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34 Anos do Fim do PREC

Em honra ao fim do PREC, que celebra hoje 34 anos, com o Golpe de 25 de Novembro, deixamos um vídeo que demonstra na sua perfeição o tipo de governantes da altura, os líderes do Portugal Pós-Revolução dos Cravos.

Estados Unidos da América Central

Bandeira Oficial dos Estados Unidos da América Central, data de 1824.

Bandeira Oficial dos Estados Unidos da América Central, data de 1824.

Os Estados Unidos da América Central foram fundados em 1823, como uma República Federal, situada na América Central, seguindo o modelo dos vizinhos Estados Unidos da América. A Federação, que durou apenas 17 anos, foi também designada como Províncias Unidas da América Central e, segundo a sua Constituição aprovada em 1824, Federação da América Central.

A Federação era constituída pelas actuais Repúblicas da Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua e Costa Rica. Em meados da década de 1830, foi criado um nova República, Los Altos, com capital em Quetzaltenango, a qual ocupava parte daquilo que são hoje as terras altas da Guatemala e o estado mexicano de Chiapas.

O primeiro grande golpe, a caminho do fim desta Federação, aconteceu a 5 de Novembro de 1838, após as Honduras decidirem abandonar oficialmente a sua condição de Estado Federado, tornando-se autónomo.

Batalha de Aljubarrota

A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385 entre tropas portuguesas, comandadas por D. João I de Portugal e o seu Condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de São Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre as localidades de Leiria e Alcobaça.

Cena da Batalha de Aljubarrota

Cena da Batalha de Aljubarrota

O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos, o fim da Crise Dinástica de 1383-1385 e a consolidação de D. João I como Rei de Portugal, o primeiro da Dinastia de Avis. A aliança de Portugal com os seus aliados ingleses saiu reforçada e seria selada em 1386, no Tratado de Windsor, o mais antigo tratado activo no mundo. A paz com Castela só veio a estabelecer-se em 1411.

António de Oliveira Salazar – 39º Aniversário da sua Morte

António de Oliveira Salazar em 1957

António de Oliveira Salazar em 1957

António de Oliveira Salazar, nascido no Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, no dia 28 de Abril de 1889 foi Presidente do Conselho de Ministros de Portugal de 1931 a 1968, tendo antes sido professor catedrático da Universidade de Coimbra.

Salazar começou a sua carreira política enquanto deputado ao Parlamento, tendo-o sido apenas por dia. Quando Salazar participou no Plenário de Abertura, notou que a Assembleia da República não funcionava nem conseguia ultrapassar as querelas políticas da época, de modo a servir o País, tendo-se demitido e voltado para a Universidade de Coimbra, para leccionar.

Mais tarde, após o golpe militar de 28 de Maio de 1926, as Finanças Públicas de Portugal, desgastadas ainda dos prejuízos da Primeira Guerra Mundial e pelas sucessivas quedas dos governos efémeros da Primeira República, estavam quase no ponto zero. Salazar foi então chamado à capital para ser Ministro das Finanças, cargo que ocupou novamente por apenas dias, visto o regime militar da altura não ter aceite seguir as condições de Oliveira Salazar, respeitante aos orçamentos. Só à beira do desespero financeiro e social é que o regime militar aceita as condições de Salazar, permitindo-o proceder a um saneamento financeiro de grande sucesso. Devido ao sucesso das suas políticas, foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros.

Instituidor do Estado Novo, através da Nova Constituição de 1933, e da sua organização política, a União Nacional, Salazar dirigiu os destinos de Portugal, como Presidente do Conselho de Ministros, entre 1932 e 1968, continuando com uma política de controlo de gastos, permitindo a Portugal ter um saldo positivo na sua balança comercial e financeira (em termos simples, ganhava-se mais do que se gastada, em termos do Estado e as suas receitas fiscais), pela primeira e única vez na longa história do País.

Apoiando-se na doutrina social da Igreja Católica, Salazar orientou o País para um corporativismo de Estado autoritário, com uma linha de acção económica nacionalista. Este nacionalismo económico levou-o a tomar medidas de proteccionismo e isolacionismo de natureza fiscal, tarifária, alfandegária, para Portugal e as colónias, que tiveram grande impacto sobretudo até aos anos 60, altura que Portugal começou a abrir-se ao exterior devido a pressões da ONU, aliados e devido às crescentes questões coloniais.

O princípio do fim de Salazar começou a 3 de Agosto de 1968, no Forte de Santo António, no Estoril, onde aconteceu a famosa queda de uma cadeira de lona, deixada em segredo primeiro, acabou por ditar o seu afastamento do Governo. Porém ainda hoje vários historiadores põe em causa se este episódio realmente aconteceu.

Américo Tomás, então Presidente da República chamou, a 27 de Setembro de 1968, Marcello Caetano para substituir Salazar. Até morrer, em 1970, continuou a receber visitas como se fosse ainda Presidente do Conselho, tendo vindo a falecer no dia 27 de Julho de 1970, na cidade de Lisboa. O seu funeral foi presenciado por milhares de portugueses, que se deslocaram de todo o País.

Nota do Autor: Esta publicação de forma alguma é uma homenagem a um regime autoritário como foi o Salazarismo (e não Fascismo, como popularmente se apelidou), mas sim a explicação histórica de uma efemeridade temporal, o 39º Aniversário da morte de Salazar. A História, seja boa ou má, não deve ser esquecida e reprimida, mas sim relembrada de forma imparcial e realista, de forma a ser estudada.

A Queda de Roma

Este dia, em vários anos diferentes, foi um dia trágico para o Império e para Roma. Para além de, no ano de 79, o Império ter perdido duas das suas mais belas cidades, Pompeia e Herculano, séculos mais tarde, dá-se a queda de Roma.

Alarico I e os Visigodos tornam-se os primeiros bárbaros desde a fundação de Roma e do Império, a tomar e saquear a cidade. É o fim do Império Romano do Ocidente.

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