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	<title>Diário Universal &#187; Conflito Armado</title>
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	<description>Uma Vida não questionada não merece ser vivida -  Platão</description>
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		<title>Tenente-General Tadamichi Kuribayashi</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 08:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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O Tenente-General Tadamichi Kuribayashi nasceu a 7 de Julho de  1891 e suicidou-se no dia 22 de Março de 1945, enquanto Comandante da defesa japonesa em Iwo Jima,  durante a imponente Batalha de Iwo Jima. Kuribayashi nasceu numa família samurai. No início de 1928, Tadamichi passou 2 anos num centro militar em Washington, onde pôde [...]]]></description>
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<div id="attachment_2410" class="wp-caption alignright" style="width: 281px"><a href="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/451px-Tadamichi_Kuribayashi1.jpg"><img class="size-full wp-image-2410" title="451px-Tadamichi_Kuribayashi1" src="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/451px-Tadamichi_Kuribayashi1.jpg" alt="" width="271" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia do Tenente-General antes da sua partida para Iwo Jima</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Tenente-General Tadamichi Kuribayashi nasceu a 7 de Julho de  1891 e suicidou-se no dia 22 de Março de 1945, enquanto Comandante da defesa japonesa em Iwo Jima,  durante a imponente Batalha de Iwo Jima. Kuribayashi nasceu numa família samurai. No início de 1928, Tadamichi passou 2 anos num centro militar em Washington, onde pôde observar o poder industrial dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Junho de 1944, o então Tenente-General foi escolhido pelo Imperador Hirohito para liderar a defesa da ilha de Iwo Jima. Na noite anterior à sua partida, reuniu-se em particular com o Imperador para lhe avisar sobre a importância dos EUA não tomarem o local.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 16 de Fevereiro de 1945, três divisões de Fuzileiros dos EUA desembarcaram na ilha, dando continuidade à Operação Detachment. Kuribayashi ordenou às suas tropas que cada um deveria abater 10 soldados americanos ou um tanque antes de tombar, recusando-se a deixá-los participar em ataques suicidas. Ao invés disso, preferiu utilizá-los em táticas de guerrilha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>&#8220;Continuamos a lutar&#8221;</em></strong>, comunicou Kuribayashi por rádio a 22 de Março. <strong><em>&#8220;As forças sobre o meu comando são agora quatrocentas. Tanques estão a atacar as nossas posições. O inimigo sugeriu através de altifalantes que nos rendêssemos, mas os oficiais e o restante dos homens riram-se e não deram atenção&#8230;&#8221;</em></strong> &#8211; esta foi a sua última mensagem. Os Estados Unidos declararam Iwo Jima segura a 26 de Março, 1945.</p>
<p style="text-align: justify;">A história do General Kuribayashi tornou-se mundialmente conhecida sessenta anos após a Batalha de Iwo Jima, através do filme Cartas de Iwo Jima, que descreve a sua odisseia através de cartas encontradas nas cavernas da ilha, anos depois, escritas por soldados e oficiais antes e durante a batalha e nunca enviadas. O filme, dirigido por Clint Eastwood, sucesso de crítica e bilheteira, ganhou o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, visto apesar ser uma produção norte-americana é falado em japonês, de 2006.</p>
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		<title>Conflito de Cisplatina</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 08:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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No dia 17 de Março de 1808, Portugal dá um ultimato aos governantes de Buenos Aires, tendo assim começado a disputa pela Província Cisplatina. A Província Cisplatina, também denominada de Província Oriental, era o nome dado a uma região situada no sul do Brasil, que fazia parte do Vice-Reinado do Prata, território incorporado no Reino [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img title="Brasil" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e3/Cisplatina.png/250px-Cisplatina.png" alt="" width="250" height="291" /><p class="wp-caption-text">Território do Brasil</p></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 17 de Março de 1808, Portugal dá um ultimato aos governantes de Buenos Aires, tendo assim começado a disputa pela Província Cisplatina. A Província Cisplatina, também denominada de Província Oriental, era o nome dado a uma região situada no sul do Brasil, que fazia parte do Vice-Reinado do Prata, território incorporado no Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves em 1821.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido ao facto de grande parte da população deste território ser constituída na altura por colonos espanhóis, a sua integração no Brasil nunca foi completa. A língua e os costumes, herdados da Espanha, impediam esta integração e qualquer ligação à sociedade brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira década de 1800, o governo argentino reivindicou este território como parte do antigo Vice-reinado do Prata. Porém, como parte integrante das estratégias de defesa territorial, o Império do Brasil manteve o seu direito às terras. A desanexação ocorreu em 1828, com a independência do território que formou a República Oriental do Uruguai.</p>
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		<title>Batalha do Jenipapo</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 19:14:54 +0000</pubDate>
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A Batalha do Jenipapo, a única verdadeira batalha durante o processo de independência do Brasil, ocorreu nas margens do riacho de Jenipapo no dia 13 de Março de 1823, sendo decisiva para as intenções de independência do Brasil e consolidação do território nacional.
