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	<title>Diário Universal &#187; Portugal</title>
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	<description>Uma Vida não questionada não merece ser vivida -  Platão</description>
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		<title>Fado &#8211; Património Imaterial da Humanidade</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 17:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje Portugal acordou com boas notícias: a UNESCO declarou o Fado como Património Imaterial da Humanidade. Esta decisão foi tomada durante o VI Comité Intergovernamental desta Organização da ONU, em Bali (Indonésia). A candidatura apresentada pela delegação portuguesa começou em 2010, juntando vários historiadores e fadistas, bem como personalidades da sociedade portuguesa, de forma a &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/11/aconteceu/fado-patrimonio-imaterial-da-humanidade/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Hoje Portugal acordou com boas notícias: a UNESCO declarou o Fado como Património Imaterial da Humanidade. Esta decisão foi tomada durante o VI Comité Intergovernamental desta Organização da ONU, em Bali (Indonésia).</p>
<p><a href="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/destaque_inf_dir_0817855001290620545.jpg"><img rel='domelhor'  class="aligncenter size-full wp-image-2653" title="Fado - Património da UNESCO" src="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/destaque_inf_dir_0817855001290620545.jpg" alt="" width="182" height="182" /></a><br />
A candidatura apresentada pela delegação portuguesa começou em 2010, juntando vários historiadores e fadistas, bem como personalidades da sociedade portuguesa, de forma a imortalizar esta arte portuguesa.</p>
<p>Cumpre-se agora o sonho de vários artistas, como Amália Rodrigues, Fernando Maurício e Alberto Marceneiro, entre tantos outros. O Fado vive agora para sempre!</p>
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		<title>Tratado de Alcanizes</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 10:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Tratado de Alcanizes ou Alcañices foi assinado entre Leão e Castela, reinos governados por Fernando IV, e Portugal, através de D. Dinis. Este importante documento, assinado a 12 de Setembro de 1297, na povoação leonesa-castelhana de Alcanizes, definiu as fronteiras entre Portugal e a actual Espanha, constituindo o tratado fronteiriço mais antigo do mundo, &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/09/aconteceu/tratado-de-alcanizes/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img rel='domelhor'  class="alignright" title="TA" src="http://photos-h.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash2/76009_476102672600_298476007600_6175633_5560819_a.jpg" alt="" width="180" height="154" />O Tratado de Alcanizes ou Alcañices foi assinado entre Leão e Castela, reinos governados por Fernando IV, e Portugal, através de D. Dinis. Este importante documento, assinado a 12 de Setembro de 1297, na povoação leonesa-castelhana de Alcanizes, definiu as fronteiras entre Portugal e a actual Espanha, constituindo o tratado fronteiriço mais antigo do mundo, ainda em vigor.</p>
<p>A versão portuguesa deste documento encontra-se preservado nos Arquivos da Torre do Tombo, conservando as suas características originais.</p>
<p>Este documento também constitui o registo histórico mais antigo, referente à Questão de Olivença. Segundo o tratado assinado, Olivença passaria a pertencer ao Reino de Portugal. Porém, ainda hoje este território é considerado português, mas administrado por Espanha. É dos poucos territórios do mundo que não tem uma fronteira definida.</p>
<div class="important_block">Curiosidade: Apesar do Tratado estar datado de 1335, este documento foi realmente assinado no ano de 1297. Na época, o calendário juliano ainda se encontrada em vigor na maior parte da Europa, explicando assim a diferença temporal. Actualmente, é universalmente utilizado o calendário gregoriano.</div>
