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	<title>Diário Universal &#187; Lisboa</title>
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	<description>Uma Vida não questionada não merece ser vivida -  Platão</description>
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		<title>José Fontana</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 07:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nascido na Suíça a 28 de Outubro de 1840, Giuseppe Silo Domenico Fontana estabeleceu-se em Lisboa com 14 anos de idade, ingressando de imediato na vida operária como relojoeiro e adoptando o seu nome pelo qual ficaria conhecido: José Fontana. Grande defensor dos direitos dos trabalhadores, do associativismo e do cooperativismo, José Fontana colaborou na &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/09/morreu/jose-fontana/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img rel='domelhor'  class="alignleft" title="José Fontana" src="http://purl.pt/93/1/iconografia/imagens/hg39495v/hg39495v_capa_2.jpg" alt="" width="166" height="240" />Nascido na Suíça a 28 de Outubro de 1840, Giuseppe Silo Domenico Fontana estabeleceu-se em Lisboa com 14 anos de idade, ingressando de imediato na vida operária como relojoeiro e adoptando o seu nome pelo qual ficaria conhecido: José Fontana.</p>
<p>Grande defensor dos direitos dos trabalhadores, do associativismo e do cooperativismo, José Fontana colaborou na criação da Associação Fraternidade Operária, em 1872. Mais tarde, esta Associação deu origem ao Partido Socialista Português, precursor do actual Partido Socialista.</p>
<p>Amigo próximo de Antero de Quental, José Fontana participou em várias manifestações públicas e políticas, em prol da classe operária.</p>
<p>Fortemente abalado pela tuberculose, José Fontana suicida-se no dia 2 de Setembro de 1876, com apenas 35 anos de vida. Modesto relojoeiros quando emigrou para Lisboa, era à data da sua morte sócio-gerente das Livrarias Bertrand.</p>
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		<title>Academia Real da Marinha</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 11:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste dia, no ano de 1779, a Rainha Dona Maria I fundava a Academia Real de Marinha, uma instituição de ensino superior orientada para os mares. Esta academia cientifica tinha como principal objectivo o estudo da matemática, aos membros da Marinha Real, de forma a aperfeiçoar a Armada Portuguesa. Também constavam dos cursos administrador pela &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/08/aconteceu/academia-real-da-marinha/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Neste dia, no ano de 1779, a Rainha Dona Maria I fundava a Academia Real de Marinha, uma instituição de ensino superior orientada para os mares. Esta academia cientifica tinha como principal objectivo o estudo da matemática, aos membros da Marinha Real, de forma a aperfeiçoar a Armada Portuguesa.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 577px"><img rel='domelhor'  title="Fachada" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/43/Real_Colegio_dos_Nobres.jpg" alt="" width="567" height="436" /><p class="wp-caption-text">Sede da Academia Real da Marinha no antigo Noviciado da Cotovia, onde também funcionava o Real Colégio dos Nobres.</p></div>
<p>Também constavam dos cursos administrador pela Academia, várias disciplinas orientadas para a marinha mercante e cursos preparatórios para engenharias.</p>
<p>Originalmente idealizada por Martinho de Melo (mentor do Marquês de Pombal), a Academia Real de Marinha manteve-se em funcionamento até 1837. Mais tarde, juntamente com o então extinto Real Colégio dos Nobres, esta instituição deu origem à Escola Politécnica de Lisboa, que, com o passar dos anos, se tornou a actual Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.</p>
