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Estatuto do Rhuddlan

Estatuto do Rhuddlan

O Estatuto do Rhuddlan foi promulgado no dia 3 de marco de 1284, após a conquista militar do Principado de Gales. Este Principado tinha sido criado por Llywelyn ap Gruffudd, Senhor dos Aberffraw e Príncipe de Gales, título esse posteriormente detido pelo seu sucessor Dafydd ap Gruffudd, o posterior Rei de Inglaterra, Eduardo I.

Estatuto de Rhuddlan

O estatuto assumiu as terras na posse dos Príncipes de Gwynedd, sob o título de Príncipe de Gales, como parte das terras da Inglaterra sob Eduardo I. Algumas das terras, como o sul do Reino de Powys, já pertenciam ao Reino desde 1283. Estes territórios não incluem uma faixa de terra desde Pembrokeshire, através do sul de Gales até às suas fronteiras, que foi em grande parte pertencente aos Senhores das Marches, incluída anos mais tarde no Reino Unido.

Batalha de Monte Castello

Batalha de Monte Castello

A Batalha de Monte Castello, perto da cidade italiana de Bolonha, foi travada quase no final da Segunda Guerra Mundial, entre as tropas Aliadas e as forças do Exército Nazi, que tentavam conter o seu avanço no Norte da Itália. Esta batalha marcou a presença da Força Expedicionária Brasileira no conflito.
A batalha arrastou-se por três meses, de 24 de Novembro de 1944 a 21 de Fevereiro de 1945, durante os quais se efectuaram seis ataques, com grande número de baixas devido a vários factores, entre os quais as temperaturas extremamente baixas. Quatro dos ataques não tiveram êxito, por falhas de estratégia.

Porém, a 20 de Fevereiro de 1945, as tropas da Força Expedicionária Brasileira iniciaram as manobras de combate com seus três regimentos prontos para partir rumo ao Monte Castello. Após intensos tiroteios, a batalha foi vencida. Grande parte do sucesso da ofensiva foi creditada à Artilharia Divisionária Brasileira, comandada pelo General Cordeiro de Farias e às Forças Expedicionárias Brasileiras.

Nos dias de hoje esta batalha é frequentemente ignorada. Porém foi um momento decisivo para a reconquista total de Itália e libertação do sul da Europa, objectivo alcançado graças aos grandes esforços dos bravos combatentes brasileiros.

Restauração da Independência – Actualizado

Restauração da Independência – Actualizado

Pintura de Época de Dom Sebastião

Pintura de Época de Dom Sebastião

Hoje celebra-se em Portugal o dia da Restauração da Independência, marcando a recuperação da independência nacional face à Coroa Espanhola em 1640, que durante 60 anos ocupou o trono.

A perda da independência deu-se devido à crise da sucessão, que teve origem com a morte de D. Sebastião, em 1578, tendo falecido na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique. Nas Cortes de Tomar de 1581, Felipe II de Espanha é aclamado rei de Portugal, sendo primo do nosso rei. Durante sessenta anos Portugal sofreu o domínio filipino, sendo oprimido e retirado da sua mais básica nacionalidade.

O Reino de Portugal perdeu a sua independência administrativa e política quando Dom Sebastião, um jovem Rei aventureiro, tentou conquistar o Norte de África. Porém, o Exército Nacional foi derrotado na Batalha de Alcácer Quibir e D. Sebastião desapareceu no nevoeiro que se fazia sentir, no decorrer do ano de 1578. Com este desaparecimento, apesar de a sucessão natural ser o Cardeal D. Henrique, gerou-se uma crise dinástica.

Só nas Cortes de Tomar de 1581, é que Filipe II de Espanha é aclamado Rei, jurando os foros, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas Portugal ficou privado de um Rei natural, sob o que se tem designado por “domínio filipino”.

Após sucessivas quebras de acordos políticos, principalmente em assuntos relacionados com impostos e taxações (o primeiro Rei da Dinastia Filipina fora branco para com Portugal, implementando até vários avanços tecnológicos e sociais. Porém, os seus sucessores viam Portugal apenas como uma fonte de impostos e riquezas, obrigando o povo a pagar altas taxas para financiar as

Gravura de Época alusiva à Restauração da Coroa Portuguesa
Gravura de Época alusiva à Restauração da Coroa Portuguesa

Guerras e Conflitos do Reino de Espanha), começou a fazer-se sentir junto da população e dos Nobres portugueses um sentimento profundo de revolta, originando a Revolta de 1640, no qual um grupo de conspiradores, constituído por Nobres e Juristas. aclamou o Duque de Bragança como o novo Rei de Portugal, com o título de D. João IV, dando início à quarta Dinastia, a Dinastia de Bragança.