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		<title>XVII Jogos Olímpicos da Era Moderna</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 11:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Passam agora 51 anos da abertura oficial dos XVII Jogos Olímpicos de Verão, realizados na cidade de Roma. Com início oficial no dia 25 de Agosto desse ano, estes jogos olímpicos contaram com a participação de 5348 atletas de todo o mundo, sendo que 611 destes eram mulheres, um número bastante elevado para a época. &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/08/aconteceu/xvii-jogos-olimpicos-da-era-moderna/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img rel='domelhor'  class="alignright" title="JO" src="http://3.bp.blogspot.com/_sa915yg4BEw/S7_95H0VmHI/AAAAAAAAAVU/K9xjZTQRQnA/s1600/simbolo_olimpico.jpg" alt="" width="288" height="192" />Passam agora 51 anos da abertura oficial dos XVII Jogos Olímpicos de Verão, realizados na cidade de Roma. Com início oficial no dia 25 de Agosto desse ano, estes jogos olímpicos contaram com a participação de 5348 atletas de todo o mundo, sendo que 611 destes eram mulheres, um número bastante elevado para a época.</p>
<p>Entre vários destaques, esta prova foi a primeira competição olímpica a ser trasmitida para toda a Europa em directo, pela televisão. Também assinalamos outros factos curiosos:</p>
<ul>
<li><em>Foi a primeira vez que um africano ganhou uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos: Abebe Bikila, guarda imperial da Etiópia, venceu a prova final da maratona olímpica e bateu o recorde mundial;</em></li>
<li><em>Foi também nesta prova que teve lugar a primeira grande vitória de Cassius Clay. Anos mais tarde, Cassius mudaria o seu nome para Muhammad Ali e tornar-se-ia o maior pugilista da história do desporto;</em></li>
</ul>
<p>Os XVII Jogos Olímpicos decorreram até 11 de Setembro de 1960, sendo que Portugal recebeu uma medalha de Prata na categoria de Vela, através dos irmãos José e Mário Quina, e o Brasil recebeu duas medalhas de Bronze.</p>
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		<title>Raúl Solnado</title>
		<link>http://www.diario-universal.com/2011/08/morreu/raul-solnado-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 14:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na manhã de 8 de Agosto de 2009, desaparecia um dos humoristas mais estimados de Portugal. Raúl Solnado partiu há dois anos, deixando para trás um grande legado no mundo das artes e do humor. Nascido a 19 de Outubro de 1929, Raúl Augusto Almeida Solnado juntou-se ao mundo das artes e espectáculos em 1947, &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/08/morreu/raul-solnado-2/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Na manhã de 8 de Agosto de 2009, desaparecia um dos humoristas mais estimados de Portugal. Raúl Solnado partiu há dois anos, deixando para trás um grande legado no mundo das artes e do humor.</p>
<p>Nascido a 19 de Outubro de 1929, Raúl Augusto Almeida Solnado juntou-se ao mundo das artes e espectáculos em 1947, na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, passando a actor profissional em 1952.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><img rel='domelhor'  title="RS" src="http://aeiou.caras.pt/iv/0/41/482/raul-solnado-37c7.jpg" alt="" width="470" height="370" /><p class="wp-caption-text">Raúl Solnado com Herman José e Nicolau Breyner</p></div>
<p>Durante as décadas seguintes, Solnado entregaria a sua vida e total dedicação ao teatro portugues e à revista, onde intrepertou diversos papéis. No grande ecrã, Raúl Solnado estreia-se com o filme &#8220;As Pupilas do Senhor Reitor&#8221;, no decorrer do ano de 1960.</p>
<p>Ao longo da sua carreira, foram vários os sucessos, na televisão, teatro e cinema. Fundou, juntamente com Armando Cortez, a Casa do Artista, onde foi director até à sua morte.</p>
<div class="shr-publisher-2564"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>433 Anos de Alcacér-Quibir</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 14:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje assinalam-se 433 anos da Batalha de Alcacér-Quibir, ou Al Quasr al-kibr. Esta batalha, também conhecida no mundo árabe como a Batalha dos Três Reis, foi travada no norte de Marrocos, perto da cidade de Ksar-El-Kebir, no fatidico dia 4 de Agosto de 1578. Liderando o Reino de Portugal, Dom Sebastião e o Sultão Mulay &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/08/aconteceu/433-anos-de-alcacer-quibir/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Hoje assinalam-se 433 anos da Batalha de Alcacér-Quibir, ou Al Quasr al-kibr. Esta batalha, também conhecida no mundo árabe como a Batalha dos Três Reis, foi travada no norte de Marrocos, perto da cidade de Ksar-El-Kebir, no fatidico dia 4 de Agosto de 1578.</p>
