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	<title>Diário Universal &#187; Silva</title>
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	<description>Uma Vida não questionada não merece ser vivida -  Platão</description>
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		<title>Corpo Expedicionário Português</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 08:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
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Hoje marca-se um dia, que no entender da equipa do Diário Universal, é uma data importante no Centenário da República Portuguesa: a partida do Corpo Expedicionário Português para a Primeira Guerra Mundial, onde muitos dos nossos antepassados ficaram.
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<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 273px"><img class="  " title="Generais Portugueses na Primeira Guerra Mundial" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/da/Generais_Tamagnini_Hacking_e_Gomes_da_Costa.jpg/470px-Generais_Tamagnini_Hacking_e_Gomes_da_Costa.jpg" alt="Os Generais Tamagnini de Abreu e Silva, Hacking e Gomes da Costa." width="263" height="336" /><p class="wp-caption-text">Os Generais Tamagnini de Abreu e Silva, Hacking e Gomes da Costa.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Hoje marca-se um dia, que no entender da equipa do Diário Universal, é uma data importante no Centenário da República Portuguesa: a partida do Corpo Expedicionário Português para a Primeira Guerra Mundial, onde muitos dos nossos antepassados ficaram.</p>
<p style="text-align: justify;">O Corpo Expedicionário Português foi a principal força militar que Portugal, durante a Primeira Grande Guerra, enviou para França, com a finalidade de, através da sua participação activa no esforço de guerra contra a Alemanha, conseguir tirar dividendos no final desta, principalmente através de aquisição de territórios na África Colonial.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além deste, a recém-criada República Portuguesa também enviou para França uma outra força, mais reduzida e menos relatada: o Corpo de Artilharia Pesada Independente. O CAPI destinou-se a responder a um pedido de ajuda francesa, ficando sob comando do Exército Francês, sendo aí conhecido por <em>Corps de Artillerie Lourde Portugaise</em> e tendo operado artilharia super-pesada de caminho de ferro, com obuses de 320 mm, 240 mm e 190 mm. A partida de milhares de tropas para a Flandres gerou, no entanto, descontentamentos nacionais, bem como avolumados gastos a suportar pelo ainda frágil Governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém os sucessos do Corpo Expedicionário Português foram diminutos, tendo com a ofensiva<em> &#8220;Georgette&#8221;</em> dos Alemães, montada por Ludendorff, os portugueses, não motivados e muito mal preparados, sofrido uma derrota estrondosa na Batalha de La Lys , ocorrida a 9 de Abril de 1918, logo após a derrota do Exército Britânico em Arras.</p>
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		<title>Alfredo da Silva &#8211; Industrial Português</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 12:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Morreu]]></category>
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Alfredo da Silva nasceu em Lisboa no dia 30 de Junho de 1871, na altura Vila de Sintra. Ficou conhecido por ter sido um dos mais bem sucedidos industriais  portugueses e um dos maiores empreendedores numa época em que Portugal atravessava uma época económica de depressão.
Foi inclusivamente o fundador de um império abrangendo empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px; margin-top: 10px; margin-bottom: 2px;">
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		</div>
<p>Alfredo da Silva nasceu em Lisboa no dia 30 de Junho de 1871, na altura Vila de Sintra. Ficou conhecido por ter sido um dos mais bem sucedidos industriais  portugueses e um dos maiores empreendedores numa época em que Portugal atravessava uma época económica de depressão.</p>
<p>Foi inclusivamente o fundador de um império abrangendo empresas emblemáticas, como a <strong>Companhia União Fabril</strong> (CUF), a <strong>Tabaqueira</strong>, o <strong>Estaleiro da Rocha do Conde de Óbidos</strong> <em>(depois Lisnave)</em>, a <strong>Carris o Banco Totta e Companhia de Seguros Império</strong>.</p>
<p><center><div id="attachment_1402" class="wp-caption aligncenter" style="width: 230px"><a href="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/alfredo-da-silva3.jpg"><img class="size-full wp-image-1402" title="Alfredo da Silva" src="http://www.diario-universal.com/wp-content/uploads/alfredo-da-silva3.jpg" alt="Alfredo da Silva em 1906 como Deputado" width="220" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Alfredo da Silva em 1906 como Deputado</p></div></center></p>
<p>Alfredo da Silva frequentou o Curso Superior de Comércio, tendo em 1890, com apenas 19 anos, sido admitido como gestor da herança da família. Três anos mais tarde, já era administrador da Companhia Aliança Fabril (CAF) e do Banco Lusitano. Aos 26 anos, concebeu um projecto audacioso: a fusão da sua empresa, a CAF, com a CUF. Era uma questão de sobrevivência: ambas as companhias viviam com severas dificuldades. A 22 de Abril de 1898 foi formalizada a constituição da nova CUF, que doravante produzia sabões, velas e óleos vegetais e viria a tornar-se um gigante da indústria, ao iniciar em Portugal a produção de adubos em grande escala.</p>
<p>Em 1907 a Companhia União Fabril estava em plena expansão e era necessário encontrar um local para instalar novas unidades fabris. Alfredo da Silva escolheu o Barreiro. A pequena vila à beira do Tejo sofreu uma expansão e evolução tremenda e próspera. De resto, a empresa veio a espalhar várias fábricas pelos país, empregando 16 mil empregados ao todo. O lema da CUF era &#8220;O que o País não tem, a CUF cria&#8221;.</p>
<p>Alfredo da Silva foi vitima de dois atentados fracassados o que o conduziu a exilar-se para Espanha e França, gerindo a CUF à distância. Em 1906 voltou ao País que o viu nascer para se tornar deputado antes de apoiar Sidónio Pais e de conquistar um lugar na Câmara Corporativa, em 1935. No ano de 1936 é adjudicada a concessão do &#8220;Estaleiro da Rocha Conde de Óbidos&#8221; à CUF, o que mais tarde se tornou a Lisnave. Veio a falecer na sua casa de Sintra a 22 de Agosto de 1942, tendo a CUF passando depois para o comando do Grupo Mello, composto pelo seu genro Manoel de Mello e seus filhos Jorge de Mello e José de Mello.</p>
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