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	<title>Diário Universal &#187; Batalha</title>
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	<description>Uma Vida não questionada não merece ser vivida -  Platão</description>
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		<title>Heliogábalo</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 09:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 292px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Busto" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/83/Elagabalo_%28203_o_204-222_d.C%29_-_Musei_capitolini_-_Foto_Giovanni_Dall%27Orto_-_15-08-2000_.jpg" alt="" width="282" height="287" /><p class="wp-caption-text">Busto de Heliogábalo, nos Museus Capitolinos</p></div>
<p style="text-align: justify;">Heliogábalo nasceu durante o ano de 203, também conhecido como Marco Aurélio Antonino, foi um Imperador Romano da Dinastia Severa que reinou de 218 a 222, durante apenas 4 curtos anos. Nascido Sexto Vário Avito Bassiano, na Síria, serviu como Sacerdote do Deus El-Gabal na sua cidade natal, Homs.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 217, o Imperador Caracala foi assassinado e substituído pelo seu Prefeito do Pretório, Marco Opélio Macrino. A tia materna de Caracala, Júlia Mesa, instigou com sucesso uma revolta entre a Terceira Legião para ter o seu neto mais velho, Heliogábalo, declarado Imperador. Macrino foi derrotado no dia 8 de Junho de 218, na Batalha de Antioquia, depois da qual Heliogábalo, com apenas catorze anos de idade, ganhou o poder imperial e começou um reinado envolto em controvérsias.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o seu reinado, Heliogábalo mostrou desinteresse e desrespeito às tradições religiosas Romanas e tabus sexuais. Casou-se cinco vezes e diz-se que se prostituía no palácio imperial. Heliogábalo substituiu Júpiter, rei dos deuses no Panteão Romano, com um novo Deus, Deus Sol Invictus, e forçou membros importantes do governo de Roma a participarem em rituais que celebravam esta divindade, liderados por ele próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre crescente oposição, Heliogábalo, com apenas 18 anos, foi assassinado e substituído pelo seu primo Alexandre Severo no dia 11 de Março de 222, numa conspiração feita pela sua avó, Júlia Mesa, e membros da Guarda Pretoriana. Heliogábalo criou uma reputação entre os seus contemporâneos devido a ser excêntrico e decadente, o que foi provavelmente exagerado pelos seus sucessores e rivais políticos. Esta propaganda espalhou-se e, como resultado, Heliogábalo é um dos Imperadores Romanos mais demonizados pelos primeiros historiadores.</p>
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		<title>Batalha de Monte Castello</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 12:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Batalha de Monte Castello, perto da cidade italiana de Bolonha, foi travada quase no final da Segunda Guerra Mundial, entre as tropas Aliadas e as forças do Exército Nazi, que tentavam conter o seu avanço no Norte da Itália. Esta batalha marcou a presença da Força Expedicionária Brasileira no conflito. A batalha arrastou-se por &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/02/aconteceu/batalha-de-monte-castello/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">A Batalha de Monte Castello, perto da cidade italiana de Bolonha, foi travada quase no final da Segunda Guerra Mundial, entre as tropas Aliadas e as forças do Exército Nazi, que tentavam conter o seu avanço no Norte da Itália. Esta batalha marcou a presença da Força Expedicionária Brasileira no conflito.<br />
<a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/36/Feb_Apeninos.jpg"><img rel='domelhor'  class="aligncenter" style="border: 2px solid black; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="Soldados Brasileiros" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/36/Feb_Apeninos.jpg" alt="" width="376" height="182" /></a>A batalha arrastou-se por três meses, de 24 de Novembro de 1944 a 21 de Fevereiro de 1945, durante os quais se efectuaram seis ataques, com grande número de baixas devido a vários factores, entre os quais as temperaturas extremamente baixas. Quatro dos ataques não tiveram êxito, por falhas de estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, a 20 de Fevereiro de 1945, as tropas da Força Expedicionária Brasileira iniciaram as manobras de combate com seus três regimentos prontos para partir rumo ao Monte Castello. Após intensos tiroteios, a batalha foi vencida. Grande parte do sucesso da ofensiva foi creditada à Artilharia Divisionária Brasileira, comandada pelo General Cordeiro de Farias e às Forças Expedicionárias Brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias de hoje esta batalha é frequentemente ignorada. Porém foi um momento decisivo para a reconquista total de Itália e libertação do sul da Europa, objectivo alcançado graças aos grandes esforços dos bravos combatentes brasileiros.</p>
