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	<title>Diário Universal &#187; Dinastia</title>
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	<description>Uma Vida não questionada não merece ser vivida -  Platão</description>
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		<title>São Teotónio de Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 10:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje celebra-se o dia religioso de São Teotónio nascido em Valença no decorrer do ano de 1082. Teotónio ficou para a História por ter sido um importante religioso português do século XII, tendo sido o primeiro português canonizado pela Igreja Católica. Formado em Teologia e Filosofia em Coimbra e Viseu, tornou-se Prior da Sé desta &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/02/morreu/sao-teotonio-de-portugal/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/ST.jpg"><img rel='domelhor'  class="alignright size-full wp-image-2220" style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="ST" src="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/ST.jpg" alt="" width="101" height="257" /></a>Hoje celebra-se o dia religioso de São Teotónio nascido em Valença no decorrer do ano de 1082. Teotónio ficou para a História por ter sido um importante religioso português do século XII, tendo sido o primeiro português canonizado pela Igreja Católica. Formado em Teologia e Filosofia em Coimbra e Viseu, tornou-se Prior da Sé desta última cidade em 1112. Mais tarde São Teotónio foi em peregrinação até Jerusalém. Quando regressou, foi-lhe proposto o cargo de Bispo de Viseu, que recusou.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o decorrer dos anos, tornou-se um dos aliados do jovem Infante Afonso Henriques na sua luta contra a mãe, Teresa de Leão, dizendo a lenda que teria chegado a excomungá-la. Mais tarde, seria conselheiro do então já Rei Dom Afonso Henriques de Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua segunda peregrinação à Terra Santa, Teotónio fixou-se por Jerusalém até 1132, quando regressou para Coimbra, onde foi um dos co-fundadores, juntamente com outros onze religiosos, do Mosteiro de Santa Cruz, do qual se tornou Prior. Esta viria a ser uma das mais importantes Casas Monásticas durante a Primeira Dinastia. Em 1152, renunciou ao Priorado de Santa Cruz, sendo que em 1153 o Papa Alexandre IV quis ordenar São Teotónio o Bispo de Coimbra, o que uma vez mais recusou.</p>
<p style="text-align: justify;">Morreu em 18 de Fevereiro de 1162, dia em que é celebrado pela Igreja Católica. Teotónio foi sepultado numa Capela da Igreja Monástica que ajudou a fundar, mesmo ao lado do local onde o primeiro Rei de Portugal se fez sepultar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1163, um ano depois da sua morte, o Papa canonizou-o. São Teotónio tornava-se assim o primeiro santo português a subir ao altar, sendo recordado sobretudo por ter sido um reformador da vida religiosa nesta Nação nascente que então era Portugal. Actualmente é o Santo Padroeiro da cidade de Viseu e da respectiva Diocese.</p>
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		<title>Restauração da Independência &#8211; Actualizado</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 14:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje celebra-se em Portugal o dia da Restauração da Independência, marcando a recuperação da independência nacional face à Coroa Espanhola em 1640, que durante 60 anos ocupou o trono. A perda da independência deu-se devido à crise da sucessão, que teve origem com a morte de D. Sebastião, em 1578, tendo falecido na batalha de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/12/aconteceu/restauracao-da-independencia/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 248px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Sebastiao" src="http://1.bp.blogspot.com/_37helTjm6N8/SUfgBjM5mXI/AAAAAAAAA0U/2PsXuXbHgBE/s400/d_sebastiao.jpg" alt="Pintura de Época de Dom Sebastião" width="238" height="288" /><p class="wp-caption-text">Pintura de Época de Dom Sebastião</p></div>
<p style="text-align: justify;">Hoje celebra-se em Portugal o dia da Restauração da Independência, marcando a recuperação da independência nacional face à Coroa Espanhola em 1640, que durante 60 anos ocupou o trono.</p>
<p style="text-align: justify;">A perda da independência deu-se devido à crise da sucessão, que teve origem com a morte de D. Sebastião, em 1578, tendo falecido na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique. Nas Cortes de Tomar de 1581, Felipe II de Espanha é aclamado rei de Portugal, sendo primo do nosso rei. Durante sessenta anos Portugal sofreu o domínio filipino, sendo oprimido e retirado da sua mais básica nacionalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Reino de Portugal perdeu a sua independência administrativa e política quando Dom Sebastião, um jovem Rei aventureiro, tentou conquistar o Norte de África. Porém, o Exército Nacional foi derrotado na Batalha de Alcácer Quibir e D. Sebastião desapareceu no nevoeiro que se fazia sentir, no decorrer do ano de 1578. Com este desaparecimento, apesar de a sucessão natural ser o Cardeal D. Henrique, gerou-se uma crise dinástica.</p>
<p style="text-align: justify;">Só nas Cortes de Tomar de 1581, é que Filipe II de Espanha é aclamado Rei, jurando os foros, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas Portugal ficou privado de um Rei natural, sob o que se tem designado por &#8220;domínio filipino&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Após sucessivas quebras de acordos políticos, principalmente em assuntos relacionados com impostos e taxações (o primeiro Rei da Dinastia Filipina fora branco para com Portugal, implementando até vários avanços tecnológicos e sociais. Porém, os seus sucessores viam Portugal apenas como uma fonte de impostos e riquezas, obrigando o povo a pagar altas taxas para financiar as</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption alignleft" style="width: 284px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="  " title="RI" src="http://www.esec-vinhais.rcts.pt/Descoberta/images/restauracao.gif" alt="Gravura de Época alusiva à Restauração da Coroa Portuguesa" width="274" height="239" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Gravura de Época alusiva à Restauração da Coroa Portuguesa</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Guerras e Conflitos do Reino de Espanha), começou a fazer-se sentir junto da população e dos Nobres portugueses um sentimento profundo de revolta, originando a Revolta de 1640, no qual um grupo de conspiradores, constituído por Nobres e Juristas. aclamou o Duque de Bragança como o novo Rei de Portugal, com o título de D. João IV, dando início à quarta Dinastia, a Dinastia de Bragança.</p>
