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	<title>Diário Universal &#187; João Roque</title>
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	<description>Uma Vida não questionada não merece ser vivida -  Platão</description>
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		<title>Fado &#8211; Património Imaterial da Humanidade</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 17:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje Portugal acordou com boas notícias: a UNESCO declarou o Fado como Património Imaterial da Humanidade. Esta decisão foi tomada durante o VI Comité Intergovernamental desta Organização da ONU, em Bali (Indonésia). A candidatura apresentada pela delegação portuguesa começou em 2010, juntando vários historiadores e fadistas, bem como personalidades da sociedade portuguesa, de forma a &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/11/aconteceu/fado-patrimonio-imaterial-da-humanidade/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Hoje Portugal acordou com boas notícias: a UNESCO declarou o Fado como Património Imaterial da Humanidade. Esta decisão foi tomada durante o VI Comité Intergovernamental desta Organização da ONU, em Bali (Indonésia).</p>
<p><a href="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/destaque_inf_dir_0817855001290620545.jpg"><img rel='domelhor'  class="aligncenter size-full wp-image-2653" title="Fado - Património da UNESCO" src="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/destaque_inf_dir_0817855001290620545.jpg" alt="" width="182" height="182" /></a><br />
A candidatura apresentada pela delegação portuguesa começou em 2010, juntando vários historiadores e fadistas, bem como personalidades da sociedade portuguesa, de forma a imortalizar esta arte portuguesa.</p>
<p>Cumpre-se agora o sonho de vários artistas, como Amália Rodrigues, Fernando Maurício e Alberto Marceneiro, entre tantos outros. O Fado vive agora para sempre!</p>
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		<title>Universidade de Lisboa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 09:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Universidade de Lisboa, também conhecida como Universidade Clássica de Lisboa, para se distinguir da Universidade Técnica de Lisboa e da Universidade Nova de Lisboa, é uma instituição de ensino superior público criada no dia 9 de Março de 1911. Tem como lema Ad Lucem, isto é, Para a Luz. Actualmente o seu dirigente máximo &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/03/aconteceu/universidade-de-lisboa-classica/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 294px"><img rel='domelhor'  title="UL" src="http://fisica.fc.ul.pt/img/logo_ul_lb.jpg" alt="" width="284" height="284" /><p class="wp-caption-text">Símbolo da Universidade de Lisboa</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Universidade de Lisboa, também conhecida como Universidade Clássica de Lisboa, para se distinguir da Universidade Técnica de Lisboa e da Universidade Nova de Lisboa, é uma instituição de ensino superior público criada no dia 9 de Março de 1911. Tem como lema <strong>Ad Lucem</strong>, isto é, <em><strong>Para a Luz</strong></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente o seu dirigente máximo é o Magnífico Reitor Doutor António Nóvoa. A sua Reitoria e as Faculdades, com excepção da Faculdade de Belas-Artes, ficam situadas na Cidade Universitária, o maior Campus de Ensino Superior do País. As restantes Instituições da Universidade ficam localizadas em diversos locais de Lisboa.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi criada a 9 de Março de 1911, por decreto do Governo Provisório da República Portuguesa, em simultâneo com a Universidade do Porto, tendo em vista colocar as duas maiores cidades do país em idêntica situação com Coimbra. Para tal, fundaram-se novas academias e congregaram-se as escolas e cursos superiores existentes na capital nas diversas faculdades do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, por meio daquele decreto, foram instituídas as novas faculdades de Medicina e de Farmácia, em substituição da Escola Médico-Cirúrgica. A Faculdade de Ciências ampliou e substituiu a Escola Politécnica existente. O Curso Superior de Letras, fundado pelo rei D. Pedro V a 8 de Junho de 1859, deu lugar à Faculdade de Letras. Foi também criada a Faculdade de Ciências Económicas e Políticas de Lisboa, que em 1913 seria transformada na actual Faculdade de Direito e cujo primeiro director foi Afonso Costa, para contrabalançar o facto de, até então, a esmagadora maioria dos governantes do país serem provenientes da Faculdade de Direito de Coimbra.</p>