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		<title>Restauração da Independência &#8211; Actualizado</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 14:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje celebra-se em Portugal o dia da Restauração da Independência, marcando a recuperação da independência nacional face à Coroa Espanhola em 1640, que durante 60 anos ocupou o trono. A perda da independência deu-se devido à crise da sucessão, que teve origem com a morte de D. Sebastião, em 1578, tendo falecido na batalha de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/12/aconteceu/restauracao-da-independencia/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 248px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Sebastiao" src="http://1.bp.blogspot.com/_37helTjm6N8/SUfgBjM5mXI/AAAAAAAAA0U/2PsXuXbHgBE/s400/d_sebastiao.jpg" alt="Pintura de Época de Dom Sebastião" width="238" height="288" /><p class="wp-caption-text">Pintura de Época de Dom Sebastião</p></div>
<p style="text-align: justify;">Hoje celebra-se em Portugal o dia da Restauração da Independência, marcando a recuperação da independência nacional face à Coroa Espanhola em 1640, que durante 60 anos ocupou o trono.</p>
<p style="text-align: justify;">A perda da independência deu-se devido à crise da sucessão, que teve origem com a morte de D. Sebastião, em 1578, tendo falecido na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique. Nas Cortes de Tomar de 1581, Felipe II de Espanha é aclamado rei de Portugal, sendo primo do nosso rei. Durante sessenta anos Portugal sofreu o domínio filipino, sendo oprimido e retirado da sua mais básica nacionalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Reino de Portugal perdeu a sua independência administrativa e política quando Dom Sebastião, um jovem Rei aventureiro, tentou conquistar o Norte de África. Porém, o Exército Nacional foi derrotado na Batalha de Alcácer Quibir e D. Sebastião desapareceu no nevoeiro que se fazia sentir, no decorrer do ano de 1578. Com este desaparecimento, apesar de a sucessão natural ser o Cardeal D. Henrique, gerou-se uma crise dinástica.</p>
<p style="text-align: justify;">Só nas Cortes de Tomar de 1581, é que Filipe II de Espanha é aclamado Rei, jurando os foros, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas Portugal ficou privado de um Rei natural, sob o que se tem designado por &#8220;domínio filipino&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Após sucessivas quebras de acordos políticos, principalmente em assuntos relacionados com impostos e taxações (o primeiro Rei da Dinastia Filipina fora branco para com Portugal, implementando até vários avanços tecnológicos e sociais. Porém, os seus sucessores viam Portugal apenas como uma fonte de impostos e riquezas, obrigando o povo a pagar altas taxas para financiar as</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption alignleft" style="width: 284px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="  " title="RI" src="http://www.esec-vinhais.rcts.pt/Descoberta/images/restauracao.gif" alt="Gravura de Época alusiva à Restauração da Coroa Portuguesa" width="274" height="239" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Gravura de Época alusiva à Restauração da Coroa Portuguesa</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Guerras e Conflitos do Reino de Espanha), começou a fazer-se sentir junto da população e dos Nobres portugueses um sentimento profundo de revolta, originando a Revolta de 1640, no qual um grupo de conspiradores, constituído por Nobres e Juristas. aclamou o Duque de Bragança como o novo Rei de Portugal, com o título de D. João IV, dando início à quarta Dinastia, a Dinastia de Bragança.</p>
<p style="text-align: justify;">Após violentas batalhas em território nacional, das quais se destacam a Batalha do Montijo (1644), das Linhas de Elvas (1659), do Ameixial (1663), de Castelo Rodrigo (1664) e dos Montes Claros (1665), no dia 1 de Dezembro de 1640, os Portugueses restauraram a sua independência.</p>
<p style="text-align: justify;">Paralelamente, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, como também de Angola e de São Tomé e Príncipe, restabelecendo o poder atlântico português, hegemonia descorada pelo Reinado dos Filipes de Espanha. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo de Espanha. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a só obter lucro com a cana-de-açúcar do Brasil.</p>