Esta batalha consistiu na luta de várias capitanias contra as tropas do Major [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><img class=" " title="Cemitério onde estão os corpos dos combatentes, Monumento do Jenipapo" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dd/Cemit%C3%A9riomj.jpg" alt="" width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Cemitério onde estão os corpos dos combatentes, no Monumento do Jenipapo</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Batalha do Jenipapo, a única verdadeira batalha durante o processo de independência do Brasil, ocorreu nas margens do riacho de Jenipapo no dia 13 de Março de 1823, sendo decisiva para as intenções de independência do Brasil e consolidação do território nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta batalha consistiu na luta de várias capitanias contra as tropas do Major João José da Cunha Fidié, o comandante das tropas portuguesas, encarregadas de manter o norte da ex-colónia fiel à Coroa Portuguesa. Apesar da grande derrota dos brasileiros, este confronto resultou num desviar de atenção da capital de então, Oeiras. Caso o Major continuasse a marchar para Oeiras, talvez não encontrasse resistência e cumpriria o seu objectivo de manter o norte fiel ao Império.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar desta data quase não estar assinalada dos livros de História Brasileiros, foi graças aos homens que nela lutaram que hoje não existem dois territórios brasileiros, mas sim um Brasil unido e um dos primeiros países verdadeiramente independentes.</p>
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		<title>Gripe Espanhola de 1918</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 10:12:08 +0000</pubDate>
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A Gripe de 1918, frequentemente citada como Gripe Espanhola, foi uma pandemia do vírus influenza que se espalhou por quase toda parte do mundo. Esta gripe foi causada por uma virulência  invulgar e frequentemente mortal de uma estirpe do vírus Influenza A do subtipo H1N1, bastante similar à Gripe A.
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		</div>
<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 286px"><img class=" " title="Gripe Espanhola" src="http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/metroclima/usu_img/recorde1918f.jpg" alt="" width="276" height="363" /><p class="wp-caption-text">A gripe fez-se sentir principalmente nas tropas estacionadas na Europa no pós Primeira Guerra Mundial.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Gripe de 1918, frequentemente citada como Gripe Espanhola, foi uma pandemia do vírus influenza que se espalhou por quase toda parte do mundo. Esta gripe foi causada por uma virulência  invulgar e frequentemente mortal de uma estirpe do vírus <strong><em>Influenza A</em></strong> do subtipo H1N1, bastante similar à Gripe A.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem geográfica da pandemia de gripe de 1918-1919 é desconhecido, tendo sido designada de gripe espanhola, gripe pneumónica, peste pneumónica ou, simplesmente, pneumónica. A designação &#8220;gripe espanhola&#8221; deu origem a algum debate na literatura médica da época, que talvez se deva ao facto de a imprensa na Espanha, não participando na guerra, ter noticiado livremente que civis em muitos lugares estavam a adoecer e a morrer em números alarmantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A doença foi observada pela primeira vez em Fort Riley, no estado norte-americano no Kansas, a 4 de Março de 1918, e em Queens no dia 11 de Março do mesmo ano.<br />
Os primeiros casos conhecidos de gripe na Europa ocorreram em Abril de 1918 com tropas francesas, britânicas e americanas, estacionadas nos portos de embarque na França. A primeira vitima mortal sucumbiu à gripe no dia 8 de Março de 1918.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Maio, a doença atingiu a Grécia, Portugal e Espanha. Em Junho, a Dinamarca e a Noruega. Em Agosto, os Países Baixos e a Suécia. Todos os exércitos estacionados na Europa foram severamente afectados pela doença, calculando-se que cerca de 80% das mortes da Armada dos EUA se deveram à gripe.</p>
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		<title>Tratado das Alcáçovas-Toledo</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 12:20:55 +0000</pubDate>
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O Tratado das Alcáçovas, também denominado como , foi um diploma assinado entre o Rei Afonso V de Portugal e os Reis Católicos de Espanha, no desenvolvimento da Guerra da Beltraneja. Foi inicialmente assinado na vila portuguesa de Alcáçovas, no Alentejo, a 4 de Setembro de 1479, colocando fim à Guerra de sucessão de Castela [...]]]></description>
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		</div>