<p><img rel='domelhor'  class="alignright" title="AQ" src="http://paxprofundis.org/livros/sebastiasnismo/alcacerquibir.jpg" alt="" width="336" height="212" />Liderando o Reino de Portugal, Dom Sebastião e o Sultão Mulay Mohammed lutaram contra o exércio do Império Otomano, liderado pelo Sultão de Marrocos, Mulei Moluco. Esta batalha resultou na morte e desaparecimento da maior parte da elite nobre e guerreira de Portugal, bem como de Dom Sebastião e dos Sultões (origem do nome Batalha dos Três Reis).</p>
<p>Segundo diversos relatos da época, a batalha terminou após 4 horas de combate intenso com a completa derrota dos exércitos de Dom Sebastião e Abu Abdallah Mohammed II Saadi, contabilizando quase 9.000 mortos e 16.000 prisioneiros, nos quais se incluem grande parte da nobreza portuguesa.</p>
<p>Este resultado desastroso trouxe graves consequências para Portugal. A principal e mais directa consequência foi a crise dinástica: com a morte de Dom Sebastião, o trono passou para o seu tio, o Cardeal Dom Henrique, que veio a falecer pouco tempo depois sem descendentes. Após anos incertos, o Conselho de Governadores do Reino, convocado por Dom Henrique pouco antes da sua morte, atribui o trono a Filipe de Espanha, apesar das revoltas populares.</p>
<div class="important_block">Durante a Batalha de Alcacér-Quibir, morreram 203 nobres durante a batalha, criando um grande vazio de poder no Reino de Portugal. Pode ver uma lista completa <strong><em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_militares_portugueses_falecidos_na_Batalha_de_%C3%81lcacer_Quibir" target="_blank">aqui</a></em></strong></div>
<p>Outra consequência para o Reino de Portugal foi a bancarrota, devido aos elevados custos das operações militares e dos resgates dos prisioneiros. Também é de salientar que, devido ao grande número de nobres mortos, ocorreu um grande vazio de poder a nível regional e local, muitos destes sem sucessores directos. Aproveitando a invasão militar do reino, por parte de Filipe de Espanha, alegando a protecção do seu trono por direito, muitos dos feudos deixados vazios pela morte dos nobres em batalha foram ocupados pela nobreza espanhola, ficando nesta situação até 1640.</p>
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		<title>Primeira Vitória da Armada Portuguesa</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 15:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de não existir registos históricos fidedignos, os relatos passados de geração em geração contam que, no dia 29 de Julho de 1180, deu-se a primeira vitória da Armada do recém-criado Reino de Portugal, contra os Mouros. Segundo a tradição, Dom Fuas Roupinho (importante nobre Templário e Cavaleiro fiel a Dom Afonso Henriques durante as &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/07/aconteceu/primeira-vitoria-da-armada-portuguesa/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img rel='domelhor'  class="alignright" title="AP" src="http://imgs.cmjornal.xl.pt/imgs/share/2010-10-29123653_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67$$738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20$$6d6693ec-db62-4990-bac5-8b30987dd788$$img_carrouselTopHomepage$$pt$$1.jpg" alt="" width="210" height="278" /></p>
<p>Apesar de não existir registos históricos fidedignos, os relatos passados de geração em geração contam que, no dia 29 de Julho de 1180, deu-se a primeira vitória da Armada do recém-criado Reino de Portugal, contra os Mouros.</p>
<p>Segundo a tradição, Dom Fuas Roupinho (importante nobre Templário e Cavaleiro fiel a Dom Afonso Henriques durante as reconquistas) liderou a primeira batalha entre a Armada Portuguesa e os navios árabes, liderados por Bem Jami, saindo vitorioso. Este confronto teve lugar ao largo do Cabo Espichel.</p>
<p>De registos históricos de Dom Fuas Roupinho, pouco ou nada sobrou, exceptuando a sua menções na obra de Luís Vaz de Camões, Os Lusíadas:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Vês este que, saindo da cilada,</em><br />
<em> Dá sobre o Rei que cerca a vila forte?</em><br />
<em> Já o Rei tem preso e a vila descercada:</em><br />
<em> Ilustre feito, digno de Mavorte!</em><br />
<em> Vê-lo cá vai pintado nesta armada,</em><br />
<strong><em> No mar também aos Mouros dando a morte,</em></strong><br />
<strong><em> Tomando-lhe as galés, levando a glória</em></strong><br />
<em><strong> Da primeira marítima vitória</strong>.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>É,<strong> Dom Fuas Roupinho</strong>, que na terra</em><br />
<em> E no mar resplandece juntamente,</em><br />
<em> Com o fogo que acendeu junto da serra</em><br />
<em> De Abila, nas galés da Maura gente.</em><br />