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		<title>António de Oliveira Salazar &#8211; Morreu há 41 Anos</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 10:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[António de Oliveira Salazar, nascido no Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, no dia 28 de Abril de 1889 foi Presidente do Conselho de Ministros de Portugal de 1931 a 1968, tendo antes sido professor catedrático da Universidade de Coimbra. Salazar começou a sua carreira política enquanto deputado ao Parlamento, tendo-o sido apenas por dia. &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/07/morreu/antonio-de-oliveira-salazar-morreu-ha-41-anos/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="wp-caption alignright" style="width: 324px"><img rel='domelhor'  title="Salazar" src="http://2.bp.blogspot.com/_eq9Ae3PzIVE/SjJ2YH-NUmI/AAAAAAAADQY/QLqeNtD8UPs/s400/Salazar.jpg" alt="António de Oliveira Salazar em 1957" width="314" height="400" /><p class="wp-caption-text">António de Oliveira Salazar em 1957</p></div>
<p style="text-align: justify;">António de Oliveira Salazar, nascido no Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, no dia 28 de Abril de 1889 foi Presidente do Conselho de Ministros de Portugal de 1931 a 1968, tendo antes sido professor catedrático da Universidade de Coimbra.</p>
<p style="text-align: justify;">Salazar começou a sua carreira política enquanto deputado ao Parlamento, tendo-o sido apenas por dia. Quando Salazar participou no Plenário de Abertura, notou que a Assembleia da República não funcionava nem conseguia ultrapassar as querelas políticas da época, de modo a servir o País, tendo-se demitido e voltado para a Universidade de Coimbra, para leccionar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais tarde, após o golpe militar de 28 de Maio de 1926, as Finanças Públicas de Portugal, desgastadas ainda dos prejuízos da Primeira Guerra Mundial e pelas sucessivas quedas dos governos efémeros da Primeira República, estavam quase no ponto zero. Salazar foi então chamado à capital para ser Ministro das Finanças, cargo que ocupou novamente por apenas dias, visto o regime militar da altura não ter aceite seguir as condições de Oliveira Salazar, respeitante aos orçamentos. Só à beira do desespero financeiro e social é que o regime militar aceita as condições de Salazar, permitindo-o proceder a um saneamento financeiro de grande sucesso. Devido ao sucesso das suas políticas, foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros.</p>
<p style="text-align: justify;">Instituidor do Estado Novo, através da Nova Constituição de 1933, e da sua organização política, a União Nacional, Salazar dirigiu os destinos de Portugal, como Presidente do Conselho de Ministros, entre 1932 e 1968, continuando com uma política de controlo de gastos, permitindo a Portugal ter um saldo positivo na sua balança comercial e financeira (em termos simples, ganhava-se mais do que se gastada, em termos do Estado e as suas receitas fiscais), pela primeira e única vez na longa história do País.</p>
<p style="text-align: justify;">Apoiando-se na doutrina social da Igreja Católica, Salazar orientou o País para um corporativismo de Estado autoritário, com uma linha de acção económica nacionalista. Este nacionalismo económico levou-o a tomar medidas de proteccionismo e isolacionismo de natureza fiscal, tarifária, alfandegária, para Portugal e as colónias, que tiveram grande impacto sobretudo até aos anos 60, altura que Portugal começou a abrir-se ao exterior devido a pressões da ONU, aliados e devido às crescentes questões coloniais.</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=HikmnS6wEpA">www.youtube.com/watch?v=HikmnS6wEpA</a></p>
</p>
<p style="text-align: justify;">O princípio do fim de Salazar começou a 3 de Agosto de 1968, no Forte de Santo António, no Estoril, onde aconteceu a famosa queda de uma cadeira de lona, deixada em segredo primeiro, acabou por ditar o seu afastamento do Governo. Porém ainda hoje vários historiadores põe em causa se este episódio realmente aconteceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Américo Tomás, então Presidente da República chamou, a 27 de Setembro de 1968, Marcello Caetano para substituir Salazar. Até morrer, em 1970, continuou a receber visitas como se fosse ainda Presidente do Conselho, tendo vindo a falecer no dia 27 de Julho de 1970, na cidade de Lisboa. O seu funeral foi presenciado por milhares de portugueses, que se deslocaram de todo o País.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><div class="notice_block">Nota do Autor:</strong> <em>Esta publicação de forma alguma é uma homenagem a um regime autoritário como foi o Salazarismo (e não Fascismo, como popularmente se apelidou), mas sim a explicação histórica de uma efemeridade temporal, o 41º Aniversário da morte de Salazar. A História, seja boa ou má, não deve ser esquecida e reprimida, mas sim relembrada de forma imparcial e realista, de forma a ser estudada.<strong></div></strong></em></p>