<p style="text-align: justify;">A estas se viriam a juntar, mais tarde, as Faculdades de Psicologia e Ciências da Educação, que foi parte da Faculdade de Letras até 1981, de Medicina Dentária, integrada em 1991,  e de Belas-Artes que foi integrada em 1991.</p>
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		<title>Papa Leão XII</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 09:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Papa Leão XII, nascido Annibale Francesco Clemente Melchiore Girolamo Nicola della Genga, em Genga, perto de Ancona, a 22 de Agosto de 1760, morreu em Roma a 10 de Fevereiro de 1829. Foi Papa de 28 de Setembro de 1823 até à data da sua morte. Nascido numa família da Nobreza que já tinha &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/02/morreu/papa-leao-xii/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><img rel='domelhor'  class="alignright" style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="Leão XII" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fd/Leo_XII.jpg/200px-Leo_XII.jpg" alt="Leão XII" width="200" height="269" align="right" />O Papa Leão XII, nascido Annibale Francesco Clemente Melchiore Girolamo Nicola della Genga, em Genga, perto de Ancona, a 22 de Agosto de 1760, morreu em Roma a 10 de Fevereiro de 1829. Foi Papa de 28 de Setembro de 1823 até à data da sua morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Nascido numa família da Nobreza que já tinha vários Papas, Fransceso era filho do conde Fábio della Genga e da condessa Maria Luisa Periberti di Fabriano. Estudou na Academia de Nobres Eclesiásticos, tendo sido ordenado Sacerdote em 1783. O Papa Pio VII fá-lo, pouco depois, o seu secretário particular. Em 1793, foi nomeado arcebispo de Tiro, cidade no Líbano e é enviado como núncio apostólico a Lucerna. A sua carreira diplomática dura até 1798. Porém, chocado pelo comportamento de Napoleão Bonaparte, retira-se para uma Abadia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1814, à revelia do Imperador, foi enviado para entregar, em nome do Papa, felicitações a Luís XVIII de França. Em 1816, é elevado a Cardeal e quatro anos depois nomeado Vigário de Roma. Quando Pio VII morre, foi eleito o seu sucessor pela tendência conservadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua política externa, agora Papa Leão XII procedeu às negociações de diversas concordatas, vantajosas para o Papado. De personalidade suave, reduziu os impostos, tornou a justiça menos pesada  e obteve financiamento para melhoramentos públicos. No entanto, deixou as finanças em pior estado do que as encontrara. Na política doméstica foi bastante severo, tendo condenado as sociedades bíblicas, e sob influência dos jesuítas reorganizou o sistema educacional. O seu reinado ficou marcado pela forte oposição à Carbonária e à Maçonaria.</p>
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		<title>Kaúlza de Arriaga</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 10:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Kaúlza de Arriaga nasceu no Porto a 18 de Janeiro de 1915 e morreu a 3 de Fevereiro de 2004. Arriaga foi um general português, escritor, professor e político, descendente de família açoriana, onde completou o curso superior de Matemática e Engenharia. Formar-se-ia com distinção, mais tarde, nos cursos de Estado-Maior de Altos Comandos, no &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/02/morreu/kaulza-de-arriaga/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><img rel='domelhor'  class="alignright" style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="Arriaga" src="http://www.freewebs.com/com66_k_arriaga/kaulzaarriaga.jpg" alt="Arriaga" width="288" height="409" align="right" />Kaúlza de Arriaga nasceu no Porto a 18 de Janeiro de 1915 e morreu a 3 de Fevereiro de 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">Arriaga foi um general português, escritor, professor e político, descendente de família açoriana, onde completou o curso superior de Matemática e Engenharia. Formar-se-ia com distinção, mais tarde, nos cursos de Estado-Maior de Altos Comandos, no Instituto de Altos Estudos Militares.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi ministro da Defesa Nacional entre 1953 e 1955, entre outros cargos políticos de relevo. Sob ordens de Salazar e de Marcello Caetano, foi comandante das Forças Terrestres em Moçambique durante a Guerra do Ultramar nas regiões moçambicanas. Foi também membro do Conselho da Ordem Militar de Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de concluir os seus estudos em Matemática e Engenharia, foi para o Exército Português, como voluntário a 1 de Novembro de 1935, tendo acabado o curso de Engenharia Militar e Civil da Academia Militar, em 1939.Em 1949, terminou o curso do Estado-Maior e dos Altos Comandos do Instituto de Estudos Militares.</p>
