cozido numa colher de pau, uma versão primitiva dos lápis.

A Inglaterra manteve o monopólio sobre a indústria de lápis por muito tempo, até que outras fontes de grafite foram descobertas. Porém nenhuma era tão pura quanto a de Borrowdale, contendo muitas impurezas, sendo necessário parti-las para para retirá-las, resultando num pó, que poderia ser reconstituído e transformar-se em lápis.

Com esta pequena publicação, o Diário Universal reescreve-se e presta homenagem pelos 445 anos do lápis.

445 Anos do Lápis