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		<title>Carlos Paredes</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 16:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img rel='domelhor'  class="alignleft" title="CP" src="http://farm3.static.flickr.com/2674/4056970588_06b1a37736_o.jpg" alt="" width="249" height="324" />Carlos Paredes imortalizou-se como um dos melhores guitarristas portugueses. Nascido na cidade de Coimbra, a 16 de Fevereiro de 1925, Paredes vem de uma longa linhagem de artistas e guitarristas. Filho do famoso compositor e guitarrista, o Mestre Artur Paredes, bem como neto e bisneto de guitarristas, Gonçalo Paredes e António Paredes, Carlos começou a estudar guitarra portuguesa aos quatro anos com o seu pai, embora a mãe preferisse que o filho se dedicasse ao piano.</p>
<p>Durante o ano de 1949, Carlos Paredes inicia uma colaboração regular num programa de Artur Paredes, na Emissora Nacional, e termina os estudos secundários num colégio particular. Não chega a concluir o curso liceal e inscreve-se nas aulas de canto da Juventude Musical Portuguesa, tornando-se nesse mesmo ano funcionário administrativo do Hospital de São José, cargo que ocupa até à sua reforma, de forma intermitente, tendo sido por várias vezes suspenso e preso pela PIDE e DGS.</p>
<p>Em 1962, é convidado pelo realizador Paulo Rocha, para compor a banda sonora do filme Os Verdes Anos, música ainda hoje bastante conhecida.</p>
<p>Após o 25 de Abril, Carlos Paredes é libertado e reintegrado nos quadros do Hospital de São José. Porém, passou grande parte dos anos seguintes em digressões culturais pelo país e estrangeiro. Uma doença do sistema nervoso central (mielopatia), impediu-o de tocar durante os últimos 11 anos da sua vida.</p>
<p>Carlos Paredes morre a 23 de Julho de 2004, na Fundação Lar Nossa Senhora da Saúde em Lisboa, sendo decretado Luto Nacional.</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XwhV1ivYNsQ">www.youtube.com/watch?v=XwhV1ivYNsQ</a></p></p>
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		<title>Amália Rodrigues &#8211; 91º Aniversário do Nascimento</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 11:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img rel='domelhor'  class="alignright" title="Amália" src="http://2.bp.blogspot.com/__tTXLTLsvvE/TNoR8y8Rn-I/AAAAAAAAAuA/UpMIZeDOFng/s1600/1.jpg" alt="" width="376" height="256" />Amália da Piedade Rodrigues faria hoje 91 anos. Nascida em Lisboa, no dia 23 de Julho de 1920, Amália foi a maior fadista portuguesa, tendo também desempenhado papéis no teatro e cinema. Aos 15, anos vai vender fruta para a zona do Cais da Rocha, e torna-se notada devido ao especialíssimo timbre de voz. Já conhecida no seu bairro pela sua bela voz, Amália integra a Marcha Popular de Alcântara (nas festividades de Santo António de Lisboa) de 1936.</p>
<p>Estreia-se no teatro de revista em 1940, como atracção da peça Ora Vai Tu, no Teatro Maria Vitória. Mais tarde, em 1944, Amália Rodrigues contracena com Hermínia Silva, na opereta Rosa Cantadeira, onde interpreta o Fado do Ciúme, de Frederico Valério. Em Setembro, chega ao Rio de Janeiro acompanhada pelo maestro Fernando de Freitas, para actuar no Casino Copacabana. Aos 24 anos, Amália já tem um espectáculo concebido em exclusivo para ela. A recepção é de tal forma entusiástica que o seu contrato inicial de 4 semanas estende-se para 4 meses. É convidada a repetir a tournée, acompanhada por bailarinos e músicos, tornando-se assim uma estrela internacional.</p>
