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	<title>Diário Universal &#187; Governo</title>
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		<title>Mem de Sá</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 20:01:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mem de Sá, nascido no ano de 1500, foi um distinto Fidalgo e Administrador colonial português, tendo ficado para a História como um dos primeiros Governadores-Gerais do Brasil. Irmão do poeta Francisco Sá de Miranda, exerceu o cargo de desembargador dos Agravos, tendo sido nomeado terceiro Governador-Geral do Brasil entre 1558 e 1572, sucedendo a &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/03/morreu/mem-de-sa/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 266px"><img rel='domelhor'  title="Mem de Sá" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/96/Mem_de_Sa.jpg/256px-Mem_de_Sa.jpg" alt="" width="256" height="289" /><p class="wp-caption-text">Mem de Sá</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mem de Sá, nascido no ano de 1500, foi um distinto Fidalgo e Administrador colonial português, tendo ficado para a História como um dos primeiros Governadores-Gerais do Brasil. Irmão do poeta Francisco Sá de Miranda, exerceu o cargo de desembargador dos Agravos, tendo sido nomeado terceiro Governador-Geral do Brasil entre 1558 e 1572, sucedendo a D. Duarte da Costa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mem de Sá chegou a Salvador, na Bahia, no dia 28 de Dezembro de 1557, tendo tomado posse do Governo a 3 de Janeiro de 1558. Uma das suas principais preocupações foi a de pacificar a recém criada colónia, liderando a guerra contra os nativos. Durante os combates, Mem de Sá perdeu o filho, Fernão de Sá, na então Capitania do Espírito Santo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os 14 anos do seu governo ficaram marcados por vários momentos, destacando a fundação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, a segunda a ser criada no Brasil, e a expulsão das tropas Francesas do território português em 1567. Em termos administrativos, Mem de Sá destacou-se também na criação de incentivos à produção do açúcar, estimulo do tráfico de escravos africanos para o Brasil e na criação de Leis que protegiam da escravidão os indígenas já catequizados.</p>
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		<title>Geraldo Pinho Alves</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 13:00:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Diário Universal presta homenagem a um grande brasileiro e um lutador da Democracia que hoje em dia caiu no esquecimento, Geraldo Pinho Alves. Nascido na cidade de Olinda a 24 de Dezembro de 1925, Geraldo veio a destacar-se como médico e principalmente como político. Conhecido como Dr. Geraldo, Geraldo Pinho Alves foi Presidente da &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/12/morreu/geraldo-pinho-alves/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">O Diário Universal presta homenagem a um grande brasileiro e um lutador da Democracia que hoje em dia caiu no esquecimento, Geraldo Pinho Alves. Nascido na cidade de Olinda a 24 de Dezembro de 1925, Geraldo veio a destacar-se como médico e principalmente como político. Conhecido como Dr. Geraldo, Geraldo Pinho Alves foi Presidente da Câmara (Prefeito) do Município do Paulista por três mandatos não consecutivos e também um proeminente e destacado Deputado Estadual noutros dois mandatos, sendo Líder do Governo Federal de Miguel Arraes na Assembleia Legislativa de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;">Geraldo Pinho Alves era um homem bastante instruído, tendo feito os seus primeiros estudos no Colégio Ateneu Pernambucano, em Olinda, e o Segundo Grau, equivalente ao Ensino Secundário de Portugal, no Colégio Joaquim Nabuco. Mais tarde, veio a ingressar na Faculdade de Medicina da UFPE em 1946, formando-se a 8 de Dezembro de 1952 com uma das médias mais altas jamais conseguidas, tendo defendido a sua tese em 1953, sobre a Saúde Pública, Radiologia e Medicina do Trabalho. Nos anos que se seguiram, Geraldo Alves exerceu medicina no Departamento de Saúde Pública do Centro de Saúde Gouveia de Barros, tendo vindo a ocupar o cargo de Director deste Centro em Janeiro de 1958.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém não completou um ano como Director do Centro de Saúde, tendo sido eleito Presidente da Câmara (Prefeito) a 15 de Novembro desse mesmo ano, do Município do Paulista, assumindo o cargo em Janeiro de 1959, realizando grandes obras de reconstrução e requalificação urbana e social. Após um ano de mandato, deixou o cargo para tornar-se Deputado Estatal, tendo sido responsável nos anos que se seguiram por Projectos-Lei sobre a Educação e Saúde, no qual se destaca o regime equivalente ao actual Passe Social Sub23 de Portugal, um passe social para todos os estudantes da Região Metropolitana do Recife.</p>