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		<title>Batalha da Ponte Mílvia</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 13:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Batalha da Ponte Mílvia teve lugar a 28 de Outubro de 312, entre os Imperadores romanos Constantino I e Maxêncio. Com a vitória de Constantino, o rumo da História da Europa e, por extensão, do Ocidente, seria alterado radicalmente. A tradição sustenta que, ao anoitecer de 27 de Outubro, quando os exércitos se preparavam &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/10/aconteceu/batalha-da-ponte-milvia/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">A Batalha da Ponte Mílvia teve lugar a 28 de Outubro de 312, entre os Imperadores romanos Constantino I e Maxêncio. Com a vitória de Constantino, o rumo da História da Europa e, por extensão, do Ocidente, seria alterado radicalmente.</p>
<p>A tradição sustenta que, ao anoitecer de 27 de Outubro, quando os exércitos se preparavam para a batalha, Constantino teve uma visão das letras gregas XP (Chi-Rho, as primeiras duas letras de Χριστός, &#8220;Cristo&#8221;) entrelaçadas com uma cruz, juntamente com a inscrição &#8220;In Hoc Signo Vinces&#8221;, que significa &#8220;Sob este signo vencerás&#8221;.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 392px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Batalha de Ponte Mílvia" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3a/Milvbruck.jpg" alt="A Batalha da Ponte Mílvia, ocorrida a 27 e 28 de Outubro de 312, ilustrada por Pieter Lastman no 1613." width="382" height="360" /><p class="wp-caption-text">A Batalha da Ponte Mílvia, ocorrida a 27 e 28 de Outubro de 312, ilustrada por Pieter Lastman no 1613.</p></div>
<p>Constantino, que era pagão na altura, colocou o símbolo nos escudos dos seus soldados. Após vencer esta batalha, o Imperador converteu-se ao Cristianismo e tornou esta religião a oficial de todo o Império Romano do Ocidente.</p>
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		<title>Batalha da Floresta de Teutoburgo</title>
		<link>http://www.diario-universal.com/2009/09/aconteceu/batalha-da-floresta-de-teutoburgo-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 09:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Batalha da Floresta de Teutoburgo ocorreu durante o Outono de 9 d. C. na Floresta de Teutoburgo, Alemanha perto da actual cidade Bramsche. Este conflito deflagrou a 9 de Setembro. Uma aliança de tribos germânicas chefiada por Hermann, da tribo dos Queruscos, criou uma emboscada e dizimou três legiões romanas, lideradas por Públio Quintílio &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/09/aconteceu/batalha-da-floresta-de-teutoburgo-2/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 150px"><img rel='domelhor'  title="Monumento" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fa/Arminius2.jpg/140px-Arminius2.jpg" alt="Monumento de Hermann na Floresta de Teutoburgo, datado do século XIX." width="140" height="209" /><p class="wp-caption-text">Monumento de &quot;Hermann&quot; na Floresta de Teutoburgo, datado do século XIX.</p></div>
<p>A Batalha da Floresta de Teutoburgo ocorreu durante o Outono de 9 d. C. na Floresta de Teutoburgo, Alemanha perto da actual cidade Bramsche. Este conflito deflagrou a 9 de Setembro.</p>
<p>Uma aliança de tribos germânicas chefiada por Hermann, da tribo dos Queruscos, criou uma emboscada e dizimou três legiões romanas, lideradas por Públio Quintílio Varo, que o consideravam até então como aliado. Como resultado da batalha, Roma estabeleceu o Rio Reno como fronteira do Império Romano pelos séculos seguintes, facto que estabeleceu uma importante distância entre as culturas romana e germânica, assim como o declínio da influência romana na região e a perda de estatuto e respeito perante outras tribos nórdicas que, até então, temiam o Império.</p>
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		<title>A Batalha de Actium</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 14:16:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Batalha de Actium teve lugar no dia 2 de Setembro de 31 a.C., perto da Grécia, durante a Guerra Civil Romana, esta ocorrida entre Marco António e Octaviano. A frota de Octaviano era comandada por Marcus Vipsanius Agrippa e a de António apoiada pelos barcos de guerra da rainha Cleópatra do Egipto. O resultado &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/09/aconteceu/a-batalha-de-actium/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img rel='domelhor'  title="Batalha" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/95/Castro_Battle_of_Actium.jpg/300px-Castro_Battle_of_Actium.jpg" alt="Actium" width="300" height="212" /><p class="wp-caption-text">Representação da Batalha de Actium, ocorrida a 2 de Setembro de 31 a.C.. Este quadro foi pintado por Lorenzo A. Castro, em 1672.</p></div>