Após violentas batalhas em território nacional, das quais se destacam a Batalha do Montijo (1644), das Linhas de Elvas (1659), do Ameixial (1663), de Castelo Rodrigo (1664) e dos Montes Claros (1665), no dia 1 de Dezembro de 1640, os Portugueses restauraram a sua independência.

Paralelamente, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, como também de Angola e de São Tomé e Príncipe, restabelecendo o poder atlântico português, hegemonia descorada pelo Reinado dos Filipes de Espanha. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo de Espanha. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a só obter lucro com a cana-de-açúcar do Brasil.

Frol de la Mar

Réplica da Frol de la Mar, no Museu Marítimo de Malaca

Réplica da Frol de la Mar, no Museu Marítimo de Malaca

Aconteceu nesta data, no decorrer do ano de 1512, o naufrágio da Nau Frol de la Mar, uma nau portuguesa de 400 toneladas, que ao longo de nove anos participou em vários acontecimentos marcantes no oceano Índico e nas conquistas do Império.

Nesta viagem ia Afonso de Albuquerque, segundo Governador da Índia Portuguesa e proeminente militar, de regresso da conquista de Malaca, com um imenso espólio e tesouros para o Rei, perdendo toda a carga ao largo de Sumatra, tornando-se um dos mais míticos tesouros perdidos.

José Francisco de San Martín y Matorras

José Francisco Matorras

José Francisco Matorras

José Francisco de San Martín y Matorras nascem em Yapeyú no dia 25 de Fevereiro de 1778. Matorras foi um General argentino e o primeiro líder da América do Sul que obteve sucesso no seu esforço para a independência da Espanha, tendo participado activamente nos processos de independência da Argentina, do Chile e do Peru.

O pai de José Francisco, Juan de San Martín, era um cidadão espanhol que ocupava o cargo de Tenente-Governador da Argentina colonial, e a sua mãe, Gregoria Matorras, era sobrinha de um conquistador da região do Chaco. Enquanto lutava no Exército Aliado (Portugal, Espanha e Inglaterra) contra as Invasões Francesas, o então Tenente-Coronel José Matorras conhece Lord Macduff, nobre escocês, que o apresenta à Maçonaria, local onde se discutiam a independência das terras espanholas na América do Sul.

Em 1811, José renuncia à carreira militar na Espanha. Neste mesmo ano, por intermédio de Lord Macduff, obteve um passaporte para viajar à Inglaterra, onde se encontrou com compatriotas da América espanhola: Alvear, Zapiola, Andrés Bello, Tomás Guido, entre outros. Todos formavam parte de uma sociedade chamada Loja Lautaro, fundada por Francisco de Miranda, o qual, junto com Simón Bolívar, já lutava na América pela independência da Venezuela.

Em 9 de Março de 1812, Matorras chegou a Buenos Aires para se colocar ao lado das tropas que lutavam pela libertação da América espanhola, conduzindo os rebeldes à vitória contra as tropas espanholas do General José Zavala, na Batalha de San Lorenzo de Paraná, em Fevereiro de 1813, recebendo o posto de General do Governo Revolucionário, cargo que manteve até viajar ao Peru para, em 28 de Julho de 1821, proclamar também a independência desta região em relação à Coroa Espanhola.

Em 26 de julho de 1822, José encontrou-se com Simon Bolívar em Guayaquil para discutir o futuro da América Latina independente, assegurando Bolívar a ajuda ao Peru, tendo San Martín renunciado a todos os seus cargos. Mais tarde, em 1824 mudou-se com a sua filha para a França, onde permaneceu até o final da vida. José Matorras morreu a 17 de Agosto de 1850, na cidade de Boulogne-sur-Mer. Só em 1880 é que os seus restos mortais foram trasladados para Buenos Aires e sepultados na catedral na cidade.

A Queda de Roma

Este dia, em vários anos diferentes, foi um dia trágico para o Império e para Roma. Para além de, no ano de 79, o Império ter perdido duas das suas mais belas cidades, Pompeia e Herculano, séculos mais tarde, dá-se a queda de Roma.

Alarico I e os Visigodos tornam-se os primeiros bárbaros desde a fundação de Roma e do Império, a tomar e saquear a cidade. É o fim do Império Romano do Ocidente.

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