<p style="text-align: justify;">Como militar, esforçou-se na reforma dos sistemas de recrutamento e de treino, preocupou-se com a modernização dos transportes aéreos militares e incentivou o Corpo de forças Pára-quedistas e a sua integração na Força Aérea. Ficou conhecido principalmente pelas campanhas militares que comandou em Moçambique, durante a Guerra do Ultramar, sobretudo na grandiosa <strong>Operação Nó Górdio</strong>, que resultou num enorme fiasco militar.</p>
<p style="text-align: justify;">Colaborador fiel de Oliveira Salazar e de Marcelo Caetano, chegando a ser decisivo no controlo do golpe de Estado de 1961, Kaúlza teve várias funções de carácter civil e militar, como a de Chefe de Gabinete do Ministério da Defesa, de Sub-secretário de Estado da Aeronáutica, de professor do Instituto de Altos Estudos Militares, presidente da Junta de Energia Nuclear, de presidente executivo da empresa de petróleos Angola S. A. e de comandante das forças terrestres em Moçambique. Depois do 25 de Abril de 1974 criou o Movimento para a Independência e Reconstrução Nacional em 1977, partido de Extrema-direita do qual foi presidente e que foi extinto a seguir as eleições legislativas de 1980.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Sofrendo da doença de Alzheimer, morreu em 2004 em Lisboa.</strong></em></p>
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		<title>Clemente XIII</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 08:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clemente XIII, nascido Carlo della Torre Rezzonico, nasceu em Veneza a 7 de Março de 1693 e morreu em Roma a 2 de Fevereiro de 1769. Foi Papa de 6 de Julho de 1758 ate a sua morte. Nasceu em Veneza e era filho do barão João Batista della Torre Rezzonico e de Vitória Barbarigo. &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/02/morreu/clemente-xiii/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><img rel='domelhor'  class="alignright" style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="Clemente XIII" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e8/Clemens_XIII.jpg/200px-Clemens_XIII.jpg" alt="Clemente XIII" width="200" height="284" align="right" />Clemente XIII, nascido Carlo della Torre Rezzonico, nasceu em Veneza a 7 de Março de 1693 e morreu em Roma a 2 de Fevereiro de 1769. Foi Papa de 6 de Julho de 1758 ate a sua morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Nasceu em Veneza e era filho do barão João Batista della Torre Rezzonico e de Vitória Barbarigo. No início do pontificado, Clemente XIII escreveu cartas aos soberanos da Europa, empenhados na guerra dos Sete Anos. O novo Papa conseguiu extinguir a velha animosidade entre a sua cidade natal, e a sede do Papado, Roma. Socorreu o povo na carestia de 1764, acolhendo 14 mil pessoas. Obrigou os latifundiários dos Estados Papais a plantarem as suas terras. Mandou velar nos museus as obras artísticas de consideradas por alguns realismo exagerado. Controlou abusos de copistas, que se serviam dos Arquivos romanos. Reprovou o livro em que João Nicolau de Hontheim, escondido atrás do pseudónimo de Justinus Febronius, atacava a soberania do Papa.</p>
<p style="text-align: justify;">A negação de toda a Religião, pregada sob a capa de racionalismo por Voltaire, Rousseau e outros, desencadeou a perseguição aos batalhadores da Igreja, os Jesuítas. Em Portugal, o Marquês de Pombal implicou-os num atentado contra o Rei D. José, originando o Processo dos Távoras e a expulsão de todos os Jesuítas para o Brasil.</p>
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		<title>Louis Braille</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 12:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Louis Braille nasceu em Coupvray a 4 de Janeiro de 1809 e morreu Paris, no dia 6 de Janeiro de 1852. Braille foi o criador do sistema de leitura para cegos que recebeu seu nome, braille. Louis Braille nasceu em 4 de Janeiro de 1809 em Coupvray, na França, a cerca de 40 quilómetros de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/01/morreu/louis-braille/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><img rel='domelhor'  style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="Louis Braille" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c8/Braille.jpg/250px-Braille.jpg" alt="Louis Braille" width="250" height="258" align="right" />Louis Braille nasceu em Coupvray a 4 de Janeiro de 1809 e morreu Paris, no dia 6 de Janeiro de 1852. Braille foi o criador do sistema de leitura para cegos que recebeu seu nome, braille.</p>