<div id="attachment_2325" class="wp-caption alignright" style="width: 248px"><a href="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/Alcaçovas1.jpg"><img class="size-full wp-image-2325 " title="Alcaçovas1" src="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/Alcaçovas1.jpg" alt="" width="238" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Cópia do Tratado Original</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Tratado das Alcáçovas, também denominado como , foi um diploma assinado entre o Rei Afonso V de Portugal e os Reis Católicos de Espanha, no desenvolvimento da Guerra da Beltraneja. Foi inicialmente assinado na vila portuguesa de Alcáçovas, no Alentejo, a 4 de Setembro de 1479, colocando fim à Guerra de sucessão de Castela e posteriormente ratificado na cidade castelhana de Toledo, a 6 de Março de 1480.</p>
<p style="text-align: justify;">Portugal, na qualidade de principal Estado monárquico empenhado no reconhecimento de direitos sobre as ilhas atlânticas e a costa africana durante a década de 1470, viu-se enfrentado uma série de conflitos com o reino vizinho. Uma vez concluída, na Península Ibérica, uma guerra favorável a Castela, os representantes de ambos os Estados firmaram um acordo de paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de formalizar o fim das hostilidades, o Tratado continha outras cláusulas concernentes à política de projecção externa de ambos os países, num momento em que os dois reinos competiam pelo domínio do Oceano Atlântico e das terras até então descobertas na costa africana.</p>
<p style="text-align: justify;">Portugal obtinha o reconhecimento do seu domínio sobre a ilha da Madeira, o Arquipélago dos Açores, o de Cabo Verde e a costa da Guiné, enquanto que Castela recebia as ilhas Canárias, exploradas por Diego Garcia de Herrera em 1476, renunciando a navegar ao Sul do cabo Bojador, ou seja, do Paralelo 27 no qual se encontravam as próprias ilhas. Este Tratado regulamentava também as áreas de influência e de expansão de ambas as coroas pelo Reino Oatácida de Fez, no Norte de África.</p>
<p style="text-align: justify;">O Tratado foi o primeiro do género, que regulamentava a posse de terras ainda não descobertas, reflectindo os anseios de Portugal, interessado em garantir os direitos sobre a costa da Mina e o Golfo da Guiné, bem como uma possível passagem para a Índia, descoberta anos mais tarde.</p>
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		<title>Sultão Saladino</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 09:28:06 +0000</pubDate>
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Saladino nasceu em Tikrit (actual Iraque) em 1138, tornando-se um importante chefe militar muçulmano e Sultão do Egipto e da Síria. No auge do seu poder, o seu domínio estendia-se pelo Egipto, Síria, Iraque, Iémen e pelo Hijaz. Saladino foi responsável por reconquistar Jerusalém  aos Cristãos, durante as Cruzadas, após a sua vitória na Batalha [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 299px"><img class="  " title="Saladino" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/83/ChristiansBeforeSaladin.jpg" alt="" width="289" height="419" /><p class="wp-caption-text">Cristãos perante Saladino durante a Terceira Cruzada.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Saladino nasceu em Tikrit<em> (actual Iraque)</em> em 1138, tornando-se um importante chefe militar muçulmano e Sultão do Egipto e da Síria. No auge do seu poder, o seu domínio estendia-se pelo Egipto, Síria, Iraque, Iémen e pelo Hijaz. Saladino foi responsável por reconquistar Jerusalém  aos Cristãos, durante as Cruzadas, após a sua vitória na Batalha de Hattin, tornando-se uma figura emblemática na cultura curda, árabe, persa, turca e islâmica em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">Saladino, adepto do islamismo sunita, tornou-se célebre entre os cronistas cristãos da época pela sua conduta cavalheiresca, especialmente nos relatos sobre o cerco a Kerak em Moab. Apesar de ser o principal inimigo dos Cruzados, conquistou o respeito de muitos deles, incluindo Ricardo Coração de Leão.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerado o final vencedor das Guerra Santas, Saladino tornou-se um herói de um ciclo de lendas, que percorreram todo o Oriente médio e a Europa. Os seus feitos são lembrados e admirados até os dias de hoje pelos povos muçulmanos. Forte protector da cultura islâmica, não era apenas um líder militar, mas também um excelente administrador dos seus domínios. Saladino mandou reconstruir a Mesquita de Al-Aksa, na cidade de Jerusalém, e ordenou também a construção da cidadela do Cairo e outros monumentos de interesse mundial. Veio a falecer em Damasco, hoje capital da Síria, em 1193.</p>
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		<title>Estatuto do Rhuddlan</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 10:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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O Estatuto do Rhuddlan foi promulgado no dia 3 de marco de 1284, após a conquista militar do Principado de Gales. Este Principado tinha sido criado por Llywelyn ap Gruffudd, Senhor dos Aberffraw e Príncipe de Gales, título esse posteriormente detido pelo seu sucessor Dafydd ap Gruffudd, o posterior Rei de Inglaterra, Eduardo I.