<p style="text-align: justify;">Já muito depois de deixar a política e se reformar, após ter ajudado a derrubar a Ditadura Militar que assombrou o Brasil, Geraldo Pinho Alves é internado no Hospital Unicórdis no Recife com problemas respiratórios em 2000. Após 15 dias de internação morre no hospital, no dia 2 de Dezembro de 2000. O seu corpo foi velado na Assembleia Legislativa de Pernambuco e posteriormente na Igreja Matriz de Paulista, sendo enterrado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista.</p>
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		<title>Fecho do Gueto de Varsóvia</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 10:09:36 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 482px"><img rel='domelhor'  title="GV" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e1/The_Wall_of_ghetto_in_Warsaw_-_Buiilding_on_Nazi_-German_order_August_1940.jpg" alt="Fotografia de Época" width="472" height="411" /><p class="wp-caption-text">Fotografia de Época</p></div>
<p>A 16 de Novembro de 1940, os Judeus de Varsóvia, que foram obrigados a viver no Gueto, foram isolados do resto do Mundo pelo Governo Polaco Nazi, com a construção do Muro de Varsóvia em total redor dos Bairros Judeus, segregando completamente os seus habitantes.</p>
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		<title>Campo Penal do Tarrafal</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 13:10:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em 1936, neste dia, chegaram os primeiros 152 presos políticos do Estado Novo ao Campo Penal do Tarrafal, na ilha de Santiago em Cabo Verde, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 26 539, de 23 de Abril de 1936.. Neste campo foram presos, torturados e assassinados (apesar de nunca confirmados pelo Governo de Salazar) dezenas de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/10/aconteceu/campo-do-tarrafal/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Tarrafal" src="http://4.bp.blogspot.com/_viFI2tJZr3I/SA570RT2Y0I/AAAAAAAABkE/1_EtkD-T7_o/s400/vista_do_campo_do_tarrafal.jpg" alt="Planta do Campo Penal do Tarrafal" width="280" height="217" /><p class="wp-caption-text">Planta do Campo Penal do Tarrafal</p></div>
<p>Em 1936, neste dia, chegaram os primeiros 152 presos políticos do Estado Novo ao Campo Penal do Tarrafal, na ilha de Santiago em Cabo Verde, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 26 539, de 23 de Abril de 1936.. Neste campo foram presos, torturados e assassinados (apesar de nunca confirmados pelo Governo de Salazar) dezenas de presos que o seu único crime foi estarem contra o Regime Salazarista. Salazar considerava-os uma ameaça ao regime e a Portugal.</p>
<p>O campo só foi encerrado depois do 25 de Abril de 1974, com o fim do Estado Novo.</p>
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		<title>Grande Selo dos Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 15:29:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Grande Selo dos Estados Unidos é utilizado para autenticar determinados documentos emitidos pelo Governo Federal dos Estados Unidos. A expressão é utilizada quer para designar o selo físico, que está sempre na posse do Secretário de Estado, e para designar o símbolo em si. O Grande Selo foi usado publicamente pela primeira vez no &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/09/aconteceu/grande-selo-dos-estados-unidos/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">O Grande Selo dos Estados Unidos é utilizado para autenticar determinados documentos emitidos pelo Governo Federal dos Estados Unidos. A expressão é utilizada quer para designar o selo físico, que está sempre na posse do Secretário de Estado, e para designar o símbolo em si. O Grande Selo foi usado publicamente pela primeira vez no dia 16 de Setembro de 1782.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><img rel='domelhor'  title="Selo" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/be/US-GreatSeal-Obverse.svg/200px-US-GreatSeal-Obverse.svg.png" alt="Selo" width="200" height="200" /><p class="wp-caption-text">Selo dos Estados Unidos</p></div>