<p style="text-align: justify;">Louis Braille nasceu em 4 de Janeiro de 1809 em Coupvray, na França, a cerca de 40 quilómetros de Paris. O seu pai, Simon-René Braille, era um fabricante de arreios e selas. Aos três anos, provavelmente ao brincar na oficina do pai, Louis feriu-se no olho esquerdo com uma ferramenta pontiaguda. A infecção que se seguiu ao ferimento alastrou-se ao olho direito, provocando a cegueira total.</p>
<p style="text-align: justify;">Na tentativa de que Louis tivesse uma vida o mais normal possível, os pais e o padre da paróquia, Jacques Palluy, matricularam-no na escola local. Louis tinha enorme facilidade em aprender o que ouvia e em determinados anos foi seleccionado como líder da turma. Com 10 anos de idade, Louis ganhou uma bolsa do Institut Royal des Jeunes Aveugles de Paris .</p>
<p style="text-align: justify;">O fundador do instituto, Valentin Haüy, foi um dos primeiros a criar um programa para ensinar os cegos a ler. As primeiras experiências de Haüy envolviam a gravação em alto-relevo de letras grandes, em papel grosso. Embora rudimentares, estes esforços lançaram a base para desenvolvimentos posteriores. Apesar de as crianças aprenderem a ler com este sistema, não podiam escrever porque a impressão era feita com letras costuradas no papel.</p>
<p style="text-align: justify;"><img style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="Código de Braille" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/48/LouisBraille.png/250px-LouisBraille.png" alt="Código de Braille" width="250" height="142" align="left" />Em 1821, quando Louis Braille tinha apenas 12 anos, Charles Barbier, capitão reformado da artilharia francesa, visitou o instituto onde apresentou um sistema de comunicação chamado de escrita nocturna, também conhecido por Serre e que mais tarde veio a ser chamado de <em>sonografia</em>. Tratava-se de um método de comunicação táctil que usava pontos em relevo dispostos num rectângulo com seis pontos de altura por dois de largura e que tinha aplicações práticas no campo de batalha, quando era necessário ler mensagens sem usar a luz que poderia revelar posições. Assim, era possível trocar ordens e informações de forma silenciosa. Louis Braille dedicou-se de forma entusiástica ao método e passou a efectuar algumas melhorias.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, nos dois anos seguintes, Braille esforçou-se em simplificar o código. Por fim desenvolveu um método eficiente e elegante que se baseava numa célula de apenas três pontos de altura por dois de largura. O sistema apresentado por Barbier, era baseado em 12 pontos, ao passo que o sistema desenvolvido por Braille é mais simples, com apenas 6 pontos. Braille, em seguida, melhorou o seu próprio sistema, incluindo a notação numérica e musical. Em 1824, com apenas 15 anos, Louis Braille terminou o seu sistema de seis pontos. Pouco depois, ele mesmo começou a ensinar no instituto e, em 1829, publicou o seu método exclusivo de comunicação que hoje tem o seu nome. Excepto algumas pequenas melhorias, o sistema permanece basicamente o mesmo até hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">No Instituto, o novo código foi adoptado oficialmente em 1854, dois anos após a morte de Braille, provocada pela tuberculose no dia 6 de Janeiro de 1852, com apenas 43 anos.  Em França, a invenção de Louis Braille foi finalmente reconhecida pelo Estado. Em 1952, o seu corpo foi transferido para Paris, onde repousa no Panthéon.</p>
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		<title>D. Sancho II</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 10:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[D. Sancho II, quarto rei de Portugal, nasceu em Coimbra a 8 de Setembro 1209, filho do rei Afonso II de Portugal e de sua rainha Urraca de Castela. Sancho subiu ao trono em 1233 e foi sucedido pelo irmão Afonso III em 1248. Por altura da sua coroação, Portugal encontrava-se envolvido num sério conflito &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/01/morreu/d-sancho-ii/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><img rel='domelhor'  class="alignright" style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="D. Sancho II" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e9/SanchoII-P.jpg/175px-SanchoII-P.jpg" alt="D. Sancho II" width="175" height="249" align="right" />D. Sancho II, quarto rei de Portugal, nasceu em Coimbra a 8 de Setembro 1209, filho do rei Afonso II de Portugal e de sua rainha Urraca de Castela. Sancho subiu ao trono em 1233 e foi sucedido pelo irmão Afonso III em 1248.</p>