O estatuto [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O Estatuto do Rhuddlan foi promulgado no dia 3 de marco de 1284, após a conquista militar do Principado de Gales. Este Principado tinha sido criado por Llywelyn ap Gruffudd, Senhor dos Aberffraw e Príncipe de Gales, título esse posteriormente detido pelo seu sucessor Dafydd ap Gruffudd, o posterior Rei de Inglaterra, Eduardo I.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 372px"><img title="Estatuto" src="http://www.bl.uk/onlinegallery/takingliberties/images/31lawsofhywelddasmall.jpg" alt="" width="362" height="217" /><p class="wp-caption-text">Estatuto de Rhuddlan</p></div>
<p style="text-align: justify;">O estatuto assumiu as terras na posse dos Príncipes de Gwynedd, sob o título de Príncipe de Gales, como parte das terras da Inglaterra sob Eduardo I. Algumas das terras, como o sul do Reino de Powys, já pertenciam ao Reino desde 1283. Estes territórios não incluem uma faixa de terra desde Pembrokeshire, através do sul de Gales até às suas fronteiras, que foi em grande parte pertencente aos Senhores das Marches, incluída anos mais tarde no Reino Unido.</p>
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		<title>Raimundo IV de Toulouse</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 12:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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Raimundo IV de Toulouse nasceu entre os anos de 1041 e 1042, na actual França, tornando-se Conde de Toulouse, Duque de Narbonne, Margrave da Provença e um dos principais líderes da Primeira Cruzada, na qual se tornou também conde de Trípoli. Raimundo era filho do conde Pôncio de Toulouse e Almodis de La Marche.
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		</div>
<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 309px"><img class=" " title="Mural Medieval" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ea/Adh%C3%A9mar_de_Monteil_%C3%A0_Antioche.jpeg/499px-Adh%C3%A9mar_de_Monteil_%C3%A0_Antioche.jpeg" alt="" width="299" height="359" /><p class="wp-caption-text">Iluminura  medieval de Ademar de Monteil (com a mitra) empunhando a lança do destino numa Batalha da Primeira Cruzada</p></div>
<p style="text-align: justify;">Raimundo IV de Toulouse nasceu entre os anos de 1041 e 1042, na actual França, tornando-se Conde de Toulouse, Duque de Narbonne, Margrave da Provença e um dos principais líderes da Primeira Cruzada, na qual se tornou também conde de Trípoli. Raimundo era filho do conde Pôncio de Toulouse e Almodis de La Marche.</p>
<p style="text-align: justify;">Raimundo parece ter sido impelido tanto por motivos religiosos como materiais a se juntar à Primeira Cruzada com os seus exércitos. Aquando da sua chegada ao Oriente, Raimundo de Toulouse aceitou a descoberta da Lança do Destino em Antioquia mas rejeitou a Coroa de Jerusalém, estando ao serviço do Papado.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os historiadores da época, Raimundo perdeu um olho numa peregrinação a Jerusalém  antes da Primeira Cruzada. No final da década de 1070 tomou o partido do Arcebispo Aicard de Arles contra o conde da Provença e o Papa Gregório VII sobre a questão das investiduras.</p>
<p style="text-align: justify;">Também lutou contra os Mouros na Reconquista da Península Ibérica de 1087 a 1096, tendo sido um dos primeiros a aderir às Cruzadas depois do Sermão do Papa Urbano II no Concílio de Clermont.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a morte de Guilherme Bertrando da Provença em 1094, o seu título de Margrave passou para Raimundo. Uma bula de Urbano, datada de 22 de Julho de 1096, refere-se a Raimundo como <strong><em>Comes Nimirum Tholosanorum ac Ruthenensium et marchio Provintie Raimundus</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Após uma vida de conflitos e batalhas, Raimundo IV de Toulouse veio a falecer no dia 28 de Fevereiro de 1105, no seu castelo na actual França.</p>
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		<title>Schmalkalden Bund</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 11:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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A Liga de Esmalcalda ou de Schmalkalden era uma aliança defensiva constituída por vários Príncipes  protestantes do Sacro Império Romano-Germânico,   criada no dia 27 de Fevereiro de 1531. Recebeu o nome da cidade de Schmalkalden, na Turíngia, onde foi proclamada.
