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	<title>Diário Universal &#187; Queda</title>
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	<description>Uma Vida não questionada não merece ser vivida -  Platão</description>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 20:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 28 de Agosto de 475, o General Germânico (Bárbaro) Orestes expulsa o Imperador Romano do Ocidente Júlio Nepos da capital do decadente Império, a cidade de Ravena, e coloca o seu próprio filho, Rómulo Augusto, no seu lugar. A cidade de Ravenna foi a terceira cidade a ser a capital do Império Romano &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/08/aconteceu/1695/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">No dia 28 de Agosto de 475, o General Germânico (Bárbaro) Orestes expulsa o Imperador Romano do Ocidente Júlio Nepos da capital do decadente Império, a cidade de Ravena, e coloca o seu próprio filho, Rómulo Augusto, no seu lugar.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 297px"><img rel='domelhor'  title="Queda" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/95/Vandalen.jpg/478px-Vandalen.jpg" alt="Saque de Roma pelos Vândalos, em 455. Quadro pintado por Heinrich Leutemann." width="287" height="359" /><p class="wp-caption-text">Saque de Roma pelos Vândalos, em 455. Quadro pintado por Heinrich Leutemann.</p></div>
<p>A cidade de Ravenna foi a terceira cidade a ser a capital do Império Romano do Ocidente, de 402 a 476, depois de Roma e de Milão. Foi também nesta cidade que o último Imperador, Rômulo Augusto, foi destronado por Odoacro, que o humilhou publicamente, fazendo-o desfilar prisioneiro, vestido de camponês, antes de ordenar a sua execução em Roma, a gloriósa capital milenar do Império Romano, agora totalmente caído e em extinção.</p>
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		<title>António de Oliveira Salazar &#8211; 39º Aniversário da sua Morte</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 09:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[António de Oliveira Salazar, nascido no Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, no dia 28 de Abril de 1889 foi Presidente do Conselho de Ministros de Portugal de 1931 a 1968, tendo antes sido professor catedrático da Universidade de Coimbra. Salazar começou a sua carreira política enquanto deputado ao Parlamento, tendo-o sido apenas por dia. &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2009/07/morreu/antonio-de-oliveira-salazar-39%c2%ba-aniversario-da-sua-morte/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="wp-caption alignright" style="width: 324px"><img rel='domelhor'  title="Salazar" src="http://2.bp.blogspot.com/_eq9Ae3PzIVE/SjJ2YH-NUmI/AAAAAAAADQY/QLqeNtD8UPs/s400/Salazar.jpg" alt="António de Oliveira Salazar em 1957" width="314" height="400" /><p class="wp-caption-text">António de Oliveira Salazar em 1957</p></div>
<p style="text-align: justify;">António de Oliveira Salazar, nascido no Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, no dia 28 de Abril de 1889 foi Presidente do Conselho de Ministros de Portugal de 1931 a 1968, tendo antes sido professor catedrático da Universidade de Coimbra.</p>
<p style="text-align: justify;">Salazar começou a sua carreira política enquanto deputado ao Parlamento, tendo-o sido apenas por dia. Quando Salazar participou no Plenário de Abertura, notou que a Assembleia da República não funcionava nem conseguia ultrapassar as querelas políticas da época, de modo a servir o País, tendo-se demitido e voltado para a Universidade de Coimbra, para leccionar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais tarde, após o golpe militar de 28 de Maio de 1926, as Finanças Públicas de Portugal, desgastadas ainda dos prejuízos da Primeira Guerra Mundial e pelas sucessivas quedas dos governos efémeros da Primeira República, estavam quase no ponto zero. Salazar foi então chamado à capital para ser Ministro das Finanças, cargo que ocupou novamente por apenas dias, visto o regime militar da altura não ter aceite seguir as condições de Oliveira Salazar, respeitante aos orçamentos. Só à beira do desespero financeiro e social é que o regime militar aceita as condições de Salazar, permitindo-o proceder a um saneamento financeiro de grande sucesso. Devido ao sucesso das suas políticas, foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros.</p>
