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Sir Ian Fleming

Sir Ian Fleming durante a Segunda Guerra Mundial

Sir Ian Fleming durante a Segunda Guerra Mundial

Sir Ian Lancaster Fleming nasceu em Londres a 28 de Maio de 1908, tendo sido jornalista, escritor e agente do serviço secreto britânico durante a Segunda Guerra Mundial, ficando famoso por ter criado James Bond, mais conhecido como 007.

Filho do Major Valentine Fleming e Evelyn St. Croix Fleming, Ian estudou em Eton College, tendo depois ingressado a Academia Militar Real de Sandhurst. Porém, não conseguiu ingressar no serviço de estrangeiros e, com 23 anos de idade, não tinha uma carreira e nem uma perspectiva. Mesmo antes da Guerra, Fleming trabalhou como jornalista em Moscovo durante quatro anos, e posteriormente na bolsa de valores de Londres até o ano de 1939.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Fleming foi destacado para os Serviços de Inteligência e Espionagem da Marinha de Sua Majestade, tendo ficado ao serviço do Almirante John H. Godfrey, cujo perfil serviu parcialmente como modelo para o desenvolvimento da personagem “M”, o superior hierárquico de James Bond.

Sir Ian Fleming veio a falecer na Cantuária a 12 de Agosto de 1964, devido a doença prolongada, após os seus livros serem um sucesso em vários países do mundo.

A Constituição Política de 1911

Após terminados os conflitos derivados da implantação da República em Portugal, ocorreu no dia 21 de Agosto de 1911 a aprovação da primeira Constituição política, pela Assembleia Constituinte.

A Constituição Política da República Portuguesa de 1911, diploma regulador da vida política da I República, destaca-se por ter consagrado um novo regime político, para além de ser o mais curto texto da história constitucional portuguesa, contendo apenas 87 artigos, agrupados por sete títulos, a saber:

  • Da forma do Governo e do território da Nação Portuguesa;
  • Dos direitos e garantias individuais;
  • Da Soberania e dos Poderes do Estado;
  • Das Instituições locais administrativas;
  • Da Administração das Províncias Ultramarinas;
  • Disposições Gerais;
  • Da Revisão Constitucional.

Esta constituição esteve vigente até 1933, aquando da promulgação da Constituição do Estado Novo. Da Constituição de 1911 destaca-se os novos Direitos e Garantias abrangentes de todos os cidadãos nacionais, excluindo qualquer distinção entre a nobreza e a restante população, como é caracteristico de um regime republicano. Outra distinção é a quebra das tradições religiosas e os privilégios inerentes a esta classe.

Apesar de o sufrágio ter sido alargado, continuou a não incluir mulheres, analfabetos e grande parte das Forças Armadas, que se manteve um serviço obrigatório.

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