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	<title>Diário Universal &#187; Crise</title>
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	<description>Uma Vida não questionada não merece ser vivida -  Platão</description>
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		<title>433 Anos de Alcacér-Quibir</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 14:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje assinalam-se 433 anos da Batalha de Alcacér-Quibir, ou Al Quasr al-kibr. Esta batalha, também conhecida no mundo árabe como a Batalha dos Três Reis, foi travada no norte de Marrocos, perto da cidade de Ksar-El-Kebir, no fatidico dia 4 de Agosto de 1578. Liderando o Reino de Portugal, Dom Sebastião e o Sultão Mulay &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/08/aconteceu/433-anos-de-alcacer-quibir/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Hoje assinalam-se 433 anos da Batalha de Alcacér-Quibir, ou Al Quasr al-kibr. Esta batalha, também conhecida no mundo árabe como a Batalha dos Três Reis, foi travada no norte de Marrocos, perto da cidade de Ksar-El-Kebir, no fatidico dia 4 de Agosto de 1578.</p>
<p><img rel='domelhor'  class="alignright" title="AQ" src="http://paxprofundis.org/livros/sebastiasnismo/alcacerquibir.jpg" alt="" width="336" height="212" />Liderando o Reino de Portugal, Dom Sebastião e o Sultão Mulay Mohammed lutaram contra o exércio do Império Otomano, liderado pelo Sultão de Marrocos, Mulei Moluco. Esta batalha resultou na morte e desaparecimento da maior parte da elite nobre e guerreira de Portugal, bem como de Dom Sebastião e dos Sultões (origem do nome Batalha dos Três Reis).</p>
<p>Segundo diversos relatos da época, a batalha terminou após 4 horas de combate intenso com a completa derrota dos exércitos de Dom Sebastião e Abu Abdallah Mohammed II Saadi, contabilizando quase 9.000 mortos e 16.000 prisioneiros, nos quais se incluem grande parte da nobreza portuguesa.</p>
<p>Este resultado desastroso trouxe graves consequências para Portugal. A principal e mais directa consequência foi a crise dinástica: com a morte de Dom Sebastião, o trono passou para o seu tio, o Cardeal Dom Henrique, que veio a falecer pouco tempo depois sem descendentes. Após anos incertos, o Conselho de Governadores do Reino, convocado por Dom Henrique pouco antes da sua morte, atribui o trono a Filipe de Espanha, apesar das revoltas populares.</p>
<div class="important_block">Durante a Batalha de Alcacér-Quibir, morreram 203 nobres durante a batalha, criando um grande vazio de poder no Reino de Portugal. Pode ver uma lista completa <strong><em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_militares_portugueses_falecidos_na_Batalha_de_%C3%81lcacer_Quibir" target="_blank">aqui</a></em></strong></div>
<p>Outra consequência para o Reino de Portugal foi a bancarrota, devido aos elevados custos das operações militares e dos resgates dos prisioneiros. Também é de salientar que, devido ao grande número de nobres mortos, ocorreu um grande vazio de poder a nível regional e local, muitos destes sem sucessores directos. Aproveitando a invasão militar do reino, por parte de Filipe de Espanha, alegando a protecção do seu trono por direito, muitos dos feudos deixados vazios pela morte dos nobres em batalha foram ocupados pela nobreza espanhola, ficando nesta situação até 1640.</p>
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		<title>Restauração da Independência &#8211; Actualizado</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 14:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje celebra-se em Portugal o dia da Restauração da Independência, marcando a recuperação da independência nacional face à Coroa Espanhola em 1640, que durante 60 anos ocupou o trono. A perda da independência deu-se devido à crise da sucessão, que teve origem com a morte de D. Sebastião, em 1578, tendo falecido na batalha de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/12/aconteceu/restauracao-da-independencia/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 248px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Sebastiao" src="http://1.bp.blogspot.com/_37helTjm6N8/SUfgBjM5mXI/AAAAAAAAA0U/2PsXuXbHgBE/s400/d_sebastiao.jpg" alt="Pintura de Época de Dom Sebastião" width="238" height="288" /><p class="wp-caption-text">Pintura de Época de Dom Sebastião</p></div>
<p style="text-align: justify;">Hoje celebra-se em Portugal o dia da Restauração da Independência, marcando a recuperação da independência nacional face à Coroa Espanhola em 1640, que durante 60 anos ocupou o trono.</p>
<p style="text-align: justify;">A perda da independência deu-se devido à crise da sucessão, que teve origem com a morte de D. Sebastião, em 1578, tendo falecido na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique. Nas Cortes de Tomar de 1581, Felipe II de Espanha é aclamado rei de Portugal, sendo primo do nosso rei. Durante sessenta anos Portugal sofreu o domínio filipino, sendo oprimido e retirado da sua mais básica nacionalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Reino de Portugal perdeu a sua independência administrativa e política quando Dom Sebastião, um jovem Rei aventureiro, tentou conquistar o Norte de África. Porém, o Exército Nacional foi derrotado na Batalha de Alcácer Quibir e D. Sebastião desapareceu no nevoeiro que se fazia sentir, no decorrer do ano de 1578. Com este desaparecimento, apesar de a sucessão natural ser o Cardeal D. Henrique, gerou-se uma crise dinástica.</p>
