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	<title>Diário Universal &#187; Espanha</title>
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	<description>Uma Vida não questionada não merece ser vivida -  Platão</description>
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		<title>Tratado de Alcanizes</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 10:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img rel='domelhor'  class="alignright" title="TA" src="http://photos-h.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash2/76009_476102672600_298476007600_6175633_5560819_a.jpg" alt="" width="180" height="154" />O Tratado de Alcanizes ou Alcañices foi assinado entre Leão e Castela, reinos governados por Fernando IV, e Portugal, através de D. Dinis. Este importante documento, assinado a 12 de Setembro de 1297, na povoação leonesa-castelhana de Alcanizes, definiu as fronteiras entre Portugal e a actual Espanha, constituindo o tratado fronteiriço mais antigo do mundo, ainda em vigor.</p>
<p>A versão portuguesa deste documento encontra-se preservado nos Arquivos da Torre do Tombo, conservando as suas características originais.</p>
<p>Este documento também constitui o registo histórico mais antigo, referente à Questão de Olivença. Segundo o tratado assinado, Olivença passaria a pertencer ao Reino de Portugal. Porém, ainda hoje este território é considerado português, mas administrado por Espanha. É dos poucos territórios do mundo que não tem uma fronteira definida.</p>
<div class="important_block">Curiosidade: Apesar do Tratado estar datado de 1335, este documento foi realmente assinado no ano de 1297. Na época, o calendário juliano ainda se encontrada em vigor na maior parte da Europa, explicando assim a diferença temporal. Actualmente, é universalmente utilizado o calendário gregoriano.</div>
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		<title>433 Anos de Alcacér-Quibir</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 14:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Hoje assinalam-se 433 anos da Batalha de Alcacér-Quibir, ou Al Quasr al-kibr. Esta batalha, também conhecida no mundo árabe como a Batalha dos Três Reis, foi travada no norte de Marrocos, perto da cidade de Ksar-El-Kebir, no fatidico dia 4 de Agosto de 1578.</p>
<p><img rel='domelhor'  class="alignright" title="AQ" src="http://paxprofundis.org/livros/sebastiasnismo/alcacerquibir.jpg" alt="" width="336" height="212" />Liderando o Reino de Portugal, Dom Sebastião e o Sultão Mulay Mohammed lutaram contra o exércio do Império Otomano, liderado pelo Sultão de Marrocos, Mulei Moluco. Esta batalha resultou na morte e desaparecimento da maior parte da elite nobre e guerreira de Portugal, bem como de Dom Sebastião e dos Sultões (origem do nome Batalha dos Três Reis).</p>
<p>Segundo diversos relatos da época, a batalha terminou após 4 horas de combate intenso com a completa derrota dos exércitos de Dom Sebastião e Abu Abdallah Mohammed II Saadi, contabilizando quase 9.000 mortos e 16.000 prisioneiros, nos quais se incluem grande parte da nobreza portuguesa.</p>
<p>Este resultado desastroso trouxe graves consequências para Portugal. A principal e mais directa consequência foi a crise dinástica: com a morte de Dom Sebastião, o trono passou para o seu tio, o Cardeal Dom Henrique, que veio a falecer pouco tempo depois sem descendentes. Após anos incertos, o Conselho de Governadores do Reino, convocado por Dom Henrique pouco antes da sua morte, atribui o trono a Filipe de Espanha, apesar das revoltas populares.</p>
<div class="important_block">Durante a Batalha de Alcacér-Quibir, morreram 203 nobres durante a batalha, criando um grande vazio de poder no Reino de Portugal. Pode ver uma lista completa <strong><em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_militares_portugueses_falecidos_na_Batalha_de_%C3%81lcacer_Quibir" target="_blank">aqui</a></em></strong></div>
<p>Outra consequência para o Reino de Portugal foi a bancarrota, devido aos elevados custos das operações militares e dos resgates dos prisioneiros. Também é de salientar que, devido ao grande número de nobres mortos, ocorreu um grande vazio de poder a nível regional e local, muitos destes sem sucessores directos. Aproveitando a invasão militar do reino, por parte de Filipe de Espanha, alegando a protecção do seu trono por direito, muitos dos feudos deixados vazios pela morte dos nobres em batalha foram ocupados pela nobreza espanhola, ficando nesta situação até 1640.</p>