<p>Apoiada por vários artistas nacionais e internacionais, Amália Rodrigues recebe o seu maior apoio de António Ferro, o encarregado pela propaganda e artes do Estado Novo de Salazar.</p>
<p>Um dos grandes impulsos internacionais foi a sua participação nos espectáculos de apoio às tropas, inseridos no Plano Marshall. Este programa seleccionava os melhores artistas dos países aliados e realizava digressões mundiais, para animar as tropas estacionadas no estrangeiro.</p>
<p><center>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uFgctURyGp4">www.youtube.com/watch?v=uFgctURyGp4</a></p>
<p></center></p>
<p>Em termos nacionais, Amália já era conhecida como a Rainha do Fado, pela forma como actualizou o fado rural, dando novo fôlego à arte portuguesa.</p>
<p>Semi-exilada após o 25 de Abril, Amália concentra a sua carreira nas digressões internacionais, voltando a Portugal já mais para o fim da sua vida. É condecorada com o grau de oficial da Ordem do Infante D. Henrique pelo então Presidente da República, Mário Soares.</p>
<p>A 6 de Outubro de 1999, Amália Rodrigues morre em sua casa, com 79 anos, poucas horas depois de regressar da sua casa de férias no litoral alentejano. Imediatamente, Primeiro-ministro António Guterres decreta Luto Nacional por três dias. Como reconhecimento da sua fama e carinho pelo povo, compareceram no seu funeral centenas de milhares de lisboetas e portugueses de todos os pontos do País.</p>
<p>Originalmente sepultada no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa, Amália foi transladada para o Panteão Nacional, onde repousam as personalidades consideradas expoentes máximos da nacionalidade.</p>
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		<title>Universidade de Lisboa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 09:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Universidade de Lisboa, também conhecida como Universidade Clássica de Lisboa, para se distinguir da Universidade Técnica de Lisboa e da Universidade Nova de Lisboa, é uma instituição de ensino superior público criada no dia 9 de Março de 1911. Tem como lema Ad Lucem, isto é, Para a Luz. Actualmente o seu dirigente máximo &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/03/aconteceu/universidade-de-lisboa-classica/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
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<div class="wp-caption alignright" style="width: 294px"><img rel='domelhor'  title="UL" src="http://fisica.fc.ul.pt/img/logo_ul_lb.jpg" alt="" width="284" height="284" /><p class="wp-caption-text">Símbolo da Universidade de Lisboa</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Universidade de Lisboa, também conhecida como Universidade Clássica de Lisboa, para se distinguir da Universidade Técnica de Lisboa e da Universidade Nova de Lisboa, é uma instituição de ensino superior público criada no dia 9 de Março de 1911. Tem como lema <strong>Ad Lucem</strong>, isto é, <em><strong>Para a Luz</strong></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente o seu dirigente máximo é o Magnífico Reitor Doutor António Nóvoa. A sua Reitoria e as Faculdades, com excepção da Faculdade de Belas-Artes, ficam situadas na Cidade Universitária, o maior Campus de Ensino Superior do País. As restantes Instituições da Universidade ficam localizadas em diversos locais de Lisboa.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi criada a 9 de Março de 1911, por decreto do Governo Provisório da República Portuguesa, em simultâneo com a Universidade do Porto, tendo em vista colocar as duas maiores cidades do país em idêntica situação com Coimbra. Para tal, fundaram-se novas academias e congregaram-se as escolas e cursos superiores existentes na capital nas diversas faculdades do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, por meio daquele decreto, foram instituídas as novas faculdades de Medicina e de Farmácia, em substituição da Escola Médico-Cirúrgica. A Faculdade de Ciências ampliou e substituiu a Escola Politécnica existente. O Curso Superior de Letras, fundado pelo rei D. Pedro V a 8 de Junho de 1859, deu lugar à Faculdade de Letras. Foi também criada a Faculdade de Ciências Económicas e Políticas de Lisboa, que em 1913 seria transformada na actual Faculdade de Direito e cujo primeiro director foi Afonso Costa, para contrabalançar o facto de, até então, a esmagadora maioria dos governantes do país serem provenientes da Faculdade de Direito de Coimbra.</p>