<em> Olha como, em tão justa e santa guerra,</em><br />
<em> De acabar pelejando está contente:</em><br />
<em> Das mãos dos Mouros entra a feliz alma,</em><br />
<em> Triunfando, nos céus, com justa palma.</em></p>
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		<title>António de Oliveira Salazar &#8211; Morreu há 41 Anos</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 10:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[António de Oliveira Salazar, nascido no Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, no dia 28 de Abril de 1889 foi Presidente do Conselho de Ministros de Portugal de 1931 a 1968, tendo antes sido professor catedrático da Universidade de Coimbra. Salazar começou a sua carreira política enquanto deputado ao Parlamento, tendo-o sido apenas por dia. &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2011/07/morreu/antonio-de-oliveira-salazar-morreu-ha-41-anos/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="wp-caption alignright" style="width: 324px"><img rel='domelhor'  title="Salazar" src="http://2.bp.blogspot.com/_eq9Ae3PzIVE/SjJ2YH-NUmI/AAAAAAAADQY/QLqeNtD8UPs/s400/Salazar.jpg" alt="António de Oliveira Salazar em 1957" width="314" height="400" /><p class="wp-caption-text">António de Oliveira Salazar em 1957</p></div>
<p style="text-align: justify;">António de Oliveira Salazar, nascido no Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, no dia 28 de Abril de 1889 foi Presidente do Conselho de Ministros de Portugal de 1931 a 1968, tendo antes sido professor catedrático da Universidade de Coimbra.</p>
<p style="text-align: justify;">Salazar começou a sua carreira política enquanto deputado ao Parlamento, tendo-o sido apenas por dia. Quando Salazar participou no Plenário de Abertura, notou que a Assembleia da República não funcionava nem conseguia ultrapassar as querelas políticas da época, de modo a servir o País, tendo-se demitido e voltado para a Universidade de Coimbra, para leccionar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais tarde, após o golpe militar de 28 de Maio de 1926, as Finanças Públicas de Portugal, desgastadas ainda dos prejuízos da Primeira Guerra Mundial e pelas sucessivas quedas dos governos efémeros da Primeira República, estavam quase no ponto zero. Salazar foi então chamado à capital para ser Ministro das Finanças, cargo que ocupou novamente por apenas dias, visto o regime militar da altura não ter aceite seguir as condições de Oliveira Salazar, respeitante aos orçamentos. Só à beira do desespero financeiro e social é que o regime militar aceita as condições de Salazar, permitindo-o proceder a um saneamento financeiro de grande sucesso. Devido ao sucesso das suas políticas, foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros.</p>
<p style="text-align: justify;">Instituidor do Estado Novo, através da Nova Constituição de 1933, e da sua organização política, a União Nacional, Salazar dirigiu os destinos de Portugal, como Presidente do Conselho de Ministros, entre 1932 e 1968, continuando com uma política de controlo de gastos, permitindo a Portugal ter um saldo positivo na sua balança comercial e financeira (em termos simples, ganhava-se mais do que se gastada, em termos do Estado e as suas receitas fiscais), pela primeira e única vez na longa história do País.</p>
<p style="text-align: justify;">Apoiando-se na doutrina social da Igreja Católica, Salazar orientou o País para um corporativismo de Estado autoritário, com uma linha de acção económica nacionalista. Este nacionalismo económico levou-o a tomar medidas de proteccionismo e isolacionismo de natureza fiscal, tarifária, alfandegária, para Portugal e as colónias, que tiveram grande impacto sobretudo até aos anos 60, altura que Portugal começou a abrir-se ao exterior devido a pressões da ONU, aliados e devido às crescentes questões coloniais.</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=HikmnS6wEpA">www.youtube.com/watch?v=HikmnS6wEpA</a></p>
</p>