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		<title>Conflito de Cisplatina</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 08:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img rel='domelhor'  title="Brasil" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e3/Cisplatina.png/250px-Cisplatina.png" alt="" width="250" height="291" /><p class="wp-caption-text">Território do Brasil</p></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 17 de Março de 1808, Portugal dá um ultimato aos governantes de Buenos Aires, tendo assim começado a disputa pela Província Cisplatina. A Província Cisplatina, também denominada de Província Oriental, era o nome dado a uma região situada no sul do Brasil, que fazia parte do Vice-Reinado do Prata, território incorporado no Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves em 1821.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido ao facto de grande parte da população deste território ser constituída na altura por colonos espanhóis, a sua integração no Brasil nunca foi completa. A língua e os costumes, herdados da Espanha, impediam esta integração e qualquer ligação à sociedade brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira década de 1800, o governo argentino reivindicou este território como parte do antigo Vice-reinado do Prata. Porém, como parte integrante das estratégias de defesa territorial, o Império do Brasil manteve o seu direito às terras. A desanexação ocorreu em 1828, com a independência do território que formou a República Oriental do Uruguai.</p>
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		<title>Caio Júlio César</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 08:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Busto de César" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/26/Gaius_Julius_Caesar_%28100-44_BC%29.JPG/250px-Gaius_Julius_Caesar_%28100-44_BC%29.JPG" alt="" width="200" height="323" /><p class="wp-caption-text">Busto de Júlio César, em Roma</p></div>
<p style="text-align: justify;">Caio Júlio César, nascido no dia 13 de Julho do ano 100 a.C., foi um patrício, líder militar e político romano, transformando a República Romana no Império Romano.</p>
<p style="text-align: justify;">César foi eleito Questor pela Assembleia do Povo em 69 a.C., com apenas trinta anos de idade, como estipulava o <em>cursus honorum</em> romano. No sorteio subsequente, calhou-lhe um cargo na província romana da <strong><em>Hispania Ulterior</em></strong>, situada mais ou menos nos modernos Portugal e sul de Espanha, cargo que ocupou durante 4 anos. No regresso a Roma, César prosseguiu a carreira como advogado até ser eleito Edil em 65 a.C., o primeiro cargo do <em>cursus honorum</em> a deter<em> imperium</em>, ou seja, autoridade. As funções de um Edil podem ser equiparadas às de um moderno Presidente da Câmara Municipal e incluíam a regulação das construções, do trânsito, do comércio e outros aspectos da vida diária.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o cargo poderia ser um presente envenenado, pois incluía a organização dos jogos no Circo Máximo, o que, dado o limitado orçamento público, exigia a aplicação dos fundos privados do Edil. Isto era especialmente verdade no caso de César, que pretendia realizar jogos memoráveis para impulsionar a sua carreira política. César  aplicou todo o seu engenho para o conseguir, chegando até a desviar o curso do Rio Tibre para uma representação no circo, mas acabou o ano com dívidas na ordem das várias centenas de talentos de ouro, o equivalente a vários milhões de euros actuais.</p>
<p style="text-align: justify;">As suas conquistas na Gália, já como governante próspero e respeitado, estenderam o domínio romano até ao Oceano Atlântico, um feito de consequências profundas na História da Europa. No fim da sua vida, Júlio César lutou numa guerra civil com a facção conservadora do Senado romano, cujo líder era Pompeu. Depois da derrota dos <em>Optimates</em>, tornou-se ditador vitalício e iniciou uma série de reformas administrativas e económicas em Roma.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu assassinato nos idos de Março de 44 a.C., mais precisamente no dia 15 de Março, por um grupo de senadores travou o seu trabalho e abriu caminho a uma instabilidade política que viria a culminar no fim da República e início do Império Romano. Os feitos militares de César são conhecidos através do seu próprio punho e de relatos de autores como <em>Suetónio e Plutarco</em>.</p>