<p style="text-align: justify;">Após violentas batalhas em território nacional, das quais se destacam a Batalha do Montijo (1644), das Linhas de Elvas (1659), do Ameixial (1663), de Castelo Rodrigo (1664) e dos Montes Claros (1665), no dia 1 de Dezembro de 1640, os Portugueses restauraram a sua independência.</p>
<p style="text-align: justify;">Paralelamente, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, como também de Angola e de São Tomé e Príncipe, restabelecendo o poder atlântico português, hegemonia descorada pelo Reinado dos Filipes de Espanha. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo de Espanha. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a só obter lucro com a cana-de-açúcar do Brasil.</p>
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		<title>Batalha de Aljubarrota</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 09:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385 entre tropas portuguesas, comandadas por D. João I de Portugal e o seu Condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de São Jorge, nas imediações da vila &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/aconteceu/batalha-de-aljubarrota/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385 entre tropas portuguesas, comandadas por D. João I de Portugal e o seu Condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de São Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre as localidades de Leiria e Alcobaça.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Aljubarrota" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/03/Batalha_de_Aljubarrota.jpg/800px-Batalha_de_Aljubarrota.jpg" alt="Cena da Batalha de Aljubarrota" width="480" height="239" /><p class="wp-caption-text">Cena da Batalha de Aljubarrota</p></div>
<p>O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos, o fim da Crise Dinástica de 1383-1385 e a consolidação de D. João I como Rei de Portugal, o primeiro da Dinastia de Avis. A aliança de Portugal com os seus aliados ingleses saiu reforçada e seria selada em 1386, no Tratado de Windsor, o mais antigo tratado activo no mundo. A paz com Castela só veio a estabelecer-se em 1411.</p>
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		<title>D. António Prior do Crato</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 11:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[António I de Portugal, mais conhecido pelo cognome de o Prior do Crato, nasceu em Lisboa no ano de 1531, filho do Infante D. Luís e neto de D. Manuel I. D. António ganha notoriedade durante a crise dinástica de 1580, sendo um dos  pretendentes ao trono tendo inclusive, segundo alguns historiadores, sido Rei de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2008/08/morreu/d-antonio-prior-do-crato/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>António I de Portugal, mais conhecido pelo cognome de o Prior do Crato, nasceu em Lisboa no ano de 1531, filho do Infante D. Luís e neto de D. Manuel I. D. António ganha notoriedade durante a crise dinástica de 1580, sendo um dos  pretendentes ao trono tendo inclusive, segundo alguns historiadores, sido Rei de Portugal durante um breve espaço de tempo em 1580, no continente, e desde então até 1583, confinado aos Açores.</p>
<p><center><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 256px"><img rel='domelhor'  title="D. António I" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/21/18-_Rei_D._Ant%C3%B3nio_-_O_Prior_do_Crato.jpg" alt="D. António Prior do Crato" width="246" height="300" /><p class="wp-caption-text">D. António Prior do Crato</p></div></center></p>
<p>Não consta geralmente na lista de reis de Portugal, contudo é historicamente correcto incluí-lo, pois não foi só aclamado rei, como reinou de facto, durante um curto período. Já exilado em Paris, veio a falecer anónimo no dia 26 de Agosto de 1595.</p>
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		<title>Hugo Capeto</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 09:06:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dom Hugo Capeto, nascido durante o ano de 938 e falecido a 24 de Outubro de 996, foi Rei dos Francos desde 3 de Julho de 987 até ao dia da sua morte, tendo sido o fundador da Dinastia Capetiana. Hugo Capeto era filho de Hugo, o Grande, duque dos Francos e de Dona Avoia &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2008/07/aconteceu/hugo-capeto/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Dom Hugo Capeto, nascido durante o ano de 938 e falecido a 24 de Outubro de 996, foi Rei dos Francos desde 3 de Julho de 987 até ao dia da sua morte, tendo sido o fundador da Dinastia Capetiana. Hugo Capeto era filho de Hugo, o Grande, duque dos Francos e de Dona Avoia da Saxónia, filha de Henrique I da Saxónia, rei da Germânia.</p>
<p style="text-align: center;"><img rel='domelhor'  class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/f0/Hugues_capet.jpg/200px-Hugues_capet.jpg" alt="" width="200" height="253" /></p>
<p>Em 987, Hugo Capeto, então Duque, tornou Paris na principal cidade do país e o poderio do ducado estendeu-se a toda a França, durante um período de lutas civis que acompanhou as três primeiras Cruzadas. Sendo um homem de grandes virtudes administrativas, não granjeou o poder por simpatias, mas sim por astúcia, força e o suborno.</p>
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