A Liga foi fundada por Filipe I de Hesse e João Frederico, Eleitor da Saxónia, que [...]]]></description>
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		</div>
<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 308px"><img class=" " title="Schmalkaldic, 1547" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/b/bf/Schmalkaldic_war_1947.jpg/373px-Schmalkaldic_war_1947.jpg" alt="" width="298" height="479" /><p class="wp-caption-text">Mapa Político durante a Guerra de Schmalkaldic, em 1547</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Liga de Esmalcalda ou de Schmalkalden era uma aliança defensiva constituída por vários Príncipes  protestantes do Sacro Império Romano-Germânico,   criada no dia 27 de Fevereiro de 1531. Recebeu o nome da cidade de Schmalkalden, na Turíngia, onde foi proclamada.</p>
<p style="text-align: justify;">A Liga foi fundada por Filipe I de Hesse e João Frederico, Eleitor da Saxónia, que se comprometeram a defender-se mutuamente caso os seus territórios fossem atacados por Carlos V, Sacro Imperador Romano. Os integrantes da Liga concordaram em fornecer um total de 10.000 soldados e 2.000 cavaleiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1532, a Liga aliou-se à França e, em 1538, à Dinamarca. A Liga raramente provocava Carlos de maneira directa, mas confiscou terras da Igreja, expulsou Bispos e Príncipes católicos e apoiou a propagação do Luteranismo no norte da Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1544, Carlos celebrou a paz com a França, no entendimento de que esta denunciaria a aliança com a Liga. Carlos e o Papa Paulo III começaram então a reunir um exército em 1546, enquanto os integrantes da Liga se desentendiam, incapazes de se unir em sua própria defesa, como originalmente proposto.</p>
<p style="text-align: justify;">Carlos derrotou a Liga na Batalha de Mühlberg, a 24 de Abril de 1547, capturando muitos dos seus dirigentes. Entretanto, novas ligas protestantes foram criadas, o que levou à celebração da Paz de Augsburgo, em 1555.</p>
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		<title>Budas de Bamiyan</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 10:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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O Vale de Bamiyan, localizado a 240 km de Cabul, no Afeganistão, contém diversos testemunhos culturais do Reino da Báctria, dos séculos I a XIII, nomeadamente da corrente Gandhara  da arte budista.
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			</a>
		</div>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><img class=" " title="Budas de Bamiyan" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c8/Bouddhas_de_B%C3%A2miy%C3%A2n_-_Aout_2005.jpg" alt="" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Budas de Bamiyan em 2003</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Vale de Bamiyan, localizado a 240 km de Cabul, no Afeganistão, contém diversos testemunhos culturais do Reino da Báctria, dos séculos I a XIII, nomeadamente da corrente Gandhara  da arte budista.</p>
<p style="text-align: justify;">Bamiyan fica na Rota da Seda, uma rota de caravanas que ligava a China e a Índia, existindo nesta região mosteiros budistas e um próspero centro para religião, filosofia e arte Budista. Foi um local religioso Budista do século II, até a época da invasão Islâmica no século XIX.</p>
<p style="text-align: justify;">A arte religiosa mais importante da região eram os dois Budas de Bamiyan, medindo 55 e 38 metros de altura, os maiores exemplares de Budas em pé esculpidos no mundo. O peregrino chinês budista Hsüan-tsang viajou pela área por volta de 630 d.C. e descreveu Bamiyan como um florescente centro Budista <strong><em>&#8220;com mais de dez mosteiros e mais de mil monges&#8221;,</em></strong> destacando que ambas as estátuas do Buda estavam <strong>&#8220;decoradas com ouro e pedras preciosas&#8221;</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, por ordem do governo fundamentalista taliban, estas estátuas que haviam sido escavadas em nichos na rocha, por volta do século V, foram brutalmente destruídas com tiros de canhões. Embora as figuras dos dois Budas gigantes estejam quase completamente destruídas, os seus contornos e algumas feições são ainda reconhecíveis entre os restos. É também ainda possível explorar as cavernas dos monges e as passagens que as ligam. Como parte do esforço internacional para reconstruir o Afeganistão depois da guerra do Taliban, o governo do Japão comprometeu-se a reconstruir os dois Budas gigantes.</p>
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