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		<title>Gripe Espanhola de 1918</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 10:12:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 286px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Gripe Espanhola" src="http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/metroclima/usu_img/recorde1918f.jpg" alt="" width="276" height="363" /><p class="wp-caption-text">A gripe fez-se sentir principalmente nas tropas estacionadas na Europa no pós Primeira Guerra Mundial.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Gripe de 1918, frequentemente citada como Gripe Espanhola, foi uma pandemia do vírus influenza que se espalhou por quase toda parte do mundo. Esta gripe foi causada por uma virulência  invulgar e frequentemente mortal de uma estirpe do vírus <strong><em>Influenza A</em></strong> do subtipo H1N1, bastante similar à Gripe A.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem geográfica da pandemia de gripe de 1918-1919 é desconhecido, tendo sido designada de gripe espanhola, gripe pneumónica, peste pneumónica ou, simplesmente, pneumónica. A designação &#8220;gripe espanhola&#8221; deu origem a algum debate na literatura médica da época, que talvez se deva ao facto de a imprensa na Espanha, não participando na guerra, ter noticiado livremente que civis em muitos lugares estavam a adoecer e a morrer em números alarmantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A doença foi observada pela primeira vez em Fort Riley, no estado norte-americano no Kansas, a 4 de Março de 1918, e em Queens no dia 11 de Março do mesmo ano.<br />
Os primeiros casos conhecidos de gripe na Europa ocorreram em Abril de 1918 com tropas francesas, britânicas e americanas, estacionadas nos portos de embarque na França. A primeira vitima mortal sucumbiu à gripe no dia 8 de Março de 1918.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Maio, a doença atingiu a Grécia, Portugal e Espanha. Em Junho, a Dinamarca e a Noruega. Em Agosto, os Países Baixos e a Suécia. Todos os exércitos estacionados na Europa foram severamente afectados pela doença, calculando-se que cerca de 80% das mortes da Armada dos EUA se deveram à gripe.</p>
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		<title>Restauração da Independência &#8211; Actualizado</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 14:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje celebra-se em Portugal o dia da Restauração da Independência, marcando a recuperação da independência nacional face à Coroa Espanhola em 1640, que durante 60 anos ocupou o trono. A perda da independência deu-se devido à crise da sucessão, que teve origem com a morte de D. Sebastião, em 1578, tendo falecido na batalha de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/12/aconteceu/restauracao-da-independencia/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 248px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Sebastiao" src="http://1.bp.blogspot.com/_37helTjm6N8/SUfgBjM5mXI/AAAAAAAAA0U/2PsXuXbHgBE/s400/d_sebastiao.jpg" alt="Pintura de Época de Dom Sebastião" width="238" height="288" /><p class="wp-caption-text">Pintura de Época de Dom Sebastião</p></div>
<p style="text-align: justify;">Hoje celebra-se em Portugal o dia da Restauração da Independência, marcando a recuperação da independência nacional face à Coroa Espanhola em 1640, que durante 60 anos ocupou o trono.</p>
<p style="text-align: justify;">A perda da independência deu-se devido à crise da sucessão, que teve origem com a morte de D. Sebastião, em 1578, tendo falecido na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique. Nas Cortes de Tomar de 1581, Felipe II de Espanha é aclamado rei de Portugal, sendo primo do nosso rei. Durante sessenta anos Portugal sofreu o domínio filipino, sendo oprimido e retirado da sua mais básica nacionalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Reino de Portugal perdeu a sua independência administrativa e política quando Dom Sebastião, um jovem Rei aventureiro, tentou conquistar o Norte de África. Porém, o Exército Nacional foi derrotado na Batalha de Alcácer Quibir e D. Sebastião desapareceu no nevoeiro que se fazia sentir, no decorrer do ano de 1578. Com este desaparecimento, apesar de a sucessão natural ser o Cardeal D. Henrique, gerou-se uma crise dinástica.</p>
<p style="text-align: justify;">Só nas Cortes de Tomar de 1581, é que Filipe II de Espanha é aclamado Rei, jurando os foros, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas Portugal ficou privado de um Rei natural, sob o que se tem designado por &#8220;domínio filipino&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Após sucessivas quebras de acordos políticos, principalmente em assuntos relacionados com impostos e taxações (o primeiro Rei da Dinastia Filipina fora branco para com Portugal, implementando até vários avanços tecnológicos e sociais. Porém, os seus sucessores viam Portugal apenas como uma fonte de impostos e riquezas, obrigando o povo a pagar altas taxas para financiar as</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption alignleft" style="width: 284px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="  " title="RI" src="http://www.esec-vinhais.rcts.pt/Descoberta/images/restauracao.gif" alt="Gravura de Época alusiva à Restauração da Coroa Portuguesa" width="274" height="239" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Gravura de Época alusiva à Restauração da Coroa Portuguesa</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Guerras e Conflitos do Reino de Espanha), começou a fazer-se sentir junto da população e dos Nobres portugueses um sentimento profundo de revolta, originando a Revolta de 1640, no qual um grupo de conspiradores, constituído por Nobres e Juristas. aclamou o Duque de Bragança como o novo Rei de Portugal, com o título de D. João IV, dando início à quarta Dinastia, a Dinastia de Bragança.</p>