<p style="text-align: justify;">A estas se viriam a juntar, mais tarde, as Faculdades de Psicologia e Ciências da Educação, que foi parte da Faculdade de Letras até 1981, de Medicina Dentária, integrada em 1991,  e de Belas-Artes que foi integrada em 1991.</p>
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		<title>Atentado/Acidente de Camarate</title>
		<link>http://www.diario-universal.com/2009/12/morreu/atentadoacidente-de-camarate/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 10:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz hoje 29 anos que Portugal perdeu o seu Primeiro-Ministro Francisco Sá Carneiro, e o Ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa. A 4 de Dezembro de 1980, o avião onde seguiam, para acompanhar as Eleições Presidenciais que estavam a começar, despenhou-se pouco depois de levantar voo em Lisboa. Ainda hoje não há um consenso &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/12/morreu/atentadoacidente-de-camarate/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
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<div class="wp-caption alignright" style="width: 264px"><img rel='domelhor'  class=" " title="Camarate" src="http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/197519/318" alt="Fotografia tirada em Camarate, aquando do acidente." width="254" height="210" /><p class="wp-caption-text">Fotografia tirada em Camarate, aquando do acidente.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Faz hoje 29 anos que Portugal perdeu o seu Primeiro-Ministro <strong><em><a href="http://www.diario-universal.com/2006/12/morreu/sa-carneiro/" target="_blank">Francisco Sá Carneiro</a></em></strong>, e o Ministro da Defesa, <a href="http://www.diario-universal.com/2008/12/morreu/acidente-de-camarate-18-anos-depois/" target="_blank"><em><strong>Adelino Amaro da Costa</strong></em></a>. A 4 de Dezembro de 1980, o avião onde seguiam, para acompanhar as Eleições Presidenciais que estavam a começar, despenhou-se pouco depois de levantar voo em Lisboa. Ainda hoje não há um consenso em relação se foi acidente ou atentado.</p>
<p style="text-align: justify;">No próprio dia do acidente, a 4 de Dezembro de 1980, foi instaurado um inquérito preliminar dirigido pelo Ministério Público e investigado pela Polícia Judiciária, sendo a 9 de Outubro de 1981, publicado o relatório considerando que não havia indício de crime e que os autos deveriam aguardar, por mera cautela, a produção de melhor prova.</p>
<p>A 12 de Outubro de 1981 o Procurador-Geral da República determinou que as investigações deveriam prosseguir na modalidade de &#8220;inquérito público&#8221;, o qual foi determinado pelo Ministério Público a 16 de Fevereiro de 1983 que ficasse a aguardar produção de melhor prova, corroborando a posição sustentada pela Polícia Judiciária. Até hoje o caso encontra-se a aguardar.</p>
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		<title>Tratado de Lisboa &#8211; Aprovado</title>
		<link>http://www.diario-universal.com/2009/12/aconteceu/tratado-de-lisboa-aprovado/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 08:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<title>Sociedade de Geografia de Lisboa</title>
		<link>http://www.diario-universal.com/2009/11/aconteceu/sociedade-de-geografia-de-lisboa/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 10:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
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		<description><![CDATA[A Sociedade de Geografia de Lisboa é uma sociedade científica criada em Lisboa no dia 10 de Novembro de 1875, com o objectivo de promover e auxiliar o estudo das ciências geográficas. Esta Sociedade foi criada no contexto do movimento europeu de exploração e colonização dando particular ênfase à exploração do continente africano. Entre os &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/11/aconteceu/sociedade-de-geografia-de-lisboa/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