<p style="text-align: justify;">O princípio do fim de Salazar começou a 3 de Agosto de 1968, no Forte de Santo António, no Estoril, onde aconteceu a famosa queda de uma cadeira de lona, deixada em segredo primeiro, acabou por ditar o seu afastamento do Governo. Porém ainda hoje vários historiadores põe em causa se este episódio realmente aconteceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Américo Tomás, então Presidente da República chamou, a 27 de Setembro de 1968, Marcello Caetano para substituir Salazar. Até morrer, em 1970, continuou a receber visitas como se fosse ainda Presidente do Conselho, tendo vindo a falecer no dia 27 de Julho de 1970, na cidade de Lisboa. O seu funeral foi presenciado por milhares de portugueses, que se deslocaram de todo o País.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><div class="notice_block">Nota do Autor:</strong> <em>Esta publicação de forma alguma é uma homenagem a um regime autoritário como foi o Salazarismo (e não Fascismo, como popularmente se apelidou), mas sim a explicação histórica de uma efemeridade temporal, o 41º Aniversário da morte de Salazar. A História, seja boa ou má, não deve ser esquecida e reprimida, mas sim relembrada de forma imparcial e realista, de forma a ser estudada.<strong></div></strong></em></p>
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		<title>Amália Rodrigues &#8211; 91º Aniversário do Nascimento</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 11:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img rel='domelhor'  class="alignright" title="Amália" src="http://2.bp.blogspot.com/__tTXLTLsvvE/TNoR8y8Rn-I/AAAAAAAAAuA/UpMIZeDOFng/s1600/1.jpg" alt="" width="376" height="256" />Amália da Piedade Rodrigues faria hoje 91 anos. Nascida em Lisboa, no dia 23 de Julho de 1920, Amália foi a maior fadista portuguesa, tendo também desempenhado papéis no teatro e cinema. Aos 15, anos vai vender fruta para a zona do Cais da Rocha, e torna-se notada devido ao especialíssimo timbre de voz. Já conhecida no seu bairro pela sua bela voz, Amália integra a Marcha Popular de Alcântara (nas festividades de Santo António de Lisboa) de 1936.</p>
<p>Estreia-se no teatro de revista em 1940, como atracção da peça Ora Vai Tu, no Teatro Maria Vitória. Mais tarde, em 1944, Amália Rodrigues contracena com Hermínia Silva, na opereta Rosa Cantadeira, onde interpreta o Fado do Ciúme, de Frederico Valério. Em Setembro, chega ao Rio de Janeiro acompanhada pelo maestro Fernando de Freitas, para actuar no Casino Copacabana. Aos 24 anos, Amália já tem um espectáculo concebido em exclusivo para ela. A recepção é de tal forma entusiástica que o seu contrato inicial de 4 semanas estende-se para 4 meses. É convidada a repetir a tournée, acompanhada por bailarinos e músicos, tornando-se assim uma estrela internacional.</p>
<p>Apoiada por vários artistas nacionais e internacionais, Amália Rodrigues recebe o seu maior apoio de António Ferro, o encarregado pela propaganda e artes do Estado Novo de Salazar.</p>
<p>Um dos grandes impulsos internacionais foi a sua participação nos espectáculos de apoio às tropas, inseridos no Plano Marshall. Este programa seleccionava os melhores artistas dos países aliados e realizava digressões mundiais, para animar as tropas estacionadas no estrangeiro.</p>
<p><center>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uFgctURyGp4">www.youtube.com/watch?v=uFgctURyGp4</a></p>
<p></center></p>
<p>Em termos nacionais, Amália já era conhecida como a Rainha do Fado, pela forma como actualizou o fado rural, dando novo fôlego à arte portuguesa.</p>
<p>Semi-exilada após o 25 de Abril, Amália concentra a sua carreira nas digressões internacionais, voltando a Portugal já mais para o fim da sua vida. É condecorada com o grau de oficial da Ordem do Infante D. Henrique pelo então Presidente da República, Mário Soares.</p>
<p>A 6 de Outubro de 1999, Amália Rodrigues morre em sua casa, com 79 anos, poucas horas depois de regressar da sua casa de férias no litoral alentejano. Imediatamente, Primeiro-ministro António Guterres decreta Luto Nacional por três dias. Como reconhecimento da sua fama e carinho pelo povo, compareceram no seu funeral centenas de milhares de lisboetas e portugueses de todos os pontos do País.</p>
<p>Originalmente sepultada no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa, Amália foi transladada para o Panteão Nacional, onde repousam as personalidades consideradas expoentes máximos da nacionalidade.</p>
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		<title>Museu da Língua Portuguesa</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 11:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu da Língua Portuguesa é um museu interactivo sobre a nossa língua, localizado na cidade de São Paulo, no histórico edifício Estação da Luz. Concebido pela Secretaria da Cultura Paulista em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, este museu tem orçamento de cerca de 37 milhões de reais, equivalente a 14,5 milhões de euros. &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2010/03/aconteceu/museu-da-lingua-portuguesa/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