<p style="text-align: justify;">Após violentas batalhas em território nacional, das quais se destacam a Batalha do Montijo (1644), das Linhas de Elvas (1659), do Ameixial (1663), de Castelo Rodrigo (1664) e dos Montes Claros (1665), no dia 1 de Dezembro de 1640, os Portugueses restauraram a sua independência.</p>
<p style="text-align: justify;">Paralelamente, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, como também de Angola e de São Tomé e Príncipe, restabelecendo o poder atlântico português, hegemonia descorada pelo Reinado dos Filipes de Espanha. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo de Espanha. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a só obter lucro com a cana-de-açúcar do Brasil.</p>
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		<title>O Último Auto-de-Fé</title>
		<link>http://www.diario-universal.com/2009/08/aconteceu/o-ultimo-auto-de-fe/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 09:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um Auto-de-Fé é um ritual de penitência pública ou humilhação de hereges, realizados pela Inquisição, principalmente em Portugal e Espanha. O primeiro Auto-de-Fé ocorreu em Sevilha, durante o ano de 1481, com a execução de seis homens e mulheres. A Inquisição teve um pouco menos de poder em Portugal, tendo sido estabelecida em 1536 e &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/aconteceu/o-ultimo-auto-de-fe/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 320px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Auto-de-Fé" src="http://www.ciadaescola.com.br/zoom/imgs/343/image002.jpg" alt="Um Auto-de-Fé praticado no Terreiro do Paço." width="310" height="227" /><p class="wp-caption-text">Um Auto-de-Fé praticado no Terreiro do Paço.</p></div>
<p>Um Auto-de-Fé é um ritual de penitência pública ou humilhação de hereges, realizados pela Inquisição, principalmente em Portugal e Espanha.</p>
<p>O primeiro Auto-de-Fé ocorreu em Sevilha, durante o ano de 1481, com a execução de seis homens e mulheres. A Inquisição teve um pouco menos de poder em Portugal, tendo sido estabelecida em 1536 e durado oficialmente até 1821, se bem que tenha sido muito debilitada com o regime do Marquês de Pombal na segunda metade do século XVIII. O primeiro auto-de-fé em Portugal foi realizado a 20 de Setembro de 1540 em Lisboa, onde a praça do Rossio serviu de local de execução, embora sejam também conhecidos autos no Terreiro do Paço, como representa a imagem. No Porto houve apenas um auto-de-fé, bem como no México, Peru e Brasil.</p>
<p>O último Auto-de-Fé em Portugal ocorreu no dia 7 de Agosto de 1794, contrariando as tradicionais sentenças de centenas de inocentes, sendo apenas condenado a prisão um homem que teria insultado a Igreja. Actualmente, o Vaticano já condenou estes actos, pedindo desculpas por os ter executado.</p>
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		<title>Fulgêncio Batista y Zaldívar</title>
		<link>http://www.diario-universal.com/2009/08/morreu/fulgencio-batista-y-zaldivar/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 15:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fulgêncio Batista y Zaldívar nasceu na localidade de Banes a 16 de Janeiro de 1901, tendo ficado para a história pelo estadista cubano que tentou fortalecer o país, com o apoio dos Estados Unidos da América, entre 1933 e 1959. No primeiro período da sua governação, entre 1933 e 1944, exerceu um governo forte. Batista &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/morreu/fulgencio-batista-y-zaldivar/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img rel='domelhor'  title="Batista" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9d/1952Batista.jpg/250px-1952Batista.jpg" alt="Fulgêncio Batista em 1952, na sua tomada de posse após o seu Golpe Militar." width="250" height="261" /><p class="wp-caption-text">Fulgêncio Batista em 1952, na sua tomada de posse após o seu Golpe Militar.</p></div>
<p>Fulgêncio Batista y Zaldívar nasceu na localidade de Banes a 16 de Janeiro de 1901, tendo ficado para a história pelo estadista cubano que tentou fortalecer o país, com o apoio dos Estados Unidos da América, entre 1933 e 1959.</p>
<p>No primeiro período da sua governação, entre 1933 e 1944, exerceu um governo forte. Batista consolidou o seu poder concentrando em si todas as nomeações para os cargos públicos e políticos. Durante o primeiro mandato de Batista, Cuba cooperou na Segunda Guerra Mundial com os aliados e declarou guerra ao Japão, Alemanha e Itália.</p>