<p style="text-align: justify;">Por altura da sua coroação, Portugal encontrava-se envolvido num sério conflito diplomático com a Igreja Católica. O seu pai, o rei Afonso II, havia sido excomungado pelo Papa Honório III, devido às suas tentativas de reduzir o poder da Igreja dentro do país. Sancho II assinou um tratado de 10 pontos com o Papa, mas não fez muita questão em passá-lo à prática, dando mais atenção à Reconquista da Península Ibérica. Sancho II conquistou várias cidades no Algarve e no Alentejo tendo, para tal, muito contribuído a acção da Ordem de Santiago. Esta Ordem militar recebeu como pagamento dos serviços prestados diversas povoações, tais como Aljustrel, Sesimbra, Aljafar de Pena, Mértola, Aiamonte e Tavira.</p>
<p style="text-align: justify;">Sancho II provou ser um general capaz e eficiente, mas no campo administrativo mostrou-se não tão dotado. O rei manteve-se sobretudo interessado pelo lado militar do seu reinado e assim abriu o flanco para disputas internas e intrigas da nobreza. Com a situação da Igreja bastante comprometida, o bispo do Porto, Martinho Rodrigues, fez uma queixa formal ao Papa, que no século XIII detinha poder de colocar e retirar coroas conforme os seus interesses. No concílio de Lyon, o Papa Inocêncio IV, através da bula <strong>Inter alia desiderabilia e Grandi non emmerito</strong> excomungou e depôs Sancho II, considerando-o um <em><strong>rex innutilis</strong></em>, ou seja, que não sabia administrar a justiça no seu reino, tendo ordenado aos Portugueses que escolhessem um novo rei para substituir o herege.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1246, o irmão mais novo de Sancho, Afonso, então a viver em França como Conde de Bolonha, foi convidado a ocupar o trono real. Numa assembleia de prelados e nobres portugueses, reunida em Paris, D. Afonso jurou que guardaria e faria guardar todos os privilégios, foros e costumes dos municípios, cavaleiros, peões, religiosos e clérigos seculares do reino. Afonso abdicou imediatamente das suas terras Francesas e marchou sobre Portugal. Apesar de não ter perdido nenhuma das batalhas contra o seu irmão, a pressão da Santa Sé levou Sancho II a abdicar em 1247 e a exilar-se em Toledo onde morreu a 4 de Janeiro de 1248.</p>
<p style="text-align: justify;">Julga-se que os seus restos mortais repousem na catedral de Toledo.</p>
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		<title>Compra Gadsden</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 10:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito Armado]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fixo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Compra Gadsden constituiu-se pela aquisição ao México, por parte dos Estados Unidos da América, de territórios com uma área total de aproximadamente 77 770 km2, actualmente situados no sul dos Estados Norte-americanos do Arizona e Novo México, incluindo territórios a norte do Rio Gila e a oeste do Rio Grande. Após o final da &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/12/aconteceu/compra-gadsden/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">A Compra Gadsden constituiu-se pela aquisição ao México, por parte dos Estados Unidos da América, de territórios com uma área total de aproximadamente 77 770 km2, actualmente situados no sul dos Estados Norte-americanos do Arizona e Novo México, incluindo territórios a norte do Rio Gila e a oeste do Rio Grande.<br />
<a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b5/Gadsden_Purchase_Cities.png"><img rel='domelhor'  class="aligncenter" style="border: 2px solid black; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="CG" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b5/Gadsden_Purchase_Cities.png" alt="" width="384" height="235" /></a><br />
Após o final da Guerra Mexicano-Americana de 1848 ainda existiam várias disputas fronteiriças entre os Estados Unidos e o México, sendo que o território que hoje constitui o sul dos estados do Arizona e Novo México fazia parte de uma proposta para a construção de uma linha de caminho de ferro transcontinental. O então Secretário-de-Guerra americano, Jefferson Davis, convenceu o Presidente Franklin Pierce a enviar James Gadsden, que tinha interesses pessoais nesta rota de caminho de ferro, para negociar com o México a compra destes territórios.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o acordo estabelecido e assinado no dia 30 de Dezembro de 1853, também conhecido como o Tratado de La Mesilla, entre James Gadsden e o Presidente mexicano Antonio López de Santa Anna, os Estados Unidos pagaram ao México 10 milhões de dólares, equivalentes a 233 milhões de dólares de 2004, em troca da cedência territorial mexicana.</p>