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<div id="attachment_2400" class="wp-caption alignright" style="width: 394px"><a href="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/800px-Estação_da_Luz.jpg"><img rel='domelhor'  class="size-full wp-image-2400  " title="Estação da Luz" src="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/800px-Estação_da_Luz.jpg" alt="" width="384" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Estação da Luz - Localização actual do Museu da Língua Portuguesa</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Museu da Língua Portuguesa é um museu interactivo sobre a nossa língua, localizado na cidade de São Paulo, no histórico edifício Estação da Luz. Concebido pela Secretaria da Cultura Paulista em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, este museu tem orçamento de cerca de 37 milhões de reais, equivalente a 14,5 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">O objectivo do museu é criar um espaço vivo sobre a língua portuguesa, considerada como base da cultura do Brasil, onde seja possível causar surpresa aos visitantes com os aspectos inusitados e, muitas vezes, desconhecidos de sua língua materna. Segundo os organizadores do museu, <strong><em>&#8220;deseja-se que, no museu, o público tenha acesso a novos conhecimentos e reflexões, de maneira intensa e prazerosa&#8221;</em></strong>. O museu tem como alvo principal a média da população brasileira, composta de pessoas provenientes das mais variadas regiões e faixas sociais do país, mas que ainda não tiveram a oportunidade de obter uma ideia mais precisa e clara sobre as origens, a história e a evolução contínua da língua.</p>
<p style="text-align: justify;">O museu foi inaugurado no dia 20 de Março de 2006, com a presença do Ministro da Cultura e cantor Gilberto Gil, representando o Presidente brasileiro, da Ministra da Cultura de Portugal, Isabel Pires de Lima, do Governador paulista Geraldo Alckmin, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de António Carmona Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, do Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian e outras autoridades representativas, não apenas de Portugal  e do Brasil, mas de todos os países lusófonos.</p>
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		<title>Humberto II de Itália</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 10:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img rel='domelhor'  title="Humberto II" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d2/Umberto_II_of_Italy.jpg" alt="" width="200" height="303" /><p class="wp-caption-text">Fotografia do Rei Humberto II de Itália</p></div>
<p>Humberto II, nascido em Castello Reale di Racconigi no dia 15 de Setembro de 1904, era filho de Vítor Emanuel III, tendo-se tornado o último Rei de Itália, cujo reinado durou de 9 de Maio a 13 de Junho de 1946.</p>
<p>Humberto II foi o único filho varão do seu pai, pelo que à nascença recebeu o título de Príncipe do Piemonte, na qualidade de herdeiro do trono italiano. Teve a educação típica dos príncipes europeus da sua época, iniciando desde jovem a sua carreira militar no exército italiano. Já sob a vigência da ditadura de Benito Mussolini, Humberto viria a ascender à patente de General.</p>
<p>Humberto II casou, em 8 de Janeiro de 1930, na Capela Paulina do Palácio do Quirinal, em Roma, com a Princesa Maria José, filha do Rei Alberto I da Bélgica, de quem teve quatro filhos. Embora se tenha mantido afastado dos fascistas, o ainda Principe comandou alguns regimentos quando da participação do seu país na Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Após a libertação do país da ocupação Nazi, Humberto foi nomeado Lugar Tenente do Reino, em Junho de 1944, quando a figura do seu pai estava já bastante desgastada, dada a passividade que sempre mostrara para com Mussolini. No 9 de Maio de 1946, Humberto tornou-se Rei de Itália, após a abdicação do seu pai, numa ultima tentativa de salvar a monarquia.</p>
<p>Porém esta tentativa foi em vão, tendo apenas reinado, visto que no dia 2 de Junho do mesmo ano os italianos pronunciaram-se, em referendo, pela instauração da república. Dias depois o Rei seguiu para o exílio, instalando-se em Cascais, Portugal, nunca lhe tendo sido concedida autorização para regressar a Itália. Humberto II faleceu em Genebra no dia 18 de Março de 1983.</p>
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