<p>Em Março de 1952 regressou ao poder, novamente através de um golpe militar. Passou então a governar como um verdadeiro ditador, contando com o reconhecimento diplomático e apoio militar dos EUA. Instaurou um regime autoritário, mandando prender os seus opositores e restringindo as liberdades através do controlo total da imprensa, das universidades e do Congresso Cubano.</p>
<p>Porém, o último mandato de Fulgêncio Batista não durou tanto como os primeiros, tendo sido derrubado por Fidel Castro, que ainda hoje se mantém na dianteira de Cuba. Batista refugiou-se na Madeira, depois no Estoril, falecendo a 6 de Agosto de 1973 já em Espanha.</p>
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		<title>A Restauração da Soberania</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 13:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aconteceu no dia 1 de Dezembro de 1640, a revolta que deu origem à Restauração da Independência, lutando contra a tentativa de anulação da independência do Reino de Portugal por parte da Dinastia Filipina de Espanha, e que vem a culminar com a instauração da Dinastia Portuguesa da casa de Bragança. Sob o poder de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2008/12/aconteceu/a-restauracao-da-soberania/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">Aconteceu no dia 1 de Dezembro de 1640, a revolta que deu origem à Restauração da Independência, lutando contra a tentativa de anulação da independência do Reino de Portugal por parte da Dinastia Filipina de Espanha, e que vem a culminar com a instauração da Dinastia Portuguesa da casa de Bragança.</p>
<p style="text-align: center;"><img rel='domelhor'  class="aligncenter" title="Dom João I" src="http://www.enciclopedia.com.pt/images/aclamao2.gif" alt="" width="507" height="444" /></p>
<p style="text-align: justify;">
Sob o poder de Filipe III, o desrespeito pelo juramento de Tomar, assinado em 1581, tinha atingido um grau intolerável devido à nomeação de nobres espanhóis para lugares de chefia militar em Portugal, usando tropas portuguesas para a guerra da Catalunha, aumentando vários impostos em Portugal sem a aprovação das Cortes nacionais e a crescente perda de soberania nas colónias, entre outras questões chave para Portugal.
</p>
<p style="text-align: justify;">A 12 de Outubro, em casa de D. Antão de Almada, reuniram-se D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo e o seu irmão Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro. Desta reunião ficou acordado convocar o Duque de Bragança, Dom João, para assumir os destinos do País e restaurar a Independência face a Espanha. No dia 1 de Dezembro de 1640, eclodiu por fim em Lisboa a revolta, imediatamente apoiada por muitas comunidades urbanas e concelhos rurais de todo o país, levando à instauração da Casa de Bragança no trono de Portugal.</p>
<div class="shr-publisher-1457"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>D. António Prior do Crato</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 11:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
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		<description><![CDATA[António I de Portugal, mais conhecido pelo cognome de o Prior do Crato, nasceu em Lisboa no ano de 1531, filho do Infante D. Luís e neto de D. Manuel I. D. António ganha notoriedade durante a crise dinástica de 1580, sendo um dos  pretendentes ao trono tendo inclusive, segundo alguns historiadores, sido Rei de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2008/08/morreu/d-antonio-prior-do-crato/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>António I de Portugal, mais conhecido pelo cognome de o Prior do Crato, nasceu em Lisboa no ano de 1531, filho do Infante D. Luís e neto de D. Manuel I. D. António ganha notoriedade durante a crise dinástica de 1580, sendo um dos  pretendentes ao trono tendo inclusive, segundo alguns historiadores, sido Rei de Portugal durante um breve espaço de tempo em 1580, no continente, e desde então até 1583, confinado aos Açores.</p>
<p><center><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 256px"><img rel='domelhor'  title="D. António I" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/21/18-_Rei_D._Ant%C3%B3nio_-_O_Prior_do_Crato.jpg" alt="D. António Prior do Crato" width="246" height="300" /><p class="wp-caption-text">D. António Prior do Crato</p></div></center></p>
<p>Não consta geralmente na lista de reis de Portugal, contudo é historicamente correcto incluí-lo, pois não foi só aclamado rei, como reinou de facto, durante um curto período. Já exilado em Paris, veio a falecer anónimo no dia 26 de Agosto de 1595.</p>
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