<p>Os Estados Unidos têm o seu brasão de armas, o qual foi criado pelo Congresso no dia 20 de Junho de 1782, sendo mais tarde adaptado para o Grande Selo dos Estados Unidos da América. Este selo é utilizado duas a três mil vezes ao ano em vários tipos de documentos governamentais, como em passaportes, tratados, insígnia militar, entre outros.</p>
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		<title>Alcatraz</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 13:16:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A famosa Ilha-Prisão de Alcatraz foi uma base militar de 1850 a 1930, sendo posteriormente adquirida pelo Departamento de Justiça dos EUA a 12 de Outubro de 1933, quando sofreu a conversão para a Prisão Federal de Alta Segurança, tendo sido aberta a 1 de Janeiro de 1934. Durante os seus 29 anos de existência, &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/aconteceu/alcatraz-2/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img rel='domelhor'  title="Alcatraz" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/8b/Alcatraz.JPG/300px-Alcatraz.JPG" alt="Prisão de Alcatraz, vista da Baía de São Francisco, nos dias de hoje." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Prisão de Alcatraz, vista da Baía de São Francisco, nos dias de hoje.</p></div>
<p>A famosa Ilha-Prisão de Alcatraz foi uma base militar de 1850 a 1930, sendo posteriormente adquirida pelo Departamento de Justiça dos EUA a 12 de Outubro de 1933, quando sofreu a conversão para a Prisão Federal de Alta Segurança, tendo sido aberta a 1 de Janeiro de 1934. Durante os seus 29 anos de existência, a prisão alojou alguns dos maiores e mais perigosos criminosos norte-americanos, como Al Capone, Robert Franklin Stroud e Alvin Karpis. A prisão foi fechada a 21 de Agosto de 1963 devido ao seu alto custo de manutenção.</p>
<p>Porém, em 1969, um grupo de nativos norte-americanos criou um movimento que ocupou a ilha, baseando-se num Tratado Federal de 1868, que permitia que os nativos utilizassem todo o território que o governo não usava activamente. Só após quase dois anos de ocupação, o Governo Federal decretou que a ilha ainda era propriedade estatal norte-americana, retirando-os da mesma.</p>
<p>Durante 29 anos, a Prisão de Alcatraz nunca registou oficialmente fugas bem sucedidas de prisioneiros. Em todas as tentativas, os fugitivos foram mortos ou afogavam-se nas frias águas da Baía de São Francisco.</p>
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		<title>José Francisco de San Martín y Matorras</title>
		<link>http://www.diario-universal.com/2009/08/morreu/jose-francisco-de-san-martin-y-matorras/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 14:00:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[José Francisco de San Martín y Matorras nascem em Yapeyú no dia 25 de Fevereiro de 1778. Matorras foi um General argentino e o primeiro líder da América do Sul que obteve sucesso no seu esforço para a independência da Espanha, tendo participado activamente nos processos de independência da Argentina, do Chile e do Peru. &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/morreu/jose-francisco-de-san-martin-y-matorras/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="wp-caption alignright" style="width: 269px"><img rel='domelhor'  class="   " title="Matorras" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/65/Smartin.JPG" alt="José Francisco Matorras" width="259" height="340" /><p class="wp-caption-text">José Francisco Matorras</p></div>
<p style="text-align: justify;">José Francisco de San Martín y Matorras nascem em Yapeyú no dia 25 de Fevereiro de 1778. Matorras foi um General argentino e o primeiro líder da América do Sul que obteve sucesso no seu esforço para a independência da Espanha, tendo participado activamente nos processos de independência da Argentina, do Chile e do Peru.</p>