<p style="text-align: justify;">Só nas Cortes de Tomar de 1581, é que Filipe II de Espanha é aclamado Rei, jurando os foros, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas Portugal ficou privado de um Rei natural, sob o que se tem designado por &#8220;domínio filipino&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Após sucessivas quebras de acordos políticos, principalmente em assuntos relacionados com impostos e taxações (o primeiro Rei da Dinastia Filipina fora branco para com Portugal, implementando até vários avanços tecnológicos e sociais. Porém, os seus sucessores viam Portugal apenas como uma fonte de impostos e riquezas, obrigando o povo a pagar altas taxas para financiar as</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption alignleft" style="width: 284px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="  " title="RI" src="http://www.esec-vinhais.rcts.pt/Descoberta/images/restauracao.gif" alt="Gravura de Época alusiva à Restauração da Coroa Portuguesa" width="274" height="239" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Gravura de Época alusiva à Restauração da Coroa Portuguesa</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Guerras e Conflitos do Reino de Espanha), começou a fazer-se sentir junto da população e dos Nobres portugueses um sentimento profundo de revolta, originando a Revolta de 1640, no qual um grupo de conspiradores, constituído por Nobres e Juristas. aclamou o Duque de Bragança como o novo Rei de Portugal, com o título de D. João IV, dando início à quarta Dinastia, a Dinastia de Bragança.</p>
<p style="text-align: justify;">Após violentas batalhas em território nacional, das quais se destacam a Batalha do Montijo (1644), das Linhas de Elvas (1659), do Ameixial (1663), de Castelo Rodrigo (1664) e dos Montes Claros (1665), no dia 1 de Dezembro de 1640, os Portugueses restauraram a sua independência.</p>
<p style="text-align: justify;">Paralelamente, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, como também de Angola e de São Tomé e Príncipe, restabelecendo o poder atlântico português, hegemonia descorada pelo Reinado dos Filipes de Espanha. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo de Espanha. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a só obter lucro com a cana-de-açúcar do Brasil.</p>
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		<title>Batalha de Aljubarrota</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 09:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385 entre tropas portuguesas, comandadas por D. João I de Portugal e o seu Condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de São Jorge, nas imediações da vila &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/aconteceu/batalha-de-aljubarrota/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385 entre tropas portuguesas, comandadas por D. João I de Portugal e o seu Condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de São Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre as localidades de Leiria e Alcobaça.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Aljubarrota" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/03/Batalha_de_Aljubarrota.jpg/800px-Batalha_de_Aljubarrota.jpg" alt="Cena da Batalha de Aljubarrota" width="480" height="239" /><p class="wp-caption-text">Cena da Batalha de Aljubarrota</p></div>
<p>O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos, o fim da Crise Dinástica de 1383-1385 e a consolidação de D. João I como Rei de Portugal, o primeiro da Dinastia de Avis. A aliança de Portugal com os seus aliados ingleses saiu reforçada e seria selada em 1386, no Tratado de Windsor, o mais antigo tratado activo no mundo. A paz com Castela só veio a estabelecer-se em 1411.</p>
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		<title>D. António Prior do Crato</title>
		<link>http://www.diario-universal.com/2008/08/morreu/d-antonio-prior-do-crato/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 11:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[António I de Portugal, mais conhecido pelo cognome de o Prior do Crato, nasceu em Lisboa no ano de 1531, filho do Infante D. Luís e neto de D. Manuel I. D. António ganha notoriedade durante a crise dinástica de 1580, sendo um dos  pretendentes ao trono tendo inclusive, segundo alguns historiadores, sido Rei de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2008/08/morreu/d-antonio-prior-do-crato/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>António I de Portugal, mais conhecido pelo cognome de o Prior do Crato, nasceu em Lisboa no ano de 1531, filho do Infante D. Luís e neto de D. Manuel I. D. António ganha notoriedade durante a crise dinástica de 1580, sendo um dos  pretendentes ao trono tendo inclusive, segundo alguns historiadores, sido Rei de Portugal durante um breve espaço de tempo em 1580, no continente, e desde então até 1583, confinado aos Açores.</p>
<p><center><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 256px"><img rel='domelhor'  title="D. António I" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/21/18-_Rei_D._Ant%C3%B3nio_-_O_Prior_do_Crato.jpg" alt="D. António Prior do Crato" width="246" height="300" /><p class="wp-caption-text">D. António Prior do Crato</p></div></center></p>
<p>Não consta geralmente na lista de reis de Portugal, contudo é historicamente correcto incluí-lo, pois não foi só aclamado rei, como reinou de facto, durante um curto período. Já exilado em Paris, veio a falecer anónimo no dia 26 de Agosto de 1595.</p>
<div class="shr-publisher-1417"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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