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		<title>Serpa Pinto</title>
		<link>http://www.diario-universal.com/2009/12/morreu/serpa-pinto/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 09:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Morreu]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Alexandre Alberto da Rocha de Serpa Pinto nasceu a 20 de Abril de 1846 na cidade de Lisboa, tornando-se num famoso explorador e num brilhante Administrador colonial português. Nascido na freguesia de Tendais, no Concelho de Cinfães, Serpa Pinto ingressou no Colégio Militar com apenas 10 anos e aos 17 já era um aluno Comandante &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/12/morreu/serpa-pinto/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><img rel='domelhor'  class="alignright" style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="Serpa Pinto" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ec/AlexandreSerpaPinto.jpg/250px-AlexandreSerpaPinto.jpg" alt="Fotografia de época de Serpa Pinto" width="250" height="418" />Alexandre Alberto da Rocha de Serpa Pinto nasceu a 20 de Abril de 1846 na cidade de Lisboa, tornando-se num famoso explorador e num brilhante Administrador colonial português.</p>
<p style="text-align: justify;">Nascido na freguesia de Tendais, no Concelho de Cinfães, Serpa Pinto ingressou no Colégio Militar com apenas 10 anos e aos 17 já era um aluno Comandante de Batalhão, demonstrando a sua capacidade de liderança e de destreza militar. Alexandre viajou pela primeira vez até África em 1869, numa expedição ao rio Zambeze, integrando uma coluna de quase mercenários, cujo objectivo era o de enfrentar as milícias do Bonga. Porém Serpa Pinto integrava a coluna como técnico, avaliando a rede hidrográfica e a topografia local. Mais tarde, em 1877, explorou a zona entre a costa oeste de Angola e a costa leste de Moçambique, liderando uma expedição que partiu de Benguela, em Angola. A expedição terminou em 1879, tendo atravessado as bacias do rio Congo e do Zambeze, Angola e partes das actuais Zâmbia, Zimbabwe e África do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">A expedição de Serpa Pinto tinha como objectivo fazer o reconhecimento do território e efectuar o mapeamento do interior do continente africano, para demarcar a zona que Portugal reclamaria para si através do famoso Mapa Cor-de-rosa, cujo foi obsoleto devido ao ultimato britânico de 1888. Em reconhecimento dos seus serviços prestados ao País, Serpa Pinto foi nomeado Cônsul-Geral para o Zanzibar em 1887 e Governador-Geral de Moçambique em 1889.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto o Rei D. Luís I, como o seu filho Carlos I de Portugal, nomearam-no seu Ajudante de Campo e o segundo concedeu-lhe, em duas vidas, o título de Visconde de Serpa Pinto. A vila de Menongue, no sudeste de Angola, foi chamada Serpa Pinto até 1975 em alusão a este explorador. Ainda novo, já depois de ter servido Portugal de várias maneiras, desde explorador, a Deputado no Parlamento Nacional, a Governador das Províncias, as suas constantes viagens e aventuras pelo continente africano debilitaram a sua saúde, tendo vindo a a falecer no dia 28 de Dezembro de 1900.</p>
<div class="shr-publisher-280"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Augusto Pinochet &#8211; o Fim do Ditador</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 11:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito Armado]]></category>
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		<description><![CDATA[Augusto José Ramón Pinochet Ugarte nasceu em Valparaíso, no dia 25 de Novembro de 1915 e faleceu hoje, no ano de 2006, em Santiago. Pinochet foi um ditador chileno, presidente do seu país de 1973 a 1990. Nomeado a 1973 comandante do exército chileno, até então considerado um general leal e fora da política, acabou &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/12/morreu/augusto-pinochet-o-fim-do-ditador/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><img rel='domelhor'  style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="Pinochet na década de 50" src="http://www.junjan.org/weblog/images/Pinochet.jpg" alt="Pinochet na década de 50" width="230" height="311" align="right" />Augusto José Ramón Pinochet Ugarte nasceu em Valparaíso, no dia 25 de Novembro de 1915 e faleceu hoje, no ano de 2006, em Santiago. Pinochet foi um ditador chileno, presidente do seu país de 1973 a 1990.</p>