<p style="text-align: justify;">Instituidor do Estado Novo, através da Nova Constituição de 1933, e da sua organização política, a União Nacional, Salazar dirigiu os destinos de Portugal, como Presidente do Conselho de Ministros, entre 1932 e 1968, continuando com uma política de controlo de gastos, permitindo a Portugal ter um saldo positivo na sua balança comercial e financeira (em termos simples, ganhava-se mais do que se gastada, em termos do Estado e as suas receitas fiscais), pela primeira e única vez na longa história do País.</p>
<p style="text-align: justify;">Apoiando-se na doutrina social da Igreja Católica, Salazar orientou o País para um corporativismo de Estado autoritário, com uma linha de acção económica nacionalista. Este nacionalismo económico levou-o a tomar medidas de proteccionismo e isolacionismo de natureza fiscal, tarifária, alfandegária, para Portugal e as colónias, que tiveram grande impacto sobretudo até aos anos 60, altura que Portugal começou a abrir-se ao exterior devido a pressões da ONU, aliados e devido às crescentes questões coloniais.</p>
<p style="text-align: justify;"><object style="width: 340px; height: 285px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HikmnS6wEpA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><param name="align" value="left" /><param name="vspace" value="10" /><param name="hspace" value="10" /><embed style="width: 340px; height: 285px;" type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/HikmnS6wEpA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" hspace="10" vspace="10" align="left"></embed></object>O princípio do fim de Salazar começou a 3 de Agosto de 1968, no Forte de Santo António, no Estoril, onde aconteceu a famosa queda de uma cadeira de lona, deixada em segredo primeiro, acabou por ditar o seu afastamento do Governo. Porém ainda hoje vários historiadores põe em causa se este episódio realmente aconteceu.
</p>
<p style="text-align: justify;">Américo Tomás, então Presidente da República chamou, a 27 de Setembro de 1968, Marcello Caetano para substituir Salazar. Até morrer, em 1970, continuou a receber visitas como se fosse ainda Presidente do Conselho, tendo vindo a falecer no dia 27 de Julho de 1970, na cidade de Lisboa. O seu funeral foi presenciado por milhares de portugueses, que se deslocaram de todo o País.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota do Autor:</strong> <em>Esta publicação de forma alguma é uma homenagem a um regime autoritário como foi o Salazarismo (e não Fascismo, como popularmente se apelidou), mas sim a explicação histórica de uma efemeridade temporal, o 39º Aniversário da morte de Salazar. A História, seja boa ou má, não deve ser esquecida e reprimida, mas sim relembrada de forma imparcial e realista, de forma a ser estudada.</em></p>
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		<title>A Queda de Roma</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 15:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este dia, em vários anos diferentes, foi um dia trágico para o Império e para Roma. Para além de, no ano de 79, o Império ter perdido duas das suas mais belas cidades, Pompeia e Herculano, séculos mais tarde, dá-se a queda de Roma. Alarico I e os Visigodos tornam-se os primeiros bárbaros desde a &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://www.diario-universal.com/2008/08/aconteceu/a-queda-de-roma/">Continue a ler &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Este dia, em vários anos diferentes, foi um dia trágico para o Império e para Roma. Para além de, no ano de 79, o Império ter perdido duas das suas mais belas cidades, Pompeia e Herculano, séculos mais tarde, dá-se a queda de Roma.</p>
<p style="text-align: center;"><img rel='domelhor'  class="aligncenter" title="Queda de Roma" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9a/Heinrich_Leutemann%2C_Pl%C3%BCnderung_Roms_durch_die_Vandalen_%28c._1860%E2%80%931880%29.jpg/478px-Heinrich_Leutemann%2C_Pl%C3%BCnderung_Roms_durch_die_Vandalen_%28c._1860%E2%80%931880%29.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Alarico I</strong> e os Visigodos tornam-se os primeiros bárbaros desde a fundação de Roma e do Império, a tomar e saquear a cidade. <strong>É o fim do Império Romano do Ocidente.</strong></p>
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