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<div id="attachment_1824" class="wp-caption alignright" style="width: 155px"><img rel='domelhor'  class="size-full wp-image-1824" title="SGL" src="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/barra_sgl.jpg" alt="Símbolo Original da Sociedade Geográfica de Lisboa" width="145" height="121" /><p class="wp-caption-text">Símbolo Original da Sociedade Geográfica de Lisboa</p></div>
<p>A Sociedade de Geografia de Lisboa é uma sociedade científica criada em Lisboa no dia 10 de Novembro de 1875, com o objectivo de promover e auxiliar o estudo das ciências geográficas. Esta Sociedade foi criada no contexto do movimento europeu de exploração e colonização dando particular ênfase à exploração do continente africano.</p>
<p>Entre os seus fundadores contavam António Enes, Eduardo Coelho, Luciano Cordeiro, Manuel Joaquim Pinheiro Chagas, Sousa Martins, António Cândido de Figueiredo, António Lino Netto e Teófilo Braga, entre muitos outros intelectuais, jornalistas e políticos da época.</p>
<p>A Sociedade propunha-se realizar sessões, conferências, cursos livres, concursos e congressos científicos e conceder subsídios de investigação destinados a viagens de exploração e investigação científica. As informações obtidas seriam publicadas e disseminadas em arquivos, bibliotecas e museus. Propunha-se ainda estabelecer relações permanentes com outras instituições europeias com as quais pudesse trocar informações e colaborações.</p>
<p>A partir de Dezembro de 1876 a Sociedade iniciou a publicação do Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, que ainda hoje existe.</p>
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		<title>O Grande Terramoto de 1755</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 10:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Grande Terramoto de 1755 ocorreu no dia 1 de Novembro de 1755, resultando na destruição quase completa da cidade de Lisboa, capital do Império Português, e atingindo ainda grande parte do litoral do Algarve. O sismo foi seguido de um tsunami e de múltiplos incêndios, principalmente devido às construções amontoadas e desgovernadas de madeira &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/11/aconteceu/o-grande-terramoto-de-1755/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 317px"><img rel='domelhor'  class="   " title="Lisboa" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/80/Lisbon1755hanging.jpg" alt="Ruínas de Lisboa - Após o terramoto, os sobreviventes viveram em tendas nos arredores da cidade, como ilustra esta gravura alemã de 1755." width="307" height="181" /><p class="wp-caption-text">Ruínas de Lisboa - Após o terramoto, os sobreviventes viveram em tendas nos arredores da cidade, como ilustra esta gravura alemã de 1755.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Grande Terramoto de 1755 ocorreu no dia 1 de Novembro de 1755, resultando na destruição quase completa da cidade de Lisboa, capital do Império Português, e atingindo ainda grande parte do litoral do Algarve. O sismo foi seguido de um tsunami e de múltiplos incêndios, principalmente devido às construções amontoadas e desgovernadas de madeira no centro histórico de Lisboa, tendo feito certamente mais de 10 mil mortos. Os geólogos modernos estimam que o sismo de 1755 atingiu a magnitude 9 na escala de Richter, o que explica o elevado nível de destruição, quase total.</p>
<p style="text-align: justify;">O Terramoto de Lisboa provocou grandes alterações políticas e sociais, com a ascensão do Marquês de Pombal, bem como dando origem aos primeiros estudos científicos do efeito de um terramoto numa área alargada, marcando assim o nascimento da moderna Sismologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em menos de um ano já não se encontravam em Lisboa ruínas e os trabalhos de reconstrução iam adiantados. Na época perguntaram ao Marquês de Pombal para que serviam ruas tão largas, ao que este respondeu:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>&#8220;Um dia hão-de acha-las estreitas&#8221;</em></strong></p>
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