<p style="text-align: justify;">Nomeado a 1973 comandante do exército chileno, até então considerado um general leal e fora da política, acabou por chefiar a rebelião militar que tomou o poder através do golpe de estado de 11 de Setembro de 1973, bombardeando o palácio presidencial com aviões da força aérea, na expectativa de destruí-lo e matar todos os ministros, derrubando assim o presidente Salvador Allende. A 17 de Junho de 1974 assumiu formalmente o cargo de Presidente da República.</p>
<p style="text-align: justify;">O Chile vivia na altura uma forte crise económica e social, devido ao grande fracasso das acções desenvolvidas durante o mandato de Salvador Allende, medidas socializante como a nacionalização de bancos, das minas de cobre e algumas grandes empresas, que provocaram uma enorme agitação social, que deu origem à sangrenta ditadura de Pinochet.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em 1978, assistiu-se a um dos anos mais críticos para o Governo de Pinochet, com os EUA a condenarem a politica totalitária e opressora do direitos civis chilenos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="Pinochet por volta do ano de 2000" src="http://www.chile-erleben.de/Bilder/Pinochet.jpg" alt="Pinochet por volta do ano de 2000" width="263" height="394" align="left" />A ditadura, comandada pelo governo de Pinochet, permitiu o livre investimento de capital estrangeiro no país e um importante processo de liberalização económico, o que possibilitou um considerável crescimento económico da durante a década de 70. Contudo a crise económica de 1981 e as suas avultadas complicações, com elevadas taxas de desemprego e uma balança comercial deficitária, proporcionou uma crescente onda de contestação contra regime de Pinochet.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto abriu caminho para uma onda de protestos populares, contra a ditadura, que culminou com a campanha do &#8220;não&#8221; no referendo de 1988, que determinaria o &#8220;direito&#8221; de Pinochet concorrer a novo mandamento.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 18 de Fevereiro de 1988 foi derrotado em referendo, que rejeitou o prolongamento da sua presidência. Em 1989, foram realizadas as primeiras eleições desde 1970, quando o General Pinochet entregou a presidência a Patricio Aylwin. Passou então a exercer as funções de senador vitalício no Congresso chileno, às quais renunciou em virtude dos problemas de saúde e das diversas acusações de violações aos direitos humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, Pinochet, que governou o país com mão de ferro por dezassete anos, perdeu o controlo quase absoluto, que detinha sobre as instituições chilenas, passando a temer eventuais investigações e processos judiciais que pudessem fazê-lo responder por crimes contra a Humanidade. Todavia, em Julho de 2001, apresentou um atestado de debilidade mental que o salvou de uma possível condenação.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2004 Pinochet passou a ser acusado de manter contas secretas no exterior, a partir de investigações realizadas pelo Senado dos EUA, no Banco Riggs. Embora tenha deixado de responder a processos por violações a direitos humanos nos casos &#8220;Caravana da Morte&#8221; e &#8220;Operação Condor&#8221;, em virtude de sua frágil saúde, Pinochet continua a ser responsabilizado por organizações de defesa das vítimas, que o acusam de graves crimes cometidos durante a ditadura.</p>
<p style="text-align: justify;"><img style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="Pinochet em 1998" src="http://www.liberalismo.org/img/secciones/pinochet.jpg" alt="Pinochet em 1998" width="150" height="200" align="right" />Ainda que protegido pela imputabilidade, tal facto não impediu a continuação das investigações. Então, em Julho de 2006, a partir dos depoimentos do general reformado Manuel Contreras, ex-chefe da DINA, a Polícia Secreta do regime milita, e, até então, um dos mais fiéis subordinados do ex-ditador Augusto Pinochet, vieram ao de cima provas que o ditador ficara milionário a partir da fabricação de cocaína instaladas em edifícios do exército chileno. O tráfico controlado por Pinochet permitiu que o ditador e o seu filho juntassem grandes quantias de dinheiro, distribuídas em bancos ao redor do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sofreu, dia 3 de Dezembro de 2006, um ataque cardíaco, tendo vindo a falecer  a dia 10 de Dezembro.</p>
<div class="shr-publisher-187"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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