<p>A Batalha de Actium teve lugar no dia 2 de Setembro de 31 a.C., perto da Grécia, durante a Guerra Civil Romana, esta ocorrida entre Marco António e Octaviano. A frota de Octaviano era comandada por Marcus Vipsanius Agrippa e a de António apoiada pelos barcos de guerra da rainha Cleópatra do Egipto. O resultado foi uma vitória decisiva de Octaviano, que findou a oposição ao seu poderio crescente. Esta data é por isso usada para marcar o fim da República e início do Império Romano, sendo o seu primeiro Imperado renomeado César Augusto.</p>
<p>Durante a batalha, Cleópatra e Marco António fugiram do local. Porém, a fuga do comandante não foi descoberta e a luta prosseguiu até Agrippa conseguir incendiar e afundar a frota de António. Cerca de um ano depois destes eventos, Octaviano invadiu o Egipto, sendo que António e Cleópatra suicidaram-se. Uma referência à batalha é feita na Eneida de Virgílio.</p>
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		<title>Batalha de Scheveningen</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 14:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2e/Beerstraaten%2C_Battle_of_Scheveningen.jpg"><img rel='domelhor'  class="   " title="Batalha" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2e/Beerstraaten%2C_Battle_of_Scheveningen.jpg" alt="A Batalha de Scheveningen, ocorrida a 10 de Agosto de 1653, vista a partir de um porto holandês. Esta imagem foi pintada por Jan Abrahamsz Beerstraaten." width="490" height="305" /></a><p class="wp-caption-text">A Batalha de Scheveningen, ocorrida a 10 de Agosto de 1653, vista a partir de um porto holandês. Esta imagem foi pintada por Jan Abrahamsz Beerstraaten.</p></div>
<div class="shr-publisher-1673"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Batalha da Fogueira de Holmes</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 12:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Batalha da Fogueira de Holmes foi uma incursão militar de surpresa ao estuário de Vliestroom nos Países Baixos, executado pela Marinha Real Britânica com a ajuda do capitão holandês Laurens Heemskerck, ocorrida entre 19 de 20 de Agosto de 1666. O ataque, nomeado em homenagem ao Almirante Robert Holmes, foi bem sucedido por destruir &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/aconteceu/1661/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">A Batalha da Fogueira de Holmes foi uma incursão militar de surpresa ao estuário de Vliestroom nos Países Baixos, executado pela Marinha Real Britânica com a ajuda do capitão holandês Laurens Heemskerck, ocorrida entre 19 de 20 de Agosto de 1666.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 285px"><img rel='domelhor'  title="Fogueira" src="http://3.bp.blogspot.com/_FK5QjE4gwZc/SacsWxfyYKI/AAAAAAAAAzs/yTJ_MMowDuc/s400/batalha.jpg" alt="Representação da Batalha da Fogueira de Holmes, em 1666." width="275" height="335" /><p class="wp-caption-text">Representação da Batalha da Fogueira de Holmes, em 1666.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O ataque, nomeado em homenagem ao Almirante Robert Holmes, foi bem sucedido por destruir uma frota de 130 navios mercantes Holandeses, causando grandes baixas aos esforços comerciais e coloniais dos Países Baixos, grande rival do Império Britânico.</p>
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		<title>José Francisco de San Martín y Matorras</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 14:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[José Francisco de San Martín y Matorras nascem em Yapeyú no dia 25 de Fevereiro de 1778. Matorras foi um General argentino e o primeiro líder da América do Sul que obteve sucesso no seu esforço para a independência da Espanha, tendo participado activamente nos processos de independência da Argentina, do Chile e do Peru. &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/morreu/jose-francisco-de-san-martin-y-matorras/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="wp-caption alignright" style="width: 269px"><img rel='domelhor'  class="   " title="Matorras" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/65/Smartin.JPG" alt="José Francisco Matorras" width="259" height="340" /><p class="wp-caption-text">José Francisco Matorras</p></div>
