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433 Anos de Alcacér-Quibir
Hoje assinalam-se 433 anos da Batalha de Alcacér-Quibir, ou Al Quasr al-kibr. Esta batalha, também conhecida no mundo árabe como a Batalha dos Três Reis, foi travada no norte de Marrocos, perto da cidade de Ksar-El-Kebir, no fatidico dia 4 de Agosto de 1578.
Liderando o Reino de Portugal, Dom Sebastião e o Sultão Mulay Mohammed lutaram contra o exércio do Império Otomano, liderado pelo Sultão de Marrocos, Mulei Moluco. Esta batalha resultou na morte e desaparecimento da maior parte da elite nobre e guerreira de Portugal, bem como de Dom Sebastião e dos Sultões (origem do nome Batalha dos Três Reis).
Segundo diversos relatos da época, a batalha terminou após 4 horas de combate intenso com a completa derrota dos exércitos de Dom Sebastião e Abu Abdallah Mohammed II Saadi, contabilizando quase 9.000 mortos e 16.000 prisioneiros, nos quais se incluem grande parte da nobreza portuguesa.
Este resultado desastroso trouxe graves consequências para Portugal. A principal e mais directa consequência foi a crise dinástica: com a morte de Dom Sebastião, o trono passou para o seu tio, o Cardeal Dom Henrique, que veio a falecer pouco tempo depois sem descendentes. Após anos incertos, o Conselho de Governadores do Reino, convocado por Dom Henrique pouco antes da sua morte, atribui o trono a Filipe de Espanha, apesar das revoltas populares.
Outra consequência para o Reino de Portugal foi a bancarrota, devido aos elevados custos das operações militares e dos resgates dos prisioneiros. Também é de salientar que, devido ao grande número de nobres mortos, ocorreu um grande vazio de poder a nível regional e local, muitos destes sem sucessores directos. Aproveitando a invasão militar do reino, por parte de Filipe de Espanha, alegando a protecção do seu trono por direito, muitos dos feudos deixados vazios pela morte dos nobres em batalha foram ocupados pela nobreza espanhola, ficando nesta situação até 1640.
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Início da Grande Guerra

Deslocação de tropas germânicas para a linha da frente - 1914
Na manhã de 3 de Agosto de 1914, os jornais do mundo anunciavam: França, Bélgica e Grã-Bretanha declaram guerra à Alemanha, iniciando a Primeira Guerra Mundial. O incidente que fez começar a guerra foi o assassinato do príncipe do Império Austro-Húngaro, Francisco Ferdinando, a 28 de Junho, por terroristas sérvios. Até o dia 3 de Agosto, todas as potências entram em guerra, menos a Itália.
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Zeca Afonso
Se vivo, José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos faria hoje 84 anos. Um eterno nome da música portuguesa e da luta anti-fascista.

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Primeiro Acampamento Escutista
O dia 1 de Agosto de 1907 marca oficialmente o arranque do primeiro evento escutista do mundo, liderado pelo próprio Baden-Powell. Organizado na Ilha de Brownsea, uma pequena ilha na costa sul da Grã-Bretanha, este evento consistiu num acampamento com 20 rapazes de várias comunidades.
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Os jovens foram divididos em quatro patrulhas: Corvos, Lobos, Maçaricos e Touros. Com duração de uma semana, este evento tornou-se rapidamente um sucesso por toda a Europa e, posteriormente, pelo mundo.
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Primeira Vitória da Armada Portuguesa

Apesar de não existir registos históricos fidedignos, os relatos passados de geração em geração contam que, no dia 29 de Julho de 1180, deu-se a primeira vitória da Armada do recém-criado Reino de Portugal, contra os Mouros.
Segundo a tradição, Dom Fuas Roupinho (importante nobre Templário e Cavaleiro fiel a Dom Afonso Henriques durante as reconquistas) liderou a primeira batalha entre a Armada Portuguesa e os navios árabes, liderados por Bem Jami, saindo vitorioso. Este confronto teve lugar ao largo do Cabo Espichel.
De registos históricos de Dom Fuas Roupinho, pouco ou nada sobrou, exceptuando a sua menções na obra de Luís Vaz de Camões, Os Lusíadas:
Vês este que, saindo da cilada,
Dá sobre o Rei que cerca a vila forte?
Já o Rei tem preso e a vila descercada:
Ilustre feito, digno de Mavorte!
Vê-lo cá vai pintado nesta armada,
No mar também aos Mouros dando a morte,
Tomando-lhe as galés, levando a glória
Da primeira marítima vitória.
É, Dom Fuas Roupinho, que na terra
E no mar resplandece juntamente,
Com o fogo que acendeu junto da serra
De Abila, nas galés da Maura gente.
Olha como, em tão justa e santa guerra,
De acabar pelejando está contente:
Das mãos dos Mouros entra a feliz alma,
Triunfando, nos céus, com justa palma.
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Arco do Triunfo – Paris
Hoje comemoramos o 175º aniversário da inauguração oficial do Arco do Triunfo, construído em Paris.
Este monumento, localizado na cidade de Paris, foi edificado em homenagem às vitórias militares de Napoleão Bonaparte. Mandado construir pelo Imperador, a sua conclusão demorou 30 anos. Inaugurado em 1836, a obra contém os nomes de 128 batalhas e 558 generais.
Das batalhas inscritas no Arco, estão também representadas importantes confrontos em nome do expansionismo francês de Napoleão, como por exemplo as batalhas de Toulouse, Lille, Luxemburgo, Düsseldorf, Maastricht, Nápoles, Madrid, Porto, foz do rio Douro e Cairo, entre outras.
O arco, projectado por Jean Chalgrin, localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida Champs-Élysées. O seu edificador, o Imperador Napoleão Bonaparte, não viveria para ver a sua obra terminada, tendo falecido exilado em 1821.
Juntamente com a Torre Eiffel, o Arco do Triunfo ainda hoje é símbolo do patriotismo e orgulho francês.
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Na manhã de 28 de Julho de 1945, um bombardeiro B-25 da Força Aérea dos Estados Unidos embate acidentalmente contra o famoso arranha-céus Empire State Building. Deste acidente resultaram 14 vítimas, entre a tripulação do bombardeiro e pessoas que estavam nos pisos onde ocorreu o embate.