<p style="text-align: justify;">O pai de José Francisco, Juan de San Martín, era um cidadão espanhol que ocupava o cargo de Tenente-Governador da Argentina colonial, e a sua mãe, Gregoria Matorras, era sobrinha de um conquistador da região do Chaco. Enquanto lutava no Exército Aliado (Portugal, Espanha e Inglaterra) contra as Invasões Francesas, o então Tenente-Coronel José Matorras conhece Lord Macduff, nobre escocês, que o apresenta à Maçonaria, local onde se discutiam a independência das terras espanholas na América do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1811, José renuncia à carreira militar na Espanha. Neste mesmo ano, por intermédio de Lord Macduff, obteve um passaporte para viajar à Inglaterra, onde se encontrou com compatriotas da América espanhola: Alvear, Zapiola, Andrés Bello, Tomás Guido, entre outros. Todos formavam parte de uma sociedade chamada Loja Lautaro, fundada por Francisco de Miranda, o qual, junto com Simón Bolívar, já lutava na América pela independência da Venezuela.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 9 de Março de 1812, Matorras chegou a Buenos Aires para se colocar ao lado das tropas que lutavam pela libertação da América espanhola, conduzindo os rebeldes à vitória contra as tropas espanholas do General José Zavala, na Batalha de San Lorenzo de Paraná, em Fevereiro de 1813, recebendo o posto de General do Governo Revolucionário, cargo que manteve até viajar ao Peru para, em 28 de Julho de 1821, proclamar também a independência desta região em relação à Coroa Espanhola.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 26 de julho de 1822, José encontrou-se com Simon Bolívar em Guayaquil para discutir o futuro da América Latina independente, assegurando Bolívar a ajuda ao Peru, tendo San Martín renunciado a todos os seus cargos. Mais tarde, em 1824 mudou-se com a sua filha para a França, onde permaneceu até o final da vida. José Matorras morreu a 17 de Agosto de 1850, na cidade de Boulogne-sur-Mer. Só em 1880 é que os seus restos mortais foram trasladados para Buenos Aires e sepultados na catedral na cidade.</p>
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		<title>Ernesto de Melo Antunes</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 09:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ernesto Augusto de Melo Antunes nasceu no ano de 1933 na cidade de Lagoa. Militar de carreira, Melo Antunes era Capitão em 1961 e foi promovido a Major em 1972. Durante o Golpe Militar de 25 de Abril de 1974, que ficou conhecida como a Revolução dos Cravos, Melo Antunes estava nos Açores, tendo participado &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/morreu/ernesto-de-melo-antunes/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">Ernesto Augusto de Melo Antunes nasceu no ano de 1933 na cidade de Lagoa. Militar de carreira, Melo Antunes era Capitão em 1961 e foi promovido a Major em 1972. Durante o Golpe Militar de 25 de Abril de 1974, que ficou conhecida como a Revolução dos Cravos, Melo Antunes estava nos Açores, tendo participado no Movimento dos Capitães e, nessa qualidade, foi o principal redactor, em Março de 1974 do documento O Movimento das Forças Armadas e a Nação, o primeiro documento de conteúdo claramente político. Co-autor e principal redactor do programa do MFA, pertenceu à sua Comissão Coordenadora depois de 25 de Abril de 1974.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img rel='domelhor'  title="Melo Antunes" src="http://pissarro.home.sapo.pt/otelovasco.jpg" alt="Ernesto Augusto de Melo Antunes durante as emissões do MFA, ao microfone." width="400" height="265" /><p class="wp-caption-text">Vasco Gonçalves e Otelo Saraiva durante umas das emissões do MFA.</p></div>
<p>Já fora da vida militar, foi várias vezes Ministro nos Governos Provisórios, negociando a independência da Guiné-Bissau e fazendo parte do Conselho dos Vinte, Órgão do Movimento das Forças Armadas antes do período constitucional, do Conselho da Revolução, e do Conselho de Estado.</p>
<p>Ernesto de Melo Antunes notabilizou-se ainda por ter participado activamente na elaboração do Programa de Acção Política e Económica (datado de Dezembro de 1974) e do Documento dos Nove (datado de Agosto de 1975) conhecido como documento Melo Antunes por dele ter sido o primeiro subscritor. Melo Antunes veio a falecer pacificamente em sua casa no dia 10 de Agosto de 1999, quase no esquecimento pelo seu País.</p>