<p style="text-align: justify;">José Francisco de San Martín y Matorras nascem em Yapeyú no dia 25 de Fevereiro de 1778. Matorras foi um General argentino e o primeiro líder da América do Sul que obteve sucesso no seu esforço para a independência da Espanha, tendo participado activamente nos processos de independência da Argentina, do Chile e do Peru.</p>
<p style="text-align: justify;">O pai de José Francisco, Juan de San Martín, era um cidadão espanhol que ocupava o cargo de Tenente-Governador da Argentina colonial, e a sua mãe, Gregoria Matorras, era sobrinha de um conquistador da região do Chaco. Enquanto lutava no Exército Aliado (Portugal, Espanha e Inglaterra) contra as Invasões Francesas, o então Tenente-Coronel José Matorras conhece Lord Macduff, nobre escocês, que o apresenta à Maçonaria, local onde se discutiam a independência das terras espanholas na América do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1811, José renuncia à carreira militar na Espanha. Neste mesmo ano, por intermédio de Lord Macduff, obteve um passaporte para viajar à Inglaterra, onde se encontrou com compatriotas da América espanhola: Alvear, Zapiola, Andrés Bello, Tomás Guido, entre outros. Todos formavam parte de uma sociedade chamada Loja Lautaro, fundada por Francisco de Miranda, o qual, junto com Simón Bolívar, já lutava na América pela independência da Venezuela.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 9 de Março de 1812, Matorras chegou a Buenos Aires para se colocar ao lado das tropas que lutavam pela libertação da América espanhola, conduzindo os rebeldes à vitória contra as tropas espanholas do General José Zavala, na Batalha de San Lorenzo de Paraná, em Fevereiro de 1813, recebendo o posto de General do Governo Revolucionário, cargo que manteve até viajar ao Peru para, em 28 de Julho de 1821, proclamar também a independência desta região em relação à Coroa Espanhola.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 26 de julho de 1822, José encontrou-se com Simon Bolívar em Guayaquil para discutir o futuro da América Latina independente, assegurando Bolívar a ajuda ao Peru, tendo San Martín renunciado a todos os seus cargos. Mais tarde, em 1824 mudou-se com a sua filha para a França, onde permaneceu até o final da vida. José Matorras morreu a 17 de Agosto de 1850, na cidade de Boulogne-sur-Mer. Só em 1880 é que os seus restos mortais foram trasladados para Buenos Aires e sepultados na catedral na cidade.</p>
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		<title>Batalha da Roliça</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 09:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Batalha da Roliça, a primeira batalha da Guerra Peninsular, foi travada a 17 de Agosto de 1808 entre as tropas francesas do General Delaborde e as tropas luso-britânicas de Arthur Wellesley e Gomes Freire de Andrade. Após a retirada das três divisões espanholas que haviam participado na invasão, o General Junot, limitado ao exército &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/aconteceu/batalha-da-rolica/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">A Batalha da Roliça, a primeira batalha da Guerra Peninsular, foi travada a 17 de Agosto de 1808 entre as tropas francesas do General Delaborde e as tropas luso-britânicas de Arthur Wellesley e Gomes Freire de Andrade.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img rel='domelhor'  title="Roliça" src="http://2.bp.blogspot.com/_uTGJ8P1HNSo/RgBTFaWmQeI/AAAAAAAAAnI/lakM06B7iO8/s320/vimeiro.jpg" alt="Uma representação do campo da Batalha da Roliça, no Bombarral." width="320" height="242" /><p class="wp-caption-text">Uma representação do campo da Batalha da Roliça, no Bombarral.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após a retirada das três divisões espanholas que haviam participado na invasão, o General Junot, limitado ao exército francês, viu-se forçado a espalhar as suas tropas pelo território, tentando conter a revolta popular portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o dia 6 de Agosto de 1808 que uma força expedicionária inglesa, sob o comando do general Wellesley, desembarcava na Baía de Buarcos, ao largo da Figueira da Foz, com o objectivo de marchar sobre Lisboa. Foi contra este destacamento que se travou esta batalha. O saldo do embate foi favorável aos britânicos e portugueses, tendo as tropas francesas retirado para Torres Vedras, onde se reuniram às tropas do General Junot. Esta vitória permitiu que quatro dias depois com a Batalha do Vimeiro, no concelho da Lourinhã, se desse o golpe final nas invasões francesas.</p>
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