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		<title>Tomada de Posse de Nobre da Costa</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 18:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 9 de Agosto de 1978, Alfredo Nobre da Costa é indigitado Primeiro-ministro de Portugal, na sequência da exoneração de Mário Soares pelo Presidente da República. O III Governo Constitucional liderado por Alfredo Nobre da Costa tomou posse a 9 de Agosto de 1978, sendo constituído por iniciativa do Presidente da República Ramalho Eanes. &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/aconteceu/tomada-de-posse-de-nobre-da-costa/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">No dia 9 de Agosto de 1978, Alfredo Nobre da Costa é indigitado Primeiro-ministro de Portugal, na sequência da exoneração de Mário Soares pelo Presidente da República.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><img rel='domelhor'  title="Nobre da Costa" src="http://www.geneall.net/img/pessoas/pes_144668.jpg" alt="Nobre da Costa na sua tomada de posse." width="150" height="220" /><p class="wp-caption-text">Nobre da Costa na sua tomada de posse.</p></div>
<p>O III Governo Constitucional liderado por Alfredo Nobre da Costa tomou posse a 9 de Agosto de 1978, sendo constituído por iniciativa do Presidente da República Ramalho Eanes. Porém, este Governo terminou o seu mandato a 22 de Novembro de 1978, na sequência da rejeição do seu Programa de Governo pela Assembleia da República.</p>
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		<title>Francisco da Costa Gomes</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 11:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Francisco da Costa Gomes nasceu na cidade de Chaves a 30 de Junho de 1914, tendo sido um militar e político português, ocupando o cargo de 15º Presidente da República Portuguesa, o segundo depois do 25 de Abril de 1974. Costa Gomes estudou no Colégio Militar em Lisboa e na Faculdade de Ciências da Universidade &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/07/morreu/francisco-da-costa-gomes-2/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><img rel='domelhor'  title="Costa Gomes" src="http://www.sg.min-edu.pt/expo03/historica/25_2001_1.jpg" alt="Marechal Francisco da Costa Gomes" width="230" height="291" /><p class="wp-caption-text">Marechal Francisco da Costa Gomes</p></div>
<p>Francisco da Costa Gomes nasceu na cidade de Chaves a 30 de Junho de 1914, tendo sido um militar e político português, ocupando o cargo de 15º Presidente da República Portuguesa, o segundo depois do 25 de Abril de 1974.</p>
<p>Costa Gomes estudou no Colégio Militar em Lisboa e na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, onde se licenciou em Matemática. Mais tarde, enquanto Subsecretário de Estado do Exército, esteve envolvido na intentona militar de Abril de 1961, liderada pelo general Botelho Moniz, então Ministro da Defesa. Em 1970, Costa Gomes exerceu as funções de Comandante da Região Militar de Angola, onde procedeu à remodelação do Comando-chefe e foi o primeiro impulsionador da ideia de entendimento militar com a UNITA contra o MPLA e a FNLA, ideia que veio a gerar conflitos com a Metrópole.</p>
<p>No dia 12 de Setembro de 1972, é chamado para exercer o cargo de Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, em substituição do general Venâncio Deslandes. No entanto, viria a ser exonerado em Março de 1974, pouco antes do 25 de Abril, por se ter recusado a prestar lealdade numa cerimónia pública ao Governo de Marcello Caetano.</p>
<p>Após o 25 de Abril, Francisco Costa Gomes foi um dos sete militares que compunham a Junta de Salvação Nacional. Entre o dia 25 de Abril e 30 de Setembro de 1974, foi a segunda figura do Estado português, logo abaixo de António de Spínola, exercendo as funções de chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, tendo assumido a Presidência da República por nomeação da Junta de Salvação Nacional, devido à renúncia de Spínola a 30 de Setembro de 1974.</p>
<p>Ocupou o cargo de Presidente da República até 27 de Junho de 1976, altura em que as primeiras eleições livres para a escolha do Chefe de Estado em Portugal ditaram a escolha do General Ramalho Eanes para lhe suceder à frente dos destinos do País. Em 1982 foi elevado à dignidade de Marechal, posto honorífico. A 31 de Julho de 2001, Costa Gomes morreu no Hospital Militar de